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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Balada de Outono

8 comentários:

Anónimo disse...

"Àguas E pedras do rio. Meu sono vazio. Não vão. Acordar Àguas Das fontes calai. Ó ribeiras chorai. Que eu não volto a cantar ..."

Para muitos dos presentes mo ultimo espectáculo, esta balada marcou profundamente, pois sabia-se que era a ultima vez que o Zeca ia cantar em publico.

Sim o Outono começa hoje, é uma estação triste, ouvir o Zeca nesta balada faz-me sentir um misto de tristeza, mas tambem de alegria, poi por aqui e muitos sitios continuamos a ouvir Zeca Afonso.

flor de jasmim disse...

Parabéns!!! Boa escolha...

O Outono é uma das estações do ano
que tráz algo que me desagrada, é
que lá vamos nós ter que adiantar o relógio.

Luís Coelho disse...

Vozes perdidas num passado recente.
Músicas com mensagens de todos os tempos.
Parabéns pela postagem.
Assim até as calhandreiras vão falar mais.
Quem sabe se falarão bem.

Fê-blue bird disse...

Zeca Afonso...que nostalgia
As suas baladas fizeram parte da minha juventude.
A força que tinha as suas palavras e a sua música!


Beijinhos comovidos

Isa GT disse...

Outono... queda da folha... um país que vai caindo... e se o governo acabar por cair... ainda é capaz de nos vir cair no colo um pior...
Salva-se este Outono, ouvindo o Zeca, mas com sentimentos diferentes de outros Outonos.

Bjos

Anónimo disse...

Nesta ditadura em que vivemos, fazem falta homens como este que, sem fugir aos seus ideais, lutou por um Portugal diferente. Hoje, vendo no que ele se tornou, por certo que não deixaria que "Grândola" tivesse sido usada.

Anónimo disse...

Dedicado ao Eng (se é que o é) Sócrates
http://www.youtube.com/watch?v=ZUEeBhhuUos

Pedro Coimbra disse...

Que eu não volto a cantar...
Viram o espectáculo?
Com o Zeca já sem forças para estar de pé?
Uma balada saída de Coimbra e que fica para sempre na memória de quem a ouve.