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terça-feira, 15 de junho de 2010

DICA DA SEMANA


Uma das apostas de José Sócrates tem sido a procura de investimento estrangeiro e de mercados para internacionalizar as empresas portuguesas. São disso exemplo as recentes viagens ao Brasil, Venezuela e Marrocos. É por isso legitimo deduzir que o primeiro-ministro não imagina sequer que por cá, questões de fácil resolução, como por exemplo o alargamento de zonas industriais, arrastam-se durante anos e anos sem solução à vista.
Assim sendo, já que o primeiro-ministro não deverá saber o que se passa, sugerimos que todos os que frequentam o nosso/vosso Largo enviem uma mensagem ao próprio, através do Portal do Governo, dando-lhe conta do bizarro processo de alargamento da Zona Industrial do Casal da Lebre. Não custa nada e é uma forma de utilizar os novos meios tecnológicos de que este governo tanto gosta, para vincarmos a nossa cidadania e o nosso protesto.

5 comentários:

ai ai disse...

Ainda há quem se lembre, destas coisas... Parece que quem as escreveu é que as esqueceu.

Sexta-feira, Agosto 14, 2009
O voto que conta

O Secretário-geral do PS, José Sócrates, escolheu para cabeça de lista às eleições legislativas pelo círculo eleitoral de Leiria, Luís Amado, o número dois do governo e Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros.
Luís Amado é natural de Porto de Mós e foi estudante em Leiria sendo, por isso, amigo, aluno e condiscípulo de muitos marinhenses. Para o distrito de Leiria e para o concelho da Marinha Grande, em particular, esta é uma excelente notícia na medida em que Luís Amado com a experiência e o saber que alcançou no exercício da pasta dos Negócios Estrangeiros pode ser muito útil ao tecido empresarial local.
Na verdade, havendo na Marinha Grande a predominância de empresas com forte pendor para as exportações e para a internacionalização, a presença de Luís Amado por cá é, por certo, de grande importância para o sector industrial da Marinha Grande.
O mundo global em que vivemos, incerto e em mutação constante, precisa de quem o conheça nos seus contornos, nas suas particularidades, nos seus desafios, sobretudo, precisa de quem, fruto da sua experiência e contactos internacionais permanentes, possa dele falar a quem dele necessita. Não podíamos, pois, enquanto cidadãos de um concelho que deve à indústria a sua matriz fundamental, descorar uma oportunidade destas. Luís Amado conhece bem o potencial económico da região de Leiria e do concelho da Marinha Grande e já se disponibilizou para o ajudar a fortalecer ainda mais.
Em face disso, enquanto membro da equipa e da lista que Luís Amado vai liderar, procurarei que a ligação e o conhecimento mais apertado ao nosso tecido industrial se dê, já a partir do mês de Agosto, se for necessário, empresa a empresa, mesmo até, empresário a empresário, a beneficio da nossa economia local e da melhoria das condições de vida da nossa população.
Enquanto outros partidos políticos, como é o caso, por exemplo, do Bloco de Esquerda, vão a Lisboa buscar uns “pára-quedistas” que ninguém conhece para representar o distrito de Leiria na Assembleia da República, o PS apresenta uma personalidade do distrito que, ainda por cima, é uma grande mais-valia para potenciar a melhoria das condições de vida da população da Marinha Grande.
No dia 20 de Setembro, para além de escolhermos o próximo primeiro-ministro, no concelho da Marinha Grande, particularmente, podemos ir ainda um pouco mais além, em vez de votarmos, por exemplo, num “pára-quedista” que vem de Lisboa, temos gente por cá que sente e pode ajudar a nossa terra. É neste casos, como se costuma dizer, que o nosso voto pode contar a dobrar.

João Paulo Pedrosa

publicado por Praça Stephens @ 11:34

Anónimo disse...

Sem duvida devemos todos e não somos de mais utilizar as formas mais diversas para fazer pressão para desbloquear os terrenos para expansão das zonas industriais numa altura em que necessitamos de investir na industria procurando diversificar o nosso tecido industrial.
Dezenas de anos a marcar passo,com promessas de governantes e de deputados eleitos pelo distrito de Leiria.Desses já ´não podemos esperar nada visto que foram eles que sistemáticamente nos iludiram com promessas e que portanto são também responsáveis pelo nosso atraso e pelo marcar passo de muitas expectativas dos Marinhenses.
Mas fico ainda mais surpreendido com o chefe do nosso governo local,Drº Alvaro Pereira do PS com a sua visão estratégica de uma Marinha Grande de excelência,quando diz "Em 2025,teremos capacidade de resposta para as empresas que aqui desejem fixar-se e para oe empreendedores que aqui já se encontrem e desejem potenciar os seus desafios,por verem na Marinha Grande centralidade geográfica,potencialidades,qualificações,Know-how e competividade.O alargamento das zonas ondustriais do concelho serão uma realidade ".
Não há duvida que estamos perante um executivo sem perspectivas,sem visão sem estratégia e que nos aponta não caminhos para amanhã e já será tarde,mas para 2025,quando provavelmente a Marinha Grande seja não uma terra de industria e progresso,mas uma charneca a viver do virtual,porque a capacidade do Presidente da Camara não dá para mais.Fico triste porque mereciamos mais.

Fê-blue bird disse...

Uma excelente ideia, já copiei o link e vou reclamar disso e de muito mais!
Um abraço

Anónimo disse...

Começo por pedir desculpa, se ferir algumas susceptibilidades, com as seguintes questão:
- Será que neste momento é assim tão importante alargar a Zona Industrial?
- Não seria mais importante, pôr a funcionar as empresas que se encontram encerradas, assim como evitar que, as que ainda estão a funcionar, não encerrem?
Eu, como marinhense, prefiro ter as zonas verdes, a ter supostas empresas em ruínas.
Aproveito para recordar que há uns anos atrás alguém queria trazer para essa mesma zona, uma grande empresa de ecrãs. Caso isso tivesse acontecido, qual seria hoje a taxa de desemprego na Marinha Grande?
Ponham-se todas as empresas existentes a funcionar e provem-me que são precisas mais, então estarei na primeira fila a apoiar o alargamento da dita zona.

Anónimo disse...

O anónimo anterior não percebe que a Camara Municipal desta terra industrial tem de ter uma bolsa de terrenos disponivel para ocorrer à necessidade de investimentos de interresse para a terra ?
As empresas em ruinas são outra vertente do problema,dado que elas nascem e morrem e depois não há capacidade para recuperar os imóveis em degradação.
Eu também preferia ter só zonas verdes.E depois como viviamos e onde iamos criar riqueza.A menos que nos alimentassemos de relva.