.
.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

É assim Mesmo! Ora Toma!

Juiz decide trabalhar menos...

7 comentários:

Fê-blue bird disse...

Ora toma! Se já trabalhavam...TANTO! Agora merecem um descanso, e afinal nos tribunais anda tudo tão adiantado que umas horitas a menos não vão fazer diferença nenhuma ;-)
Bons exemplos estes, para "alegrar" a nossa vida.

beijinhos e bom fim de semana.

ai ai disse...

Esta faz lembrar uma expressão muito popular aqui por estas bandas:
"Nâo há Dinheiro, Não há Palhaço!"

Tuquinha disse...

"Tal dinheirito, tal trabalhito"...mas que grande PALHAÇO mesmo...(leva mesmo á letra)
Aqui esta menina ganha 600,00€ por Mês, e tem que dar para muita coisinha....e já trabalho aqui há 18 anos....gostaria que esse palhaço soubesse o que é viver 30 dias com todas as despesas para pagar com esse dinheiro...
Beijo e BFS

flor de jasmim disse...

Trabalhar menos!!! Concordo!!! Até porque os processos judiciais costumam ser resolvidos rápidamente no nosso País,e andam cansados ainda não foi à muito tempo que levaram meses para resolver um caso de um casaco velho, nao sei se já foi resolvido estava dificíl,...aqui o ai ai diz que "Nao há Dinheiro, Não há Palhaço", pois eu penso que palhaços há muitos e pior é que estão a querer fazer de nós palhaços.

Beijinho

Pedro Coimbra disse...

Já vi muita gente decidir o mesmo.
E levar um chuto no cu!!!

Anónimo disse...

Bom... esperemos que a decisão de trabalhar menos não seja tomada por certa juiz no tribunal da Marinha (aquela que tem que ser a primeira a entrar na sala de audiências). É que se ela já faz tão pouco e mal, se ainda fizer menos. Mas ideia melhor: porque é que ela não se reforma ou ganha consciência que a mania de "juizite" já lhe devia ter passado!
Mas, como em todas as profissões, há os bons, os maus e, no caso desta, os péssimos.

Anónimo disse...

Os senhores que mandaram os seu bitaites, não conseguiram compreender o que leram. O homem vai reduzir 2 horas do seu trabalho (extraordinário e não remunerado). Salvo melhor opinião, é legítimo.