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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Solidariedade não é uma palavra Vã...



Por vários blogues passam palavras de solidariedade para com os 33 mineiros que a 700 mt de profundidade
no chile, lutam para se manter vivos. Com a devida vénia à Ana Paula Fitas e ao Rogério Pereira, respectivamente em "A Nossa Candeia" e "Conversa Avinagrada" publico O Hino dos Mineiros de Aljustrel em forma de solidariedade e na esperança que no mais curto espaço de tempo, seja possivel àqueles homens ouvirem se não este o seu próprio hino.

Alerta


Câmara alerta para a poupança de água

30-08-2010

A Câmara Municipal da Marinha Grande aconselha a população a poupar água. Devido à escassez de água potável no Planeta, agravada pela seca, é urgente a tomada de comportamentos que não ponham em risco a sobrevivência de todos.

A água é um recurso natural limitado e essencial à vida, pelo que a sua conservação deve merecer-nos alguns cuidados.

Se não adoptar comportamentos que reduzam o consumo deste recurso, a água poderá não correr das torneiras, especialmente nas horas de maior consumo (confecção de refeições e banhos) e com incidência no Verão.

Por isso, poupe cada gota de água!

Solicita-se a colaboração da população e turistas que visitam o concelho da Marinha Grande para cumprir os seguintes comportamentos:

Em situação normal:
- Mantenha a canalização doméstica em bom estado, evitando fugas ou perdas de água em torneiras, autoclismos, esquentadores, máquinas de lavar.
- Instale nas torneiras dispositivos reguladores de caudal que permitam reduzir os consumos de água sem retirar pressão.
- Controle os gastos através de uma leitura regular do contador e da factura da água.

Na casa de banho:
- Reduza a descarga do autoclismo, colocando uma garrafa de plástico cheia de água no depósito.
- Evite banhos de imersão e prefira os duches rápidos, fechando a torneira enquanto se ensaboar.
- Evite deixar a torneira aberta enquanto lavar os dentes ou fizer a barba.
- Nunca utilize a sanita como caixote do lixo e descarregue o autoclismo só quando for necessário.

Na cozinha:
- Utilize máquinas de lavar loiça e roupa com a carga completa. Uma máquina bem cheia consome menos água do que duas com a carga incompleta.
- De preferência, utilize máquinas de lavar com programas económicos.
- Minimize a utilização da água corrente para lavar ou descongelar alimentos, lavar a loiça ou roupa; utilize, para o efeito, o alguidar.
- Utilize a menor quantidade de água possível para cozinhar os alimentos, preferindo o vapor, o microondas ou a panela de pressão.
- Utilize a água de cozer vegetais para confeccionar sopas ou para cozer outros vegetais.

LAVAR A LOIÇA COM A TORNEIRA ABERTA, DURANTE 10 MINUTOS, GASTA CERCA DE 120 LITROS DE ÁGUA, O QUE CORRESPONDE A 2 LAVAGENS COMPLETAS NA MÁQUINA DE LAVAR LOIÇA.

No jardim:
- Regue de manhã cedo ou no início da noite, quando a evaporação é menor.
- Reutilize a água sempre que tal seja possível (da lavagem da fruta ou de cozer ovos, aproveitando os seus nutrientes).
- Cultive plantas típicas da sua região, pois estão melhor adaptadas ao clima.
- Regue só quando for necessário; a instalação de sensores de humidade no solo ou o teste da pegada na relva (verificando se as folhas conseguem retornar à sua posição inicial - indicativo de que as necessidades de água estão a ser correctamente satisfeitas) são indicadores para se determinar esse momento.
- Cubra a terra do jardim ou dos vasos com casca de pinheiro ou outro material, para diminuir o contacto directo da luz solar com o solo e conservar a humidade da terra.
- Evite regar em dias de vento, para minimizar as perdas por transporte e evaporação.

Na lavagem do automóvel:
- Prefira o balde e a esponja à mangueira.
- Se utilizar mangueira, escolha uma com dispositivos de controlo de caudal na extremidade, de modo a permitir o corte ou diminuição de caudal.

LAVAR O AUTOMÓVEL COM TORNEIRA À PRESSÃO DURANTE 20 MINUTOS GASTA CERCA DE 500 LITROS DE ÁGUA.

Na rua:
- Se detectar uma fuga de água na via pública, avise a Câmara Municipal ou outra entidade competente.


ACTUAÇÃO EM CRISE (ESCASSEZ DE ÁGUA)
Para além de reforçar as medidas anteriores, dever-se-á:
- Fechar ligeiramente as torneiras de segurança de sua casa, de modo a diminuir o caudal.
- Em caso de cortes no fornecimento de água, encher apenas os recipientes estritamente necessários para o seu consumo.

Reutilização:
- Reutilize a água de outros usos para a sanita.
- No chuveiro, recolha a água fria corrente até chegar a água quente à torneira, para posterior rega de plantas ou limpeza.
- Utilize recipientes (alguidares) para lavagem de mãos ou vegetais e reutilize a água no autoclismo ou na rega, consoante o apropriado.

Durante uma seca:
- A qualidade da água pode deteriorar-se. Em caso de dúvida, ferva-a durante 10 minutos antes de a beber.

A água é um legado precioso, é urgente reduzir o seu consumo e reutilizá-la sempre que possível.

A EXISTÊNCIA DE POUCA ÁGUA POTÁVEL E O GASTO EXCESSIVO DE ÁGUA PODERÁ LEVAR À FALTA DE ÁGUA.

Poupe hoje para ter água amanhã!


Fonte: Site da Camara Municipal da Marinha Grande

domingo, 29 de agosto de 2010

"Filhos da estrada e do Vento"



No momento em que se desenvolve uma das piores ondas de xenófobismo contra o povo cigano, só comparáveis às que Hitler moveu contra o povo Judeu que visava o seu exterminio completo.

Deixo aqui uma canção, onde pretendo simbolicamente juntar-me à onda de protesto contra as atitudes xenófabas desencadeadas pelo Sr. Sarkozy e os que lhe seguem os passos

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Correio dos Leitores


Boa noite, os meus cumprimentos ao largo.

Artigo interessante e de interesse para quem se interessar...

cmts
amandio


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O lingüista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?“Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
Enviado por email

Revista de Imprensa

Ex-massagista do Atlético Clube Marinhense faleceu aos 100 anos
Joaquim Nobre, ex-massagista do Atlético Clube Marinhense durante várias décadas, faleceu ontem, aos 100 anos, na sua residência, na cidade vidreira, e completaria 101 anos no próximo mês de Setembro.
Hélder Fernandes, presidente do Atlético Clube Marinhense, afirma que o clube perdeu “um dos seus maiores símbolos”, que deu uma “parte da sua vida” à instituição e “todos os sócios” devem “estar tristes pelo seu desaparecimento”. “Não há dúvidas que o AC Marinhense perdeu uma das suas maiores riquezas e uma pessoa que dedicou praticamente toda a sua vida ao clube. Deixou uma marca muito forte e ninguém se pode esquecer disso”, afirma o dirigente associativo, adiantando que o funeral de Joaquim Nobre se realiza, hoje, para o cemitério da Marinha Grande.
O ex-massagista do clube foi homenageado no ano passado, quando completou 100 anos, numa festa realizada no Hotel Mar e Sol, em S. Pedro de Moel, e que contou com a presença de 200 pessoas. Entre os convidados da homenagem, organizada por três amigos de Joaquim Nobre, estiveram velhas glórias do clube marinhense, nomeadamente Pinto, Pinho, Carapinha, Parada, Camarão, Cardoso, Isaurindo, Carlos Reis, Mário, Zeca, Santos e Armando.
Na noite do aniversário, o ex-presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande considerou Joaquim Nobre como “ um dos mais ilustres marinhenses”. “Primeiro como operário vidreiro, depois como atleta e mais tarde massagista. Sempre mereceu o maior respeito, não só dos colegas como da comunidade marinhense. Foi um homem que sempre soube estar acima das rivalidades clubisticas, com um sentido de solidariedade muitíssimo elevado, uma vez que devido ao seu prestígio como massagista poderia ter colhido largos benefícios monetários e tal não aconteceu”, disse o ex-autarca e actual vereador na edilidade marinhense.
Na mesma cerimónia Alberto Cascalho afirmou que Joaquim Nobre deu “praticamente a vida” a muitas pessoas “que estavam desenganadas pelos médicos. “Um exemplo a seguir por todos”, salientou o autarca.
Surripiado ao Diário de Leiria

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O jornalismo com ética ou de “sarjeta”?

Leitor praticamente desde que sei ler, do Jornal da Marinha Grande, por comodidade e maior rapidez passei a recebê-lo em pdf. A edição de hoje logo na primeira página parecia ter qualquer coisa de estranho. A primeira coisa que me ocorreu foi que o director estaria de férias e entregou esta edição a um qualquer estagiário do primeiro “mês” e este na ânsia de mostrar trabalho chapou na primeira página aquilo que, pode ser tudo menos uma notícia. Mas a minha preocupação em tirar dúvidas levou-me a confirmar que o director do Jornal da Marinha Grande está efectivamente em funções (isto se se pode considerar estar em “funções”, um director de jornal que publica ou deixa publicar uma parangona de primeira página, deste nível).

Numa altura em que o jornalismo feito com ética e algum “jornalismo” que por aí subsiste, indigno de assim se chamar, não estava à espera de na minha terra e onde só existe um jornal ver alguém tratar um seu semelhante da forma como o fez.

Por razões conhecidas nos últimos anos, Armando Constâncio remeteu-se ao silêncio, foi o Jornal da Marinha Grande que fez com que algumas das suas opiniões voltassem a ser ouvidas e agora por uma razão perfeitamente banal, trás à primeira página como se de repente este Marinhense, eventualmente controverso, mas que não tem qualquer problema em dizer o que pensa, mesmo que nem sempre as suas opiniões sejam consensuais, um assunto transformado em grande notícia com chamada em letras garrafais à primeira página, como se de um crime horrendo se tratasse.
Estamos mal Sr. António José Ferreira, se para vender jornais nas prateleiras distribuídas por aí, temos de descer tão baixo.

P.S: não me move nada de pessoal contra o Director do Jornal da Marinha Grande, apenas decidi emitir a minha opinião, não vinculando o “Largo das Calhandreiras” à mesma.
Como também é público e notório sou amigo, há muitos anos de Armando Constâncio, o que muito me orgulha. No entanto há coisas que a gente faz, não pelas pessoas a favor ou contra, mas por princípios.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Tempo das canções....



Há dias assim, hoje deu-me para a musica... as velhas cuja letra está actual e as novas cantadas por "velhos" perfeitamente actualizados...

Olha o Robot...



Não sei bem porquê, mas assim de repente veio-me à memória esta cantiga, partilho-a com os nossos visitantes (qualquer semelhança com algum acontecimento recente, deve ser pura coincidência).

Revista de Imprensa


Leirienses já deixaram 1 milhão de euros nos cinemas
Publicado em 24 Agosto 2010 às 5:15 pm. Tags: bilhetes, cinema, Distrito, leiria, sessões

As 27 salas de cinema em funcionamento no distrito de Leiria arrecadaram um milhão de euros no primeiro semestre de 2010, período em que venderam 194.138 bilhetes para 8.981 sessões.
De acordo com dados do Instituto do Cinema e do Audiovisual, a exibição de filmes no distrito representa 2,7 por cento da receita nacional e 2,4 por cento do total de espectadores, de Janeiro a Julho.
Os filmes chegam a sete municípios, a facturação ascende a 1.041.393 euros. Dois terços deste valor são gerados nas 17 salas do concelho de Leiria (José Lúcio da Silva, Miguel Franco, Cinema City, LeiriaShopping e Monte Real), que cederam 129.365 admissões a troco de 715.673 euros.

Caldas da Rainha, com cinco ecrãs, é o segundo concelho com mais espectadores (55.572), seguindo-se Ansião (3.101), Alcobaça (2.561), Batalha (2.014), Marinha Grande (1.302) e Alvaiázere (233). Ourém, no distrito de Santarém, somou 1.507 entradas.
No distrito de Leiria cada sessão recebe em média 22 espectadores, cada um pagando 5,30 euros.

Os dados referentes ao primeiro semestre de 2010 são influenciados pela abertura dos cinemas Castello Lopes no LeiriaShopping – em Maio, sete salas – e pela diminuição dos conteúdos cinematográficos na programação do Teatro José Lúcio da Silva.

Este espaço, em comparação com o primeiro semestre de 2009, regista uma quebra de 50 por cento na afluência. O LeiriaShopping, por outro lado, soma 50 mil espectadores em três meses.
De Janeiro a Julho, os portugueses pagaram 38 milhões de euros para ver cinema. Uma subida de +14,7 por cento face ao período homólogo. O total de bilhetes vendidos ascendeu a 7,8 milhões (+7,3 por cento). Destes, 40 por cento em Lisboa e 20 por cento no Porto.

Os filmes mais vistos foram “Avatar”, “Alice no País das Maravilhas”, “Como treinares o teu dragão”, “Príncipe da Pérsia” e “Robin Hood”. Zon Lusomundo, Castello Lopes, UCI, NLC e Medeia são os cinco maiores exibidores.
Surripiado ao Região de Leiria (via Sapo local)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Ainda falta 1 para começar o "Jogo"


O candidato presidencial apoiado pelo PCP, Francisco Lopes, afirmou que a sua candidatura «é de alternativa» e assegurou que irá a votos, considerando que as presidenciais serão decisivas para «abrir uma nova fase» na vida nacional.

«As eleições presidenciais, pelo seu processo, pela sua dinâmica, e a decisão sobre as orientações e opções do órgão de soberania Presidência da República, exercerão uma importante influência para abrir caminho a uma nova fase da vida nacional. As candidaturas até hoje anunciadas não respondem a esse objectivo», afirmou Francisco Lopes.

O candidato presidencial apoiado pelo PCP, membro do comité central, do secretariado e da comissão política do partido, fez a sua primeira declaração sem responder a perguntas dos jornalistas. De acordo com o gabinete de imprensa, a apresentação formal da candidatura decorrerá no dia 10 de Setembro, em Lisboa.

Afirmando que a candidatura irá «da apresentação até ao voto», Francisco Lopes disse que pretende distanciar-se de «posicionamentos ambíguos» e opor-se «ao prosseguimento do actual rumo ao serviço dos interesses dos grupos económicos e financeiros».

Francisco Lopes fará, na campanha eleitoral, «o esclarecimento sobre a prática negativa seguida pelo actual Presidente da República, Cavaco Silva», cuja reeleição «configuraria a persistência dos problemas nacionais e um salto qualitativo no seu agravamento».

«Assumimos o compromisso de apresentar e protagonizar uma alternativa para o exercício das funções do Presidente da República», disse.

«Quando se perfilam novos ataques às liberdades, aos direitos e interesses dos trabalhadores e do povo e à Constituição, que conduziriam à acentuação da exploração, das injustiças e do risco de desastre nacional, o Presidente da República pode e deve intervir de forma inequívoca na concretização do compromisso que assume de cumprir e fazer cumprir a Constituição», defendeu.

Revista de Imprensa



O Grupo de Percussão Tocándar, da Marinha Grande, foi convidado pelo guitarrista Custódio Castelo para participar da abertura do espectáculo e gravação de DVD do músico, nos dias 28 de Agosto e 1 de Outubro.

Os Tocándar e o guitarrista cruzaram-se em iniciativas culturais realizadas na Vila da Batalha, este ano. Custódio Castelo é o director artístico da fadista Ana Moura, acompanhou nomes como Jorge Fernando; Amália Rodrigues, na última digressão aos Estados Unidos; Camané; Mísia ou Carlos do Carmo.

No novo espectáculo do guitarrista, os Tocándar terão a seu cargo a abertura e irão colaborar num tema. Paulo Tojeira, mentor e responsável do Grupo de Percussão explicou à Rádio Batalha que o convite é encarado como um desafio, traduz “enriquecimento e confiança”.

Actualmente com 700 alunos, das várias escolas do concelho da Marinha Grande inscritos, Paulo Tojeira espera que os tambores e gaitas de foles cheguem ao ouvido dos responsáveis autárquicos. “Para contribuir para alteração dos níveis culturais. Não somos nós, pessoas que se dedicam às actividades com os jovens, que temos que ir mendigar migalhas de apoio, são eles que têm que nos pedir para fazermos coisas”, diz. “Enquanto esta realidade não for alterada não deixaremos de ser parentes pobres”, acrescenta.

No dia 28 de Agosto o concerto realiza-se em Almeirim e no dia 1 de Outubro, no Castelo de S. Jorge, em Lisboa.


AD / Rádio Batalha
23 de Agosto de 2010 (via Sapo local)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

A Telenovela sem fim Anunciado

Lembro-me para aí no final da década de 70 do século passado, começarem a ser transmitidas as primeiras telenovelas importadas do Brasil. Como quase toda a gente, também comecei a ver, até porque o autor da obra e o elenco de actores, prometiam. Rapidamente comecei a sentir que o desenrolar dos enredos era de tal forma lento e repetitivo para fazer “render a fruta “ deixando sempre os espectadores suspensos nos próximos acontecimentos, que comecei a desenvolver uma espécie de protesto solitário que se traduzia em assistir escassas vezes aos episódios. Porque na verdade, ver uma ou duas vezes por semana, mais as conversas que sobre o tema ia ouvindo, era suficiente para me manter a par dos acontecimentos.

Também por cá há seis anos e tal que se desenrola uma telenovela, que pelo tempo e finais anunciados já se tornou tão irritante que apetece desligar a televisão de cada vez que “começa” um novo episódio.

Hoje lá tive que ouvir mais um novo episódio. Ou seja o Exmo. Sr. Procurador da Republica, nomeou um procurador adjunto com a missão de indagar o porquê de uns outros tantos procuradores, não terem ouvido o Primeiro Ministro e o Ministro adjunto da presidência e mais alguns aspectos que apesar do tempo extremamente longo em que se desenvolveu o enredo, ainda ficaram por esclarecer.

Receio que ao exemplo de algumas telenovelas Brasileiras cujo final era diferente aqui e no País de origem, porque perderiam audiência por estas bandas, se fosse conhecido antecipadamente o final, não esteja por aqui em relação a este telenovela, a acontecer o mesmo. Ou seja, serem os argumentistas a estar permanentemente a ensaiar finais de acordo com as audiências e a necessidade de fazer “render a fruta” a determinar o final, de acordo não com a verdade e lógica mas ao sabor de interesses, motivações e timings que provavelmente nunca chegaremos a saber a favor de quem.
Ou seja parece claro que há “forças” que tudo farão para manter a duvida até que seja conveniente, saber, afinal quem é que é o “mau da fita”

Sexta Feira / Segunda Feira



Penso que é uma repetição, mas para quem não teve férias ainda...

domingo, 22 de agosto de 2010

A ler (e ouvir) Saramago (4)




"Ergo uma rosa, e tudo se ilumina
Como a lua nao faz nem o sol pode:
Cobra de luz ardente e enroscada
Ou vento de cabelos que sacode.

...Ergo uma rosa, e grito a quantas aves
O céu pontuam de ninhos e de cantos,
Bato no chao a ordem que decide
A uniao dos demos e dos santos.

Ergo uma rosa, um corpo e um destino
Contra o frio da noite que se atreve,
E da seiva da rosa e do meu sangue
Construo perenidade em vida breve.

Ergo uma rosa, e deixo, e abandono
Quanto me doi de magoas e assombros.
Ergo uma rosa, sim, e ouco a vida
Neste cantar das aves nos meus ombros."

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Boas Noticias ?

Nova empresa traz peças da Marinha Grande DNOTICIAS.PT

A necessidade de estar atento ao muito que se passa na nossa terra, levou-me a criar um alerta no Google sobre a Marinha Grande. Ao consultar a minha caixa de correio, deparei-me com a noticia proveniente do Funchal, cujo link aqui deixo.
Não fora algum conhecimento que vamos tendo pelo que aqui se passa e não soubessemos nós que a fabricação de vidro pelos processos artesanais está quase extinto, seria naturalmente um motivo de alegria a abertura no Funchal de a "Loja do Vidro da Marinha Grande".
Naturalmente que, quem faz um investimento aparentemente significativo , sabe onde está a sua fonte de abastecimento.
Receio, que um dia destes façamos uma visita ao Funchal e ao entrarmos na respectiva loja encontremos vidro, de muitas outras proveniências e lá num cantito qualquer muito a custo, consigamos encontrar no meio uma ou outra peça fabricada por estas paragens. Oxalá esteja enganado.

Revista de Imprensa

Marinha Grande/Bienal de Artes Plásticas: Entrega de obras de 16 a 22 de Setembro

A Câmara Municipal da Marinha Grande organiza a Bienal Internacional de Artes Plásticas e Design Industrial da Marinha Grande, no Parque Municipal de Exposições, a decorrer entre os dias 22 de Outubro e 31 de Outubro.

A Bienal Internacional de Artes Plásticas e Design Industrial é um Salão de Arte Contemporânea nas diferentes áreas: pintura, escultura, instalação, desenho, fotografia e design industrial.

Na Bienal Internacional de Artes Plásticas e Design Industrial será homenageado o Mestre Vidreiro Marinhense Diamantino dos Santos (Pimenta), numa Exposição Retrospectiva da sua obra (extra - concurso) que terá lugar próprio e o devido destaque no catálogo da Bienal.

O artista Artur de Cruzeiro Seixas, expoente máximo do movimento Surrealista será homenageado na Feira Internacional de Arte Contemporânea e Design que integrará a Bienal.

A Feira Internacional de Arte Contemporânea e Design da Marinha Grande contará com uma Exposição de Homenagem a Cruzeiro Seixas; com uma Exposição Colectiva do movimento “Nouvelle Figuration”, com alguns dos nomes mais expressivos do movimento que dominou o cenário criativo francês nos anos 60/70; e também com uma Exposição Colectiva de Artistas Plásticos e Designers Nacionais e Internacionais.

A Marinha Grande, pela sua íntima ligação ao mundo artístico associado à indústria vidreira, tem todas as condições e características para se tornar num pólo de reconhecimento e visita obrigatório, no meio das artes plásticas em Portugal.

Tradicionalmente, um Concelho de fortes raízes intervencionistas, conheceu através dos seus mestres, o reconhecimento Nacional e Internacional na Arte de trabalhar o vidro. Esta sua tradição carece ser acarinhada e actualizada, não só para que não se perca a sua história, mas também para que projecte e fomente um novo e renovado enquadramento para o novo milénio.

Foi criada uma estrutura dinâmica com a introdução de aspectos inovadores, de forma a que a Bienal Internacional de Artes Plásticas e Design Industrial da Marinha Grande, tenha um posicionamento ímpar no território Nacional e o respectivo reconhecimento quer em Portugal, quer a nível Internacional.

Entrega de obras de 16 a 22 de Setembro

Preferencialmente as obras a apresentar a concurso deverão ser de expressão contemporânea. A Temática da Bienal Internacional de Artes Plásticas e Design Industrial em 2010 é “Artes Plásticas: O Vidro e o Design Industrial”. A temática deverá estar presente como veículo de criação, quer na sua subjectividade, quer na sua substantividade.

Esta edição terá concurso aberto aos artistas plásticos e designers nacionais e estrangeiros e, terá como Comissário o Presidente da Câmara Álvaro Marques Pereira e como Directores de Arte Raquel Fernandes da Silva Guerra Prates e o Artista João Murillo.

Será atribuído o Prémio “Pintor Fernando Azevedo” patrocinado pela empresa Gallo Vidro em 15.000€ (Quinze mil euros). O prémio é sujeito a imposto legal, correspondendo ao vencedor o Prémio líquido de 11.111 € (Onze mil cento e onze euros) de acordo com a legislação em vigor.

As obras de arte a concurso e os seus respectivos boletins deverão ser entregues de 16 a 22 de Setembro de 2010 e por conta dos artistas concorrentes.

Local de Entrega:
Parque Municipal de Exposições da Marinha Grande
(Pavilhão 1)
Boavista – 2430-905 Marinha Grande
Horários de Entrega: De 16 a 22 de Setembro de 2010 – entre as 9h e as 12h30, e as 14h e as 19h30h.

O júri convidado para a Bienal Internacional de Artes Plásticas e Design Industrial é composto pelas seguintes personalidades representativas da cultura artística contemporânea: a Pintora Emília Nadal, Presidente da Sociedade Nacional de Belas Artes; a Escultora Luiza Gonçalves, Membro da Direcção da Cooperativa Árvore; o Eng.º António Noivo como consultor técnico vidreiro de reconhecido mérito; João Prates, Director do Centro Português de Serigrafia e Miguel Matos, Curador e Crítico de Arte Director da Publicação Umbigo.

O Regulamento da Bienal Internacional de Artes Plásticas e Design Industrial está disponível para consulta em www.cm-mgrande.pt.



Fonte: Câmara Municipal da Marinha Grande (via Sapo local e rádio Batalha)
18 de Agosto de 2010

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Jafumega - La Dolce Vita



Para que ninguem fique a pensar mal de mim por estar de férias em Agosto, aqui fica uma musiquinha, assim à "laia" de desculpas.

Revista de Imprensa

João Paulo Pedrosa poderá ter adversário nas eleições de Outubro

O actual presidente da Federação Distrital do PS de Leiria, João Paulo Pedrosa, poderá ter que enfrentar uma lista adversária à liderança da estrutura socialista, nas eleições que deverão realizar-se no primeiro fim-de-semana de Outubro.
A lista alternativa à de João Paulo Pedrosa estará a ser preparada por um grupo de militantes insatisfeitos com a estratégia definida por João Paulo Pedrosa desde que assumiu a liderança da estrutura distrital.
Isabel Vigia, adversária de João Paulo Pedrosa no último acto eleitoral, assegura que não será candidata à liderança, mas admite integrar uma lista alternativa à de João Paulo Pedrosa, lembrando os acontecimentos registados nas eleições de 2005, aquando da escolha do candidato socialista à presidência da câmara da Nazaré. “Não apoio o João Paulo Pedrosa porque sou coerente com as minhas posições e não esqueço os factos ocorridos nas eleições autárquicas de há quatro anos, quando a Federação insistiu em escolher o João Benavente contra a vontade de Comissão Política Concelhia da Nazaré”, refere Isabel Vigia, considerando, contudo, ser “cedo” para se falar sobre as eleições.

Luís Amado preside à Comissão de Honra

João Paulo Pedrosa vai apresentar a candidatura à liderança da federação na próxima semana e já conta com uma centena de nomes na comissão de honra, presidida pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado. Para além de Cândido Ferreira, mandatário da candidatura, e de Carlos Lopes, director de campanha, o socialista conta com o apoio dos quatro presidentes de câmara socialistas - João Salgueiro (Porto de Mós), Fernando Lopes (Castanheira de Pera), Raul Castro (Leiria) e Álvaro Pereira (Marinha Grande) -, de 14 dos 16 presidentes das concelhias, do actual e do ex-governador civil de Leiria, Paiva de Carvalho e Carlos André, respectivamente, dos deputados Odete João e Jorge Gonçalves, do director do jornal ‘Jovem Socialista’, Tiago Gonçalves, além de presidentes de junta, empresários, do árbitro Olegário Benquerença e de vereadores de autarquias. O deputado José Miguel Medeiros aceitou ser candidato à presidência da mesa da estrutura distrital. Até ao final desta semana, João Paulo Pedrosa pretende engrossar a lista com mais 100 nomes.
Com a recandidatura ao cargo, João Paulo Pedrosa pretende que o partido continue “unido”, “vencedor” e sem “clivagens” . “Os resultados eleitorais falam por si, por isso pretendo manter o PS unido, porque só assim é que se conseguem atingir os objectivos”, afirma o ainda presidente da federação, realçando os “bons resultados” alcançados pelo partido no distrito.

Surripiado ao Diário de Leiria



terça-feira, 17 de agosto de 2010

Férias em Agosto, necessidade ou saloiice Nacional?

Quando se escreve num blogue e neste caso um blogue colectivo, deveríamos ter algum cuidado em não ferir as susceptibilidades dos visitantes. Naturalmente que procuro ter algum cuidado nesse sentido e peço que os espíritos mais sensíveis não levem à letra algumas coisas que a seguir irão sair deste teclado vitima de alguma “raiva” que não é de agora, mas que hoje está mais assanhada.
Recentemente manifestei aqui o meu apoio a duas deputadas Socialistas (por acaso independentes) que se atreveram a elaborar um projecto de lei que tinha por objectivo juntar os feriados susceptíveis de provocar “pontes” aos fins de semana, com o objectivo de reduzir a quebra de produtividade originada pelas mesmas. Claro que o projecto não foi avante e vozes de bloguer amador não chegam ao “Céu”.

Hoje quero protestar ( isso mesmo, protestar) contra umas das grandes saloiices nacional que é a de meio mundo tirar férias em Agosto. Sim meio Portugal a propósito e despropósito (grande parte só porque os outros também tiram) está de férias. Vamos ao banco, a uma repartição publica, queremos marcar uma escritura, até nos notários, recentemente privatizados, precisamos duma revisão no nosso veículo ou duma peça para o mesmo, pimba, népias, nada como dantes (ou seja antes de Agosto) Se precisamos, dum pintor, dum serralheiro, dum electricista e afins, nada. Se o quisermos fazer por nossa conta e risco e formos à loja habitual, lá está uma tabuleta “encerrado para férias”. Se temos um problema no tribunal e quisermos saber como está, também não e se procurarmos o advogado a quem entregámos o assunto, também está de férias… idem…idem …aspas…aspas.

Provavelmente até parece que sou contra as férias, claro que não. Considero as férias não só um direito como uma necessidade de quem trabalha o ano inteiro. Mas será que tirando as situações especificas em que há conveniência em que as mesmas sejam num determinada altura especifica, no resto, terá que ser mesmo assim?
A mim parece-me que esta questão (férias em Agosto) está a ficar parecida com aquela treta (variação minha) “quem não vai ao futebol não é bom chefe de família “.

Salva-nos o facto dos nossos políticos aproveitarem “bem” , as férias para preparar as reentrés com uma chuva de ideais novas para animarem os nossos tão desanimados alentos.

E não é, que estou quase, quase Convencido...

Revista de Imprensa


Obras de 2,2 milhões de euros vão requalificar praia do Pedrógão

A Câmara Municipal de Leiria vai investir 2,2 milhões de euros na requalificação da marginal da única praia do concelho, o Pedrógão, disse hoje à agência Lusa o vereador da autarquia Lino Pereira.
“O investimento quer dar uma nova imagem ao Pedrógão e aumentar o número de visitantes”, afirmou Lino Pereira, vereador com o pelouro das Obras Municipais, acreditando que os trabalhos, depois de concluídos, vão “ajudar a promover a praia”.

Para o responsável, trata-se de um “investimento estratégico já previsto há algum tempo”, que se desenrola numa área com cerca de seis hectares e “pretende criar uma imagem espacial e ambiental de qualidade”.

A criação de mais área pedonal é uma das imagens de marca do projeto, que contempla, na marginal da praia, um “calçadão”, mas também outras áreas de lazer, acompanhadas do respetivo mobiliário urbano, para que as pessoas as possam fruir, explicou o vereador.

Lino Pereira adiantou que em paralelo vai decorrer o “ordenamento do estacionamento automóvel”, estando igualmente previstas novas regras de circulação viária para acabar com estrangulamentos, sobretudo em dias de maior afluência à praia.

O vereador disse esperar que à intervenção no espaço público, que responde ao “crescimento” da estância balnear, suceda a melhoria no espaço privado.

“Se a parte pública der o sinal, os privados vão atrás”, considerou o responsável, reconhecendo que a regeneração urbana é um trabalho que deve abranger todos.

O concurso público para o investimento vai ser lançado no próximo mês, acrescentou Lino Pereira, referindo que as obras devem começar até seis meses após a publicação do concurso.

O autarca admitiu que as obras podem vir a ter financiamento, dado estar em curso a “reavaliação de algumas candidaturas” da autarquia a fundos comunitários, situação que impede neste momento o anúncio da percentagem que poderá ficar afeta à requalificação da marginal da praia do Pedrógão.

O prazo de execução dos trabalhos é de 15 meses, estando prevista a sua suspensão entre junho e setembro do próximo ano durante a época balnear, declarou o vereador.

Surripiado ao "Região de Leiria"

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Até que não é má ideia!

Rádio local paga dívidas dos ouvintes
00h15m
Emília Monteiro

Para "combater a crise", uma rádio de Guimarães está a arranjar patrocinadores para pagar as dívidas dos ouvintes. Em troca do pagamento das contas, as empresas recebem publicidade gratuita. Quem precisa de ajuda tem de provar.

A Rádio Santiago, uma rádio local de Guimarães, lançou uma iniciativa que pretende por os seus anunciantes a “patrocinar” o pagamento das dívidas dos ouvintes. Na prática, os ouvintes são convidados a entregar as contas nas instalações do Grupo Santiago que, além da rádio, possuiu dois jornais, uma revista e uma agência de comunicação.

“Os ouvintes entregam provas de que têm contas em atraso e provam também que não têm formas de as liquidar”, disse, ao Jornal de Notícias, Handel de Oliveira, director do grupo.

Todos os casos serão analisados pelos responsáveis pela rádio. ?Os casos que consideramos mais graves vão ser apresentados aos nossos anunciantes?, referiu ainda a mesma fonte.
Os anunciantes que aceitam pagar as dívidas dos ouvintes recebem, em troca, publicidade na rádio.

“É uma forma de combater a crise e ajudar quem precisa”, frisou Handel de Oliveira.

A rádio já começou a emitir anúncios a divulgar a iniciativa mas a “vergonha” em expor os problemas financeiros poderá ser um entrave aos pedidos de ajuda. As contas entregues pelos ouvintes apenas serão do conhecimento dos responsáveis pela rádio local e das empresas”patrocinadoras” que vão pagar as facturas em troca de publicidade.

Gamado ao Jornal de Noticias
Mais uma semana na solidão, esta coisa do pessoal tirar todo (ou quase) férias em Agosto devia ser proibida, irra!


O desenho não é da minha autoria (como é evidente) foi gamado algures na internet.

domingo, 15 de agosto de 2010

A ler Saramago (3)



Terra do Pecado

Terra do Pecado foi o primeiro romance publicado por José Saramago, em 1947, pela Editorial Minerva, ano em que nasceu sua filha, Violante. Com a publicação de Levantado do chão, em 1980, Saramago ganha notoriedade e, na década de 1990, seu primeiro romance, que havia sido esquecido e rejeitado, volta a figurar entre suas grandes publicações do final do século passado, conquistando seu devido espaço.[1]
Em entrevista ao jornal lisboeta O Independente, em 17 de maio de 1991, dizia o escritor sobre este seu primeiro romance:
"Escrevi o meu primeiro livro aos 25 anos, em 1947. Chamava-se a "Viúva". Foi publicado pela Minerva, mas o editor achou que "A Viúva" não era um título comercial e sugeriu que se chamasse "Terra do Pecado". Pobre de mim, queria era ver o livro editado e assim saiu. De pecados sabia muito pouco e, embora a história comporte alguma actividade pecaminosa, não eram coisas vividas, eram coisas que resultavam mais das leituras feitas do que duma experiência própria. Não o incluo na minha bibliografia, apesar de os meus amigos insistirem que não é tão mau como eu teimo em dizer. Mas como o título não foi meu e detesto aquele título... Acho que é por isso que resisto a aceitá-lo. Um dia, quem sabe se não reconhecerei a paternidade uma vez que há por aí exemplares. Ainda outro dia encontrei um, numa dessas bancas em segunda mão, e paguei por ele oito contos. Com desconto, porque o homem reconheceu-me e abateu-me quinhentos escudos. Um preço completamente disparatado e exorbitante.[2]"
Referências
Pequena crítica sobre Terra do pecado
Terra do Pecado
Este texto foi retirado da Wikipédia

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Desabafos...

Não sendo um conhecedor da história, ao ponto de me pôr a descrever a cronologia e o evoluir do comportamento das “massas” em relação ao conjunto de acontecimentos que marcaram a nossa “evolução” politica nas últimas 4 décadas. Há um que me parece ter-se perpetuado no tempo e atingindo, quase que uma paranóia nacional nestes últimos meses.
Trata-se de dividir os Portugueses nos “do contra e nos dos a favor”.

Argumento técnicos jurídicos à parte, mais éticas e jurisprudências, nota-se uma tendência para mandar às malvas as citadas, por parte de algumas forças politicas e o entrincheiramento nessas questões por outras. Sinto que se está a querer reduzir à discussão politica, o argumento técnico jurídico, isto é, só discute política quem tem formação “ técnico científica para o fazer” o que reduziria drasticamente o número de pessoas habilitadas a discutir politica. Mais, para simples opinadores, como é o meu caso, que ainda por cima, se atreve a ir deixando por aí algumas opiniões, será caso para dizer a mim próprio, qualquer coisa do tipo “tem mas é juízo”.
Ora bem, como comecei a ter opiniões politicas nos tempos (perdoem-me a imodéstia) em que no meio, os “intelectuais” eram raros e os “analfabetos” abundavam, onde dei os primeiros passos na actividade politica e segundo reza a história foi nos meios operários e camponeses que nasceu a aliança com os militares que fez com que em Portugal houvesse a 25 de Abril de 1974 uma revolução que pôs termo a 48 de ditadura fascista, vou continuar, enquanto isso me for permitido a opinar e se um dia o não for, provavelmente ainda sou capaz de escrever umas letras garrafais numa qualquer parede a jeito, do tipo “ABAIXO QUALQUER COISA”.

Isto para dizer que a discussão politica está hoje limitada ao Parlamento e respectivas comissões parlamentares, eventuais e extraordinárias, passando o restante pelos média, onde surgiu uma nova classe profissional (os comentadores) que segundo parece é das profissões mais bem pagas, a seguir aos jogadores de futebol (é evidente que me refiro aos craques, quer numa, quer noutra). Claro que também há a blogosfera, mas aí há “pano para mangas” que não dá para desenrolar neste post.

Mas a questão que queria deixar, era esta? Onde podem dar a sua opinião os que não tem os meios referidos à sua disposição? Têm que esperar pelas próximas eleições? Têm que esperar que uma qualquer central sindical promova uma manifestação? Sim nós os pagantes (os que ainda conseguimos) vamos andando por aí caladinhos como ratos, ou à espera que nos calhe na rifa o direito a responder a uma qualquer sondagem e aí sentirmos que “até que enfim alguém me pergunta qualquer coisa?”.

Bom fim de semana

Revista de Imprensa

Vieira de Leiria recorda Lúcio Tomé Feteira com carinho

O industrial Lúcio Tomé Feteira, falecido em 2000, aos 98 anos, é recordado pelos mais velhos na terra Natal, Vieira de Leiria, como um benemérito que ajudou famílias necessitadas e legou grande parte da fortuna a obras sociais.
"Havia muita gente, famílias daqui e parentes afastados, que viviam com dificuldades e ele sustentava-os. Nunca fez alarde disso", disse à agência Lusa Paulo Vicente, vereador da autarquia da Marinha Grande e presidente da junta de Vieira de Leiria durante 20 anos.
As ajudas, explica, provinham de uma conta bancária "destinada só a beneficência", abastecida pelas rendas de prédios e terrenos do empresário.
Dessa conta saía, por exemplo, "uma quota mensal de 100 contos" (500 euros) destinada à Biblioteca de Instrução Popular da Vieira de Leiria, projecto de combate ao analfabetismo do qual Lúcio Feteira foi sócio fundador.
A acção benemérita estendeu-se a obras sociais da Igreja e escolas - como o Jardim dos Pequenitos - um jardim de infância baptizado com o nome de Inácia da Piedade Sequeira, mãe de Lúcio ou a duas cantinas escolares a que foi dado o nome de Olímpia, a mais nova dos 11 irmãos do industrial.
"Ajudava muita gente, mas não badalava a ajuda que dava ou deixava de dar. Às vezes, os irmãos davam todos em conjunto", reforça Albano Feteira, sobrinho de Lúcio.
Albano recorda a juventude "difícil" do tio, que, tal como os sete irmãos homens, foi "empregado manual" na empresa de limas União Tomé Feteira, fundada em meados do século XIX.
Lúcio não seguiu o negócio familiar - embora entre 1931 e 1941 tenha assumido uma quota na empresa - e "progrediu" na indústria do vidro, frisa Paulo Vicente.
"Ele pouco ou nada tinha a ver com as limas. Casou com a filha de um fabricante de vidraças da Vieira, que possuía uma fábrica de vidros na Guia".
O sogro, continua Paulo Vicente, "deu-lhe a administração da fábrica", precursora da Companhia Vidreira Nacional (COVINA), que viria a fundar em Santa Iria da Azóia.
O industrial manteria, no entanto, a ligação a Vieira de Leiria, onde presidiu à autarquia local na década de 1930, quando o património das antigas juntas paroquiais era disputado pelas recentes juntas de freguesia.
"Aceitou presidir à Junta para resolver esses problemas. E devolveu o património à Igreja", revela Paulo Vicente.
O vereador, que conheceu Lúcio Feteira, garante que o empresário "teve sempre uma relação muito boa" com a terra Natal, apenas interrompida pela agitação social ocorrida no 25 de Abril.
Outra das mágoas de Lúcio Feteira, assegura, foi a nacionalização da COVINA e a proposta de indemnização feita, anos mais tarde, pelo Governo de Cavaco Silva.
"Nunca perdoou a Cavaco Silva a indemnização que lhe propuseram pela COVINA, disse-mo a mim", sublinhou.
Segundo Paulo Vicente, data dessa altura, igualmente, algum "esfriar de relações" com o empresário João Rocha, sócio de Lúcio Feteira em diversos investimentos, como o Hotel Júpiter, na Praia da Rocha, Algarve.
A reaproximação do industrial a Vieira de Leiria deu-se na década de 1990 e, no seu testamento, o industrial deixou 80 por cento do dinheiro que tinha para a constituição de uma fundação com fins culturais e sociais, a denominar Família Feteira, que seria criada pela junta de freguesia na Quinta da Carvalheira.
"Ainda não houve partilha de bens, não se sabe qual o montante disponível. Mas o dinheiro que existe devia voltar todo à herança, há fundos para a constituição da fundação", advoga Paulo Vicente.
A história de Tomé Feteira tornou-se pública nos últimos dias por causa da disputa da herança entre os herdeiros e a mulher com quem viveu durante muitas décadas, Rosalina Ribeiro, que foi assassinada no Brasil em Dezembro de 2009.
Surripiado ao Diário de Leiria

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Aproveitem que é Borla...


Dia Internacional da Juventude

10-08-2010

A Câmara Municipal da Marinha Grande assinala o Dia Internacional da Juventude, que se celebra a 12 de Agosto, com entradas gratuitas nos museus municipais para todos os jovens até aos 25 anos.

O objectivo desta iniciativa é fomentar nos jovens a apetência cultural, social e turística. O Instituto Português da Juventude conjuga assim esforços com a autarquia para poderem proporcionar aos jovens dos 12 aos 25 anos um dia institucionalizado e diferente.

Visite os Museus da Marinha Grande

O Museu do Vidro
O Museu do Vidro, instalado no Palácio Stephens, na Marinha Grande, é uma instituição permanente, que reúne colecções que testemunham a actividade industrial, artesanal e artística vidreira portuguesa, desde meados do século XVII/XVIII até à actualidade. Trata-se do único museu especificamente vocacionado para o estudo da arte, artesanato e da indústria vidreira em Portugal.

Museu Joaquim Correia – Apresentação
O Museu Joaquim Correia, no Largo 5 de Outubro, na Marinha Grande, consagra a obra de um dos maiores expoentes no campo da criação artística do concelho da Marinha Grande, o Professor Escultor Joaquim Correia. É constituído por obras realizadas e doadas pelo autor e família à Câmara Municipal da Marinha Grande, para fruição e enriquecimento do património cultural.

O acervo do Museu Joaquim Correia é constituído por várias colecções de obras de arte e por estudos, criados pelo escultor. Constam bustos, estátuas em bronze e gesso com e sem policromia, medalhas, desenhos e pinturas.

Casa-Museu Afonso Lopes Vieira
A Casa-Museu Afonso Lopes Vieira situa-se na Rua Dr. Adolfo Leitão, em São Pedro de Moel. Está instalado num edifício residencial principal situado junto ao mar.
A casa constitui em si um testemunho literário da obra de Afonso Lopes Vieira, na medida em que possui diversos elementos decorativos bem como alguns exemplares da sua obra literária. Aqui poder-se-á também assistir a exposições temporárias, alusivas à obra e vida do poeta.

Surripiado no site da Camara Municial da Marinha Grande

Revista de Imprensa

Marinha Grande lidera distrito no poder de compra

À semelhança de 2005, dados do Instituto Nacional de Estatística mostram que Marinha Grande, Caldas da Rainha e Leiria são os concelhos do distrito com maior poder de compra, sendo que todos os municípios da região se encontram abaixo da média nacional

Marinha Grande é o concelho do distrito com maior poder de compra, logo seguido das Caldas da Rainha e Leiria, segundo o Instituto Nacional de Estatística, que volta a colocar a região abaixo da média nacional.
Segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), referentes ao poder de compra concelhio, e agora divulfados - referentes ao ano de 2007 -, dos 308 concelhos analisados, a cidade vidreira surge no 37.o lugar, com uma média de 101,99 valores, logo seguida das Caldas da Rainha, em 40.o e com 99,92, e Leiria, em 41.o, com 99,87.
Aliás, os três concelhos são os mesmos que, em 2005, também apresentavam o maior poder de compra na região.
Os dados do INE colocam Nazaré em 65.o lugar (89 valores), seguido dos concelhos de Peniche (72.o- 87,36), Alcobaça (88.o - 82,78), Batalha (89.o - 82,71), Bombarral (120.o - 75,86), Óbidos (121.o - 75,81), Pombal (128.o - 73,80), Porto de Mós (153.o - 67,87), Ansião (193.o - 62,58), Castanheira de Pera (211.o - 59,93), Pedrógão Grande (222.o - 58,61), Alvaiázere (228.o - 58,33) e Figueiró dos Vinhos (242.o - 55,61).
Analisando também o concelho de Ourém, que apesar de não integrar o distrito leiriense, integra a Comunidade Urbana de Leiria, verifica-se que aquele município apresenta uma média de 74,17, o que o coloca na 127.a posição nacional.
Mantendo os valores abaixo da média nacional, os dados do INE concluem ainda que apenas os concelhos de Peniche, Porto de Mós e Castanheira de Pera aumentaram, ligeiramente, o seu poder de compra, ao passo que, todos os restantes municípios diminuíram nesta área.
No panorama nacional, a Região de Lisboa congrega seis dos 15 concelhos portugueses com maior poder de compra do País, sendo que apenas quatro dos 18 municípios da região estão abaixo da média nacional.
Na lista dos concelhos com maior poder de compra, destacam-se também, no território metropolitano do Porto, os municípios do Porto (3.o), São João da Madeira (12.o) e Matosinhos (13.o).
Faro, Porto Santo, Coimbra, Funchal, Aveiro e Sines completam a lista dos 15 concelhos de Portugal com maior poder de compra por concelho.
O indicador pretende caracterizar os municípios "sob o ponto de vista do poder de compra, numa acepção ampla, a partir de um conjunto de variáveis", esclareceu o INE à agência Lusa.
O vencimento salarial, contratos imobiliários e o número de automóveis são algumas das variáveis em questão.
No que respeita à escolha das variáveis, o INE refere que "embora todas as variáveis se encontrem associadas ao poder de compra, nenhuma pode ser considerada uma sua representação fiel" já que, "se assim fosse, não seria necessário recorrer a uma metodologia de análise multivariada".
Em 2007, dos 308 municípios portugueses, apenas 39 superavam o poder de compra per capita médio nacional enquanto que, na edição de 2005 do estudo do INE, eram 43 os municípios em que tal se verificava, sublinha a entidade.
No lado oposto, no mesmo ano eram 21 os municípios com um poder de compra per capita manifestado inferior a 50 por cento da média nacional, ao passo que em 2005 apenas 17 estavam nesta situação. Desta análise emerge, diz o INE, "a existência de assimetrias internas particularmente acentuadas na região Norte, entre a faixa Litoral e o Interior".
O Indicador per Capita (IpC) do poder de compra corresponde ao factor com "maior poder explicativo extraído da análise factorial" e "pretende traduzir o poder de compra manifestado quotidianamente, em termos per capita, nos diferentes municípios ou regiões, tendo por referência o valor nacional", nota o INE.

Poder de compra continua a diminuir
Em 2005, os dados do INE colocavam os 16 concelhos do distrito abaixo da média do País. Mais próximo da média nacional encontrava-se o concelho de Caldas da Rainha, com 96,06 valores, seguido da Marinha Grande (94,50) e de Leiria (93,95), o que colocavam aqueles municípios, num total de 308 concelhos, nas 33.a, 36.a e 39.a posições, respectivamente.
Muito atrás seguiam os restantes 13 concelhos do distrito, ocupando os seguintes valores e posições nacionais: Nazaré (80,99 valores - 70.a posição); Batalha (77,72 - 82.a); Alcobaça (76,55 - 85.a); Peniche (74,44 - 95.a); Porto de Mós (70,31 - 121.a); Bombarral (68,65 - 133.a) Óbidos (67,23 - 141.a); Pombal (67,01 - 142.a); Castanheira de Pêra (62,30 - 172.a); Ansião (60,96 - 181.a); Alvaiázere (57,70 - 251.a); Pedrógão Grande (55,72 - 262.a) e Figueiró dos Vinhos (53,89 valores - 242.a posição).
Analisando ainda Ourém, o município apresentava uma média de 66,05, equivalente à 145.a posição nacional.

Surripiado ao "Diário de Leiria"

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Parabens!



Um blogue pode servir para muita coisa, até para dar os parabéns a um amigo.
Estranho é que em cerca de 40 anos que nos conhecemos, nunca lhe dei os parabéns, nem sequer sabia a data do seu aniversário, mas recentemente, até para responder a algo aqui no largo, fiz uma pesquisa e registei o seu aniversário e olhem, aqui vai a minha prenda "que pretende ser simbólica" com um abraço.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

A ver o Rabo dos outros a Arder...


Num País, onde segundo se diz há especialistas com doutos conhecimentos em todas as matérias susceptíveis de solucionar em cada uma delas os problemas inerentes, para quê um verdadeiro leigo na matéria estar a meter-se onde não é chamado. Talvez porque não tenha mais nada que fazer.
Ouvi hoje, que o nosso exército mandou para a zonas mais afectadas pelos incêndios 10 pelotões de militares ou seja 250 Homens , pouco mais de que, pelas minha minhas contas, de 1% do total de efectivos. Pronto, para esta “guerra” podemos contar com o nosso exercito.
Também continua a estar presente e cada vez com mais consistência, a ideia de que grande parte dos incêndios, são provocados por mão humana, muitas das vezes com intuitos criminosos.
Ora bem! Para quem vive e trabalha nas imediações duma base aéria provida dos melhores equipamentos de vigilância diurna e nocturna com aviões capazes de ver mesmo de noite qualquer criminoso e mandar-lhe um balázio (estou a lembrar-me duma reportagem que vi) e não a defender que se dispare assim de pé para a mão (mas também, há balas de borracha, que não matam mas apoquentam.
Então e o custo? De Borla. Sim de borla. Eu explico. Para manter uma esquadrilha de aviões operacionais é necessário voar todos os dias para manter o equipamento mecânico e humano operacional, esse treino tem limites mínimos (fala quem leva com este bichos barulhentos em cima todos os dias e noites a toda a hora) então porque não juntar o útil ao necessário, há, eu cá se andasse para deitar o fogo ao terreno do meu vizinho para me vingar dele ter mudado os marcos para me roubar 1 m2 de terreno, pensava 2 vezes, se soubesse que podia ter a centenas de metros de altitude um sofisticado F16 a vigiar-me e sujeitar-me a levar com um balázio, mesmo de borracha. Chiça!

Revista de Imprensa

Comboios: Petição pela modernização da Linha do Oeste atinge as quatro mil assinaturas
08/08/2010 11:10

O Bloco de Esquerda (BE) considera cumpridos os objetivos de recolha de assinaturas da petição para a discussão no Parlamento da modernização e requalificação da Linha do Oeste, disse à Lusa O deputado Heitor Sousa.“Estamos praticamente no objetivo das quatro mil assinaturas, com 3950 já contabilizadas e ainda por contabilizar algumas recolhidas em Peniche e Torres Vedras” afirmou o deputado bloquista que nas últimas semanas efetuou ações de recolha de assinaturas em várias praias do Oeste.A “Petição pela requalificação e modernização da infraestrutura e pela introdução de um serviço ferroviário de qualidade na Linha do Oeste” foi lançada pelo BE, mas assume-se como um documento supra partidário que conta entre os promotores representantes do PS, PSD E CDS-PP.O documento colocado on-line em janeiro alerta para a “ degradação constante dos padrões da oferta” na linha que “corre o risco de desaparecer” já que “nunca se modernizou e a CP tem vindo a reduzir serviços, a pretexto da sua fraca utilização”.No total, 1027 pessoas assinaram on-line o documento que os signatários pretendem levar a discussão na próxima sessão legislativa (a partir de 15 de setembro) para que a Assembleia da República (AR) recomende ao Governo um conjunto de investimento estratégicos para a linha.Os subscritores defendem a requalificação da linha através da sua duplicação, eletrificação e correção de traçado para permitir a circulação de comboios rápidos de passageiros inter-cidades e um serviço de mercadorias eficiente. Um serviço de transporte “com adequados níveis de frequência, conforto e qualidade, garantindo-se que, pelo menos entre Lisboa-Leiria, o tempo direto de viagem não ultrapasse os 70 minutos” é outra das reclamações dos signatários que exigem um serviço de transporte regular para todos os concelhos (nomeadamente, Torres Vedras, Bombarral, Óbidos, Caldas da Rainha, Nazaré, Alcobaça, Marinha Grande, Leiria, Figueira da Foz e Coimbra).Às assinaturas on-line e às recolhidas pelo BE deverão ainda juntar-se as recolhidas pelos restantes partidos subscritores “que se comprometeram a arranjar pelo menos mil assinaturas cada um” explica Heitor de Sousa.Independentemente do número de assinaturas ainda por contabilizar, Heitor de Sousa assegura já estar ultrapassada a meta dos quatro mil subscritores, ficando para depois das férias o agendamento da data em que a petição será entregue na AR.DYA
***Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico***
Surripiado à Lusa (via Sapo e rádio batalha)

domingo, 8 de agosto de 2010

A ler Saramago (2)

Num país qualquer, num dia chuvoso de votação, poucos eleitores compareceram para votar, durante a manhã. As autoridades eleitorais, preocupadas, chegaram a supor que haveria uma abstenção gigantesca. À tarde, quase no encerramento da votação, centenas de milhares de eleitores compareceram aos locais de votação. Formaram-se filas quilométricas, e tudo pareceu normal. Mas, para desespero das autoridades eleitorais, houve quase setenta por cento de votos em branco. Uma catástrofe. Evidentemente que as instituições, partidos políticos e autoridades, haviam perdido a credibilidade da população. O voto em branco fora uma manifestação inocente, um desabafo, a indignação pelo descalabro praticado por políticos pertencentes aos partidos da direita, da esquerda e do meio. Políticos de partidos diferentes, mas de atuações iguais, usufruindo de privilégios que afrontavam a população. Os eleitores estavam cansados, revoltados. Os governantes, sentindo-se ameaçados, trataram de agir em nome da ordem, perseguindo, prendendo, maltratando, eliminando. Alguns que viveram os horrores da cegueira branca, novamente sofreram. Os governantes, preocupados em salvar a própria pele, em garantir o poder, não perceberam que a cegueira branca de outrora, demonstrativo de que há muito o homem estava cego, tinham paralelo com o voto branco de agora, indicativo de que a população não perdera a lucidez. Estranhamente, não houve uma mobilização para o facto.
A partir daqui desenvolve-se a trama do livro: o governo e as autoridades deixam a cidade entregue a si própria, abandonando-a e isolando-a. Acabarão por entrar em cena os mesmos personagens da obra Ensaio sobre a cegueira, pelo que se aconselha o leitor a fazer uma leitura desta obra antes de proceder à leitura de Ensaio sobre a Lucidez. Neste livro, Saramago desenvolve uma crítica mordaz às instituições do poder político: sob a democracia podem estar vetores de natureza autoritária - lúcido é quem os enxerga. Nas eleições legislativas de 2004 em Portugal, algumas organizações apelaram ao voto em branco, aparentemente na sequência da ideia de Saramago.

sábado, 7 de agosto de 2010

Suplemento - As Mais Belas Praias de Portugal



PRAIA DA VIEIRA



Situada no limite norte de concelho da Marinha Grande, a pitoresca Praia da Vieira é conhecida pelas suas tradições piscatórias e pela sua gastronomia (como a foto bem documenta).
Para quem vem de norte (A17) ou de sul (A8), pode sair em Monte Real e seguir as indicações. Para quem vem de leste (via Leiria) pode seguir até à Marinha Grande e na Rotunda do Vidreiro vira para norte, seguindo depois as indicações.

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Intervalo (4)

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

O FUTURO AOS ZIG-ZAGS


Há pouco mais de dezasseis anos, no período pré-eleitoral das autárquicas de Dezembro de 1993, um conjunto alargado de personalidades, onde avultavam os mais prestigiados militantes do Partido Socialista, muitos independentes ligados à educação, ao desporto, à cultura, às artes, mas também a áreas do Ordenamento do Território e ao tecido empresarial, souberam juntar-se, trocar ideias, definir metas e escolher caminhos, que transpuseram para o papel, na forma de um Programa Estratégico para o Concelho da Marinha Grande, para concretizar num horizonte temporal de 10 anos.
Neste Plano para uma década, foi feito o “desenho” de um modelo de cidade e de desenvolvimento estratégico, muito detalhado, que foi compreendido e aceite pelos marinhenses e Vieirenses que escolheram o PS para governar a autarquia e ficaram com uma ferramenta que lhes permitia escrutinar a governação do Concelho e avaliar o grau de execução dos seus autarcas.
Não foi, portanto, um conjunto de promessas feitas por alguns iluminados. Foi um compromisso do Partido Socialista, baseado na colaboração empenhada de muitos marinhenses e, se é verdade que nem tudo foi feito nos três mandatos consecutivos, não é menos verdade que a Marinha Grande e Vieira de Leiria sofreram grandes transformações que deveriam ter continuidade, mesmo considerando 4 anos de interrupção introduzida pela vitória da CDU em 2005.
Percebe-se que a CDU tenha posto em causa tudo o que vinha detrás e não era de sua paternidade, mas já se percebe mal, recuperada que foi a Câmara pelo PS, que os actuais responsáveis se percam em derivas que podem comprometer, irremediavelmente, os objectivos que foram definidos com alargados consensos, ao longo do tempo.
Com o argumento da escassez de recursos financeiros, altera-se o projecto acabado e pago, para o Edifício da Resinagem, retirando os cinemas, que deveriam ser uma das importantes âncoras para trazer população para o Centro, especialmente jovens, dando-lhe vida nocturna e animação.
No entanto, desperdiça-se o investimento feito no novo Mercado, sem sequer testar a viabilidade do seu funcionamento, gorando as expectativas criadas aos comerciantes do Centro Comercial Atrium que compraram as suas lojas no pressuposto de que o Mercado aí iria funcionar e pensa-se em construir outro, que saltita da FEIS para os Estaleiros ou para qualquer outro virtual lugar, sem referir uma única vez quanto custaria construir um novo e onde se iria buscar o dinheiro.
Desde há muitas décadas e por iniciativa da CDU (e bem), foi feito, aprovado por unanimidade e publicado em Diário da República, o Plano de Pormenor da Zona Desportiva, que contempla um conjunto alargado e coerente de equipamentos desportivos e constitui, só por si, uma carta de Ordenamento do nosso espaço urbano, que não pode ser violada sem a sua prévia alteração nos termos da Lei.
Já não chegava a coligação CDU/PSD ter lá instalado um mercado em tendas, mas com infra-estruturas no solo ilegais, para agora termos em cima da mesa a discussão sobre a possibilidade de retirar o Complexo de Piscinas da Zona Desportiva, para as construir, hipoteticamente, no património Stephens. Também neste caso, já em 2001, havia um projecto feito pelo Engª. Filipe Bandeira, que combinava o equilíbrio entre o custo, a eficiência e a harmonia do conjunto, sem a ostentação de soluções luxuosas, caras e inúteis. Argumentar que as piscinas seriam pólo de atracção de pessoas ao Centro da cidade é desconhecer, em absoluto, que estes equipamentos são usados estritamente para o fim a que se destinam e quem deles se serve, vai equipado de fato de treino, sai de toalha ao ombro e regressa a casa, em percurso directo.
Finalmente, esta semana, foi-me anunciado que estava em marcha a “machadada” final na recuperação do Centro Histórico. A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários, entidade que me merece o maior respeito, por falta de resposta da Autarquia, prepara-se para tomar posse por usucapião do terreno da FEIS onde está instalada, desde 1981, no edifício mais feio da Marinha Grande, para lhe ser possível apresentar uma candidatura ao QREN, superior a 400.000,00€, para remodelação e ampliação do Quartel.
Quer isto dizer, que o que estava previsto no Programa Polis, demolição integral do mamarracho, parque de estacionamento subterrâneo e jardim por cima, irá às urtigas e o terreno que está destinado ao novo quartel, no Plano de Pormenor do Casal do Malta, perto do Santos Barosa, da BA e da Zona Industrial, para o qual já existia um estudo prévio e um programa discutido com a AHBV da altura, ficará para criar pasto a algumas ovelhas que por ali se alimentam.
Eu não percebo como é possível ter-se elaborado, discutido e aprovado um Plano de Salvaguarda para o Centro Tradicional e, ao mesmo tempo, querer encaixar uma piscina e um Quartel ainda maior no coração da nossa cidade. Igualmente não percebo para que serve um PP que prevê um novo Quartel, para decorridos poucos anos se decidir ao contrário. Também continuo sem perceber porque é que se constrói um Mercado, após alargadas discussões, quer no seio do PS, quer na Assembleia Municipal, quer na Câmara, onde sempre foi aprovado, para o deixar cair porque alguns, com interesses políticos e económicos directos interpuseram uma providência cautelar e outros intervenientes na política local berram mais alto, sem ao menos fazer o teste da funcionalidade. Aconselho vivamente os descrentes militantes, que visitem o Mercado da Baixa do Funchal, o do Bulhão, o de Picoas que serviu de modelo ao Atrium e tantos outros e nos expliquem porque é que os comerciantes de lá não querem sair, mesmo sem elevadores, nem escadas rolantes, sem um lugar de estacionamento disponível, sem cargas e descargas e todos a funcionar em mais do que um piso.

Armando Constâncio
Texto recebido por email (a ser publicado na edição de amanhã no Jornal da Marinha Grande)



Revista de Imprensa




Pedreira do Galinha poderá ser Património Mundial

A decisão do Comité do Património Mundial de voltar a analisar numa próxima reunião a candidatura dos sítios dos icnofósseis dos dinossáurios da Península Ibérica foi considerada positiva pelos representantes de Portugal. A candidatura dos 'Icnitos de Dinossáurios da Península Ibérica' inclui oito jazidas em Espanha e três em Portugal, entre as quais a Pedreira do Galinha - na Serra de Aire, Ourém -, Vale de Meios e Pedra da Mua. Numa das trilhas em território português é possível ver pegadas de uma família de dinossáurios, havendo vestígios de dois adultos e três jovens animais.
"Partimos de um 'não' para um 'sim', só não sabemos o quando", afirmou à Lusa o embaixador Fernando Andresen Guimarães, presidente da Comissão Nacional da Unesco. Na avaliação do representante português, a decisão da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) reconhece o trabalho científico já realizado e abre um nova etapa no processo da candidatura, que permitirá a demonstração inequívoca do seu valor universal.
Portugal e Espanha vão preparar um seminário internacional de peritos, com a participação da União Mundial para a Conservação da Natureza (IUCN) e de representantes de outros países, provavelmente no início de 2011, para chamar a atenção para os icnitos de dinossauros da Península Ibérica.
"Os icnofósseis são uma candidatura extremamente interessante, moderna, dinâmica, diferente e, por isso mesmo, mais difícil", afirmou Andresen Guimarães, lembrando a resistência de alguns paleontólogos em reconhecer as pegadas dos dinossauros para o interesse mundial.
"Alguns paleontólogos estão mais atentos aos fósseis de dinossauros quando se trata de jazidas com ossos", explicou. "Mas houve muito interesse nesta candidatura. Foi-nos pedido para estudar um pouco melhor a questão da articulação entre os vários sítios e a questão da declaração do valor universal excepcional", adiantou.
Após a 34.a Sessão do Comité do Património Mundial, que encerrou ontem, a lista dos bens de valor universal excepcional passou a contar com 911 sítios. Portugal está presente com 13 sítios inscritos, aos quais se acrescentam 24 outros bens de origem portuguesa espalhados pelo mundo.

Pegadas de dinossáurios com milhões de anos

A jazida paleontológica que ficou conhecida como a Pedreira do Galinha é famosa pelas suas pegadas de dinossáurios, sendo considerado o maior trilho do mundo de pegadas de animais herbívoros. Apresenta mais de 20 pistas de diferentes animais, algumas delas com mais de 100 metros de extensão. Nessas pegadas da Serra de Aire encontram-se alguns dos melhores exemplos de trilhos de Saurópodes - dinossáurios herbívoros, quadrúpedes - tinham uma cabeça pequena e um pescoço e uma cauda muito longos. O seu corpo, de elevado porte, era suportado por membros grossos e possantes, ostentando, em cada polegar dos membros anteriores e posteriores ('mãos' e 'pés') uma unha afiada ou garra. Para além da elevada extensão de pistas, aquela jazida caracteriza-se por apresentar uma excelente conservação das referidas impressões, o que lhes confere um invulgar valor científico e pedagógico.
A jazida é constituída por uma superfícies rochosa de 60.000 metros quadrados, onde é possível observar várias centenas de pegadas organizadas em cerca de duas centenas de pistas com impressões das extremidades dos membros anteriores e posteriores, que testemunham a sua passagem de grandes animais quadrúpedes naquele local há milhões de anos.

Surripiado ao Diário de Leiria

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Uma calhandrice é uma calhandrice...

Sem me preocupar muito em pesquisar o real significado de "calhandrice" parto do principio que o termo é tão comum que todos o entendemos, é assim como uma espécie de "ouvi dizer" mas não sei bem a quem.
Ora eu tambem ouvi dizer, assim de passagem, que depois de estudos, projectos, planos directores, acordos e mais não sei quantas demarches necessárias. uma das mais importantes instituições da nossa terra (a actual direcção) se prepara para mandar às malvas tudo o que foi combinado para aí na ultima duzia de anos e segundo também me pareceu ouvir, assim de "esguelha" os responsáveis autárquicos, como o "bago" anda por baixo, já parecem ter dado o "nim".

Pronto não me venham fazer mais perguntas, esta é mesmo uma calhandrice, para ver se animamos o verão.

Pôr do Sol nas Pedras Negras...


Como não sou um dos "sortudos" que neste momento gozam férias,
diga-se de passagem que até não me chateio nada, vingo-me
a ir espreitar o pôr do sol às Pedras Negras, ali
mesmo ao lado de S.Pedro de Muel.
Isto só porque, para calhandrar há muito pouco.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Zeca Afonso: Celebraria Hoje 81 Anos

José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (Aveiro, 2 de Agosto de 1929 — Setúbal, 23 de Fevereiro de 1987), mais conhecido por Zeca Afonso ou José Afonso, foi um cantor e compositor português. As suas músicas tornaram-se um símbolo da luta pela liberdade.

Isto está dificil, Está!


E a comissão de moradores continua de férias !!!
Pronto vou continuar de piquete...

domingo, 1 de agosto de 2010

A ler Saramago (1)

Aceitando a sugestão do nosso amigo Rogério Pereira, Em "Conversa Avinagrada" Vou sempre que possível, semanalmente publicar um pequeno texto de (ou a alusivo a) José Saramago.


Levantado do Chão

"Um escritor é um homem como os outros: sonha. E o meu sonho foi o de poder dizer deste livro, quando terminasse: "Isto é um livro sobre o Alentejo." Um livro, um simples romance, gentes, conflitos, alguns amores, muitos sacrifícios e grandes fomes, as vitórias e os desastres, a aprendizagem da transformação, e mortes. É portanto um livro que quis aproximar-se da vida, e essa seria a sua mais merecida explicação. Leva como título e nome, para procurar e ser procurado estas palavras sem nenhuma glória-«Levantado do Chão». Do chão sabemos que se levantam as searas e as árvores, levantam-se os animais que correm os campos ou voam por cima deles, levantam-se os homens e as suas esperanças. Também do chão pode levantar-se um livro, como uma espiga de trigo ou uma flor brava. Ou uma ave. Ou uma bandeira. Enfim, cá estou eu outra vez a sonhar. Como os homens a quem me dirijo."