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domingo, 6 de junho de 2010

Ainda a Conferência ( em jeito de reportagem telegráfica)

Num sábado em que me apetecia fazer tudo, menos enfiar-me numa sala a ouvir um leque alargado de conferencistas falar sobre o futuro da Marinha Grande, lá estava às 2 Horas em ponto.

Se fosse para fazer frete, naturalmente que não punha lá os pés, mas tinha a percepção de que esta conferência vinha na altura certa e o painel de conferencistas prometia um debate vivo. Pena que os temas tratados fosse tão alargado que saímos muitos de nós com a sensação de que apesar das cerca de 6 horas em que lá estivemos, muito ficou por debater.
Uma certeza ficou. A Marinha Grande tem no seu seio gente conhecedora e com provas dadas de que este tipo de iniciativas (raras infelizmente nos últimos tempos) fazem todo o sentido e os resultados nunca são estéreis .
O Jornal da Marinha Grande ao promover esta conferência a par de outras iniciativas, está de parabéns . Goste-se muito ou pouco das pessoas que detém a direcção do único jornal do Concelho, ele é por si uma instituição a que não conseguimos ficar alheios.
Sem pretender tirar conclusões, há uma que para mim ficou clara. Há gente neste terra capaz de chamar as coisas pelos nomes e sobretudo ideias muito claras sobre o que fazer para que esta terra contribua com a sua quota parte para ultrapassamos o marasmo que nos querem impor, aqui e no País. Uma dessas ideias claras é que é necessário juntar as pessoas e pô-las pura e simplesmente a discutir o nosso futuro colectivo

Naturalmente que o que aqui pretendo fazer é pura e simplesmente prolongar o debate, deixando aqui o mote. Sei que outros habituais frequentadores do nosso Largo estavam lá e aqui lhes deixo o repto.

26 comentários:

Apartidário disse...

Caro amigo Folha Seca,

Por compromissos inadiáveis não pude estar presente.

Já consultei o "Fórum Municipal" e não encontrei as conclusões da conferência.

Como é uma pessoa bem relacionada e bem informada atrevo-me a pedir-lhe que, de forma mais concreta, nos escreva sobre forma como decorreu cada painel e também das conclusões da conferência.

Seria certamente um bom documento para enriquecer a discussão aqui para o Largo.

Um abraço

Flor do Liz disse...

Também estive na conferência, que foi muito boa e importante, como já se esperava, pena é que eventos destes sejam raros na Marinha Grande, fico á espera do próximo.
Bem haja aos organizadores.

Anónimo disse...

Conte-nos porque foi assim tão boa.
Tem as conclusões?

Qual a estratégia do executivo para os próximos anos?

Flor do Liz disse...

Eu achei-a boa e importante, se bem que já não era novidade para mimo que iria ouvir pois, há vário tempo, que sigo as opiniões do Sr Professor Medina Carreira, do Sr Henrique Neto e do Sr expresidente Álvaro Orfão e do Sr exvereador Amândio Costâncio mas, cada um come daquilo que gosta.
Relativamente a estratégia do executivo, só tem uma coisa a fazer, é perguntar-lhes.
Um abraço
Flor do Liz

Rogério Pereira disse...

Conclusões?
O Jornal promoveu. Será que as publica, online?

Anónimo disse...

Eu sinceramente estava à espera que o Rádio Clube Marinhense tivesse transmitido a conferência em directo mas, pelos vistos não era importante...

Anónimo disse...

Pois eu tb lá estive e a unica conclusão que tiro...muita parra pouca uva.
Gostei mesmo da comunicação do Director do IPL, lucida, inteligente e positiva, sem esquecer a bofetada de luva branca que deu àqueles dois "velhos caquéticos" que falam...falam porque gostam de se ouvir.

Anónimo disse...

Diga mais ...

Fê-blue bird disse...

É isso meu amigo, temos que nos deixar de comodismos e actuar em conjunto, discutir e protestar!
Bem haja a iniciativas como esta!
Um abraço

folha seca disse...

Creio que falar em conclusões é prematuro e naturalmente não sou a pessoa indicada para o fazer, certamente o Jornal da Marinha Grande irá publicar um trabalho sobre a conferência na próxima edição.
As conclusões que cada um dos participantes tirou são opiniões pessoas sobre o que lá foi dito. Eu tirei a conclusão que escrevi no post aqui publicado.
Pena que o Jornal não tenha uma edição online, mas são os critérios da direcção do Jornal.
Seria interessante que o Sr. Presidente da Camara publicasse no site da Camara a intervenção que fez.

Anónimo disse...

Coisa "estranha"...Osvaldo Castro não apareceu!
Em relação ao seminário, se assim o posso chamar, foi o que se esperava, por muito que se diga mal, são necessários ainda mais, mais discussão e mais debate...

gold disse...

A troca de ideias e discussões são uteis, se forem conclusivas e apontarem caminhos.

Para que os prognósticos não fossem só no final, por antecipação, questionei alguns assuntos que me pareciam alvo de reflexão e até discussão.

Parecia-me (e confirmou-se) que estas conferências com muitos temas e muitos opinadores mais não são do que mera masturbação politica, perfeitamente inócua, em que todos achamos muito interssante, mas que nada trazem à comunidade nem ao futuro da terra. Como alguem dizia: "eles falam, falam, mas não os vejo a fazer nada".

Seria mais interessante discutir coisas concretas, nem que fosse apenas um tema, mas que fosse aprofundado pelos moderadores e até pelos participantes. O interesse de discussão é indiscutivel, e na plateia estavam pessoas interessadas no futuro da Marinha, e que por isso poderiam tambem contribuir.

Com esta concepção de discussão, pouco ouvimos de quem pretendia opinar.

Mantenho a mesma opinião sobre a maioria dos oradores: muito vagos e alguns sem qualquer conhecimentos das realidades locais.

Quanto aos organizadores (JMG, Logrado, CMMG), apesar de participantes do FLC, não revelam as ligações aqui levantadas, e por isso fica à consideração de cada um. Agora que é estranho as mudanças de atitude, tendo em conta o passado recente, lá isso é.

Anónimo disse...

As discussões são sempre importantes quando no fim se retiram conclusões para de facto serem colocadas em prática.
Ora,não me parece o caso.Muita discussão teórica e pouca analise concreta do futuro da nossa terra.
E nisto concordo com o anterior bitaite,dado que teria mais utilidade discutir em concreto.Por exemplo,que opcção a ter quanto aos próximos investimentos do QREN.Dado que as verbas são poucas e as opcções determinantes e estratégicas para o desenvolvimento do concelho.Portanto não podemos errar e muito menos fazer investimentos que não tenham retorno para o concelho.
E depois falamos na construção de um novo mercado para a Marinha.Quem determina a sua concepção e localização.Para isso era preciso fazer seminários temáticos e até discussões publicas para não se cometerem os erros do passado.
Mas,não estou a ver este executivo determinado e com sensibilidade para fazer uma gestão partilhada por todos aqueles que estão interessados na vida pública.
Espero ao menos que as conclusões,se é que as houve,sirvam para contribuir para que Camara melhore a sua prestação e ganhe rumo para que finalmente possa começar haver obra.

Anónimo disse...

Repararam como os nossos deputados nacionais não puseram os pés na conferência. O Osvaldo, o João Paulo não tiveram a dignidade de comparecer numa conferência à qual por certo foram convidados.

Foi triste o discurso do presidente da assembleia municipal que mais pareceu vir encomendado por aqueles que não quiseram estar presentes.

Assim vai a vida, triste, da nossa terra onde os políticos se mantêm fieis aos ideais dos partidos e não dos interesses da Marinha Grande.

Sancudo disse...

Desconfio muito de iniciativas como esta nestes tempos difíceis para o Governo e sobretudo miseráveis para quem está desempregado ou trabalha sem horários nem remunerações dignas por conta de outrém.

Até a governação local (que se esqueceu do prometido arregaçar de mangas) agradece este ataque epiléptico de intelectualidade política de um jornal que se está nas tintas para a política séria.

Prefiro não ser entretido e focar-me, com todas as minhas limitações, na raiz dos problemas que alastram indecorosamente em cada esquina. E que matam as esperanças de Abril.

O que se pretende com isto, a meu ver (neste período histórico de mudança), é "adoçar a pílula" ... aos que ainda têm esperança na vitória dum PS descaracterizado, nas próximas legislativas.
É o Clubismo a comandar a vida.

Anónimo disse...

Alguém consegue perceber o que o Sancudo escreveu?!

São iniciativas como estas do jornal que levam a que se possa retirar a cabeça da areia e perceber que os políticos, os supostos engenheiros e todos os seus fieis lacaios, apenas nos andam a enganar.

Gostemos ou não daquilo que o jornal faz, e eu nem sempre gosto, temos que reconhecer que é necessário um safanão nestas cabeças para podermos ver que estamos todos a ser uns "mansos" e deixar que os políticos nos "governem" e nem vaselina usem. O que os conferencistas disseram não foi nada de novo mas é bom ouvir as verdades que nos fazem pensar.

Tirando o Prof. do IPL que mais pareceu estar ali para vender o seu produto, foi bom ver pessoas pensadoras falarem e melhor ainda ver a imbecilidade dos nossos políticos locais.

A Verdade Chateia disse...

Meus queridos,

Este silencio ensurdecedor dos organizadores é sintomático da inutilidade desta coisa a que chamaram conferência. Devem estar a inventar as conclusões.

Os pouco conferencistas que comentaram a coisa não conseguem expressar uma ideia que seja acerca do futuro da Marinha Grande.

Esta Conferência foi uma grande obra de fachada para deixar tudo na mesma.

Esta semana vou jogar no Euromilhões.

Anónimo disse...

Parece haver aqui uma grande confusão. O que foi anunciado foi uma conferência, sobre o lema "Marinha Grande que Futuro".
Aconselhava alguns bitateiros a consultar um simples dicionário para verem o que significa a palavra conferência, porque se está a confundir esta iniciativa com um qualquer plenario de preferencia com conclusões aprovadas de braço no ar.

Em qualquer parte do mundo uma conferência tem conferencistas, ou seja gente que vai falar sobre os mais variados temas e os (e as) habituais maldizentes que por aqui vão aparecendo com o unico objectivo de denegrir aqueles que querem fazer qualquer coisa.
Eu fui dos que lá estive e ouvi com atenção, parece-me que foi uma boa iniciativa, foram levantados um conjunto de problemas perfeitamente actuais, foram feitas sugestões e desafios, a questão está em por as forças vivas do Concelho a discuti-las. A Conferência pode ter sido o primeiro passo e creio ter cumprido esse papel.

A Verdade Chateia disse...

Mas era sobre o futuro da Marinha Grande, não era?

Como me incluo naqueles que questionam e opinam de forma independente, aos quais chama de maldizentes, lanço um desfio ao Anónimo anterior.

Se na Conferencia reteve sugestões e desafios para o FUTURO DA MARINHA GRANDE diga-nos algumas.

Até agora nem uma transpirou aqui no Largo.

Anónimo disse...

Os discursos encomendados do P.Camara e do P.A.Municipal são o espelho da governação local que não ata nem desata.
E o Jornal da Marinha tão crítico,e tão independente não fez outra coisa,senão branquear esta gestão do PS.
Por isso inventam Conferências para dizerem que são plurais e que estão interessados em discutir o futuro do concelho.
Nada mais falso.Aliás a capacidade do Jornal mede-se pelo seu conteudo,que não passa de um jornal de aldeia e que vive à custa dos artigos de opinião.Se o Jornal estivesse verdadeiramente interessado nas discussão dos problemas da terra tinha muitas oportunidades e tinha uma postura de responsabilidade contribuindo para inverter o marasmo que se vive nesta terra.
Só vejo uma alternativa,é pegar em muitas pessoas que tiveram na Conferencia de boa fé,e trabalhar para criar um jornal independente,verdadeiro forum de debates que possa contribuir para levar a bom porto esta terra que neste último ano viu perder habitantes,que tiveram de procurar empregos noutros concelhos.

Apartidário disse...

Caro Folha Seca,

Confesso-lhe a meu desapontamento.
Fui o primeiro a comentar e pedi-lhe que nos escrevesse sobre forma como decorreu cada painel e também das conclusões da conferência.

Ao fim de 20 comentários, nem o caro amigo nem nenhum outro conferencista, se dignou a apresentar uma ideia ou sugestão para o futuro da Marinha, saída da Conferencia.

folha seca disse...

Caro Apartidário

Peço desculpa, pelo desapontamento, mas respondi às 10:46 de ontem.
Penso que há aqui um equivoco. Eu não tive nada a ver com a organização da conferência, estive de facto lá como simples assistente e nem um bloco de apontamentos levei. O que tinha para dizer, fi-lo no post e no referido bitaite. Espero a publicação no site da Camara da intervenção do seu presidente e da próxima edição do Jornal da Marinha Grande.
Quanto ao resto tenho opiniões pessoais. Uma delas é a de que valeu a pena ter gasto uma tarde para lá estar.
Abraço

Anónimo disse...

Ó Folha Seca varreu-se tudo? Ou esteve a fazer como faz o Mário Soares nas conferencias quando são da parte da tarde?

Sancudo disse...

Ao anónimo das 23:43 - 7 Junho:

Se você (os outros não se sabe) não percebeu o comentário do Sancudo das 23:36
eu faço-lhe um desenho, em anexo.

Boa semana de trabalho, se for o caso.

Anónimo disse...

O Folha Seca está a prestar um mau serviço à nosa terra.
Primeiro disse que a Conferência teve muito interesse para a Marinha pelo debate e eventualmente pelas conclusões.Quais ?
E agora só teve presente em corpo ,não levou nada para escrever e não sabe de nada.A não ser o facto de que mereceu a pena perder uma tarde.
Não percebo.Afinal estava a gostar dos seus comentários,mas agora vejo que está a fazer um grande frete e é até um seguidista,sem grandes convicções.Assim não.Isto não é sério.Que grande encomenda.

Acintoso disse...

Declaração de interesses: Eu não estive na Conferência, logo o que direi nada tem a ver com ela.

Não sei como a dita Conferência decorreu, mas fazendo fé nas características de algumas das pessoas anunciadas como 'cabeças de cartaz', acredito que pouco se tenha falado sobre a vida marinhense.

Do quero falar é sobre os comentários para aqui vertidos.
Estes são bem demonstrativos do tipo de baralhada em que se cai, na Marinha Grande, sempre que há alguma coisa a necessitar de discussão séria.
Somos todos muito bons, mas não conseguimos despir as camisolas que decidimos envergar!
E seria bom que alguma vez o conseguisse-mos fazer...
Mas pelo andar da carruagem!