.
.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Revista de Imprensa

Museu Nacional da Floresta será apresentado em Dezembro

O projecto do Museu Nacional da Floresta deverá ser apresentado a 8 de Dezembro, adiantou o presidente da câmara da Marinha Grande.
O secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Rui Barreiro, esteve anteontem reunido na Marinha Grande com o presidente da autarquia, Álvaro Pereira, onde discutiram o projecto do Museu Nacional da Floresta, que ficará sedeado no Parque do Engenho, na Marinha Grande.
"O secretário de Estado Rui Barreiro mostrou disponibilidade e intenção de vir apresentar o projecto publicamente no próximo dia 8 de Dezembro, já com orçamento e modelo de gestão definidos", anunciou Álvaro Pereira.
O presidente da câmara considerou que o museu será "um valor acrescentado para o concelho, quer na requalificação de instalações que estão totalmente degradadas, quer no número de visitantes que virá ao concelho".
Para Álvaro Pereira, este projecto será também um pólo turístico e uma "pedra importante para dinamizar a actividade económica da Marinha Grande".
O encontro foi "bastante produtivo" e um "grande passo para a concretização do projecto", cerca de três anos depois do seu início.
À Lusa o autarca disse que estão definidos grupos de trabalho e vão ser criadas "todas as condições para implementar o mais rapidamente possível o Museu Nacional da Floresta".
O projecto terá outro pólo em Pedreanes, na Marinha Grande, e pelo País serão criados outros pólos do Museu da Floresta.
Durante o encontro, os responsáveis falaram ainda do alargamento da zona industrial da Marinha Grande e Rui Barreiro comprometeu-se a estabelecer contactos para que se possa "atribuir outros valores [mais baixos] aos terrenos afectos à zona industrial, de forma a que a câmara tenha capacidade para os adquirir", explicou Álvaro Pereira.
No dia 8 de Dezembro, o secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural assinará, na Marinha Grande, o protocolo de transferência do acervo das matas nacionais para o arquivo municipal do concelho. O espólio tinha sido transferido para Lisboa, mas agora regressa à Marinha Grande.
As duas entidades vão também realizar um acordo para que a autarquia passe a gerir as casas dos guardas. A câmara pretende ainda estabelecer uma parceria com a GNR para requalificar os postos de vigia.

(surripiado do Diário de Leiria)

6 comentários:

Luís Coelho disse...

Não tenho lido a imprensa diária, daí fiquei satisfeito com esta notícia.
Espero que a mudança se dê para melhor e que traga mais valores e vantagens para estas regiões.
Que não seja uma simples mudança.

Fê-blue bird disse...

Espero sinceramente que este projecto não fique depois na gaveta como tantos outros.
A floresta é algo que deve ser preservado e dignificado antes que seja tarde demais.

Beijinhos

Mar Arável disse...

Quando o poder local
se assume como a grande casa do povo
cumpre-se Abril

Flor do Liz disse...

Nem mais.
Sem fazer barulho e, não dando ouvidos aos do costume, este executivo lá vai levando a água ao seu moinho, a for do nosso Concelho.

Anónimo disse...

Será que é desta?

Anónimo disse...

Sendo o Museu de interesse nacional.Contribuindo a Marinha Grande para a riqueza nacional com as suas matas florestais,será que a Autarquia vai pagar a factura da instalação e manutenção.
Isto tem de ser bem avaliado e não pode ser com o Estado quere.Museu sim mas à custa da Autarquia,foi o que me pareceu das palavras do Secretario de Estado da tutela.
Teremos outro elefante branco,com custos insuportáveis para a Camara da Marinha ? que responda quem saiba,mas que o Museu é importante disso não tendo duvidas.