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segunda-feira, 19 de novembro de 2007

O Pequeno Saúl


Quem não se recorda do pequeno Saúl, um miúdo “porreiro pá” que fazia umas imitações rascas do “mestre” Quim Barreiros e que cantava com voz de cabra “O Bacalhau Quer Alho” e outras brejeirices para entreter?
Lembrei-me dele a propósito dum escrito de um seu homónimo publicado na última edição do Jornal do Tózé. Tal como o pequeno, também o graúdo “canta” umas pimbalhadas de gosto duvidoso, numa voz monocórdica e desafinada, tentando imitar outras cassetes piratas.
A música é sempre igual, a letra é fraquinha e o artista tem pouca presença. Ainda assim, deixo-vos um “cheirinho” da melodia:
“3 – Médias Superfícies – Até parece que não foram eles [PS] que iniciaram a sua proliferação, e no caso do Intermarché com proveito próprio como foi divulgado publicamente. Quanto ao E.Leclerc, iniciaram o processo no final do seu mandato, ou estão esquecidos? Se aqui há mosquitos por cordas haja alguém que esclareça a situação.”
Pois, pois, ou muito me engano ou esta estrofe da cançoneta já soa a justificação para a aprovação (finalmente!) da vinda do E.Leclerc para a Marinha, agora que a banda toca em uníssono e que não há nenhum artista desafinado. A menos que à última da hora apareça o solista fantasma…
Enfim, e quanto aos mosquitos, faz-me lembrar aquela anedota:
- Vais casar por amor ou por interesse?
- Deve ser por amor que interesse não lhe vejo nenhum!...

10 comentários:

Anónimo disse...

Daqui para a frente, a ser verdade que Saúl Traineira e seus capangas, vão impor a aprovação do Leclerc, é legítimo levantar suspeitas sobre que razões levam um partido dito de esquerda a viabilizar mega projectos capitalistas, ainda por cima de capital estrangeiro, sem acrescentar valor e prejudicando o comércio local.
Para quem enche a boca de vómitado de calúnias que projecta sobre os outros, é bom que esta gente saiba que não andamos a dormir e sabemos como é que se financiam os partidos e o papel promíscuo dos clubes de futebol nestas negociatas.
Teremos um PCP e um Atlético mais ricos, mas a cidade e os comerciantes mais pobres.

Anónimo disse...

Já viram o grande defensor da classe trabalhadora, que tanto diz ter lutado contra os capitalistas reacionários e estrangeiros pôr a sua assinatura no E.Leclerc?
Estou atenta para ver a assinatura do novel vereador Sérgio Moiteiro viabilizando a instalação do E.Leclerc, contribuindo assim para mais umas dezenas de trabalhadores do comércio tradicional da nossa cidade irem para o desemprego.
Meu caro Vereador, como diz o Sagrado Evangelho, não se pode servir a dois Senhores, neste caso aos trabalhadores e às multinacionais capitalistas.
Bem prega Frei Tomás...

Anónimo disse...

Mas quem é que ainda liga às diarreias mentais do Saúl...
Mal por mal...o bacalhau quer alho
sempre puxa pro tinto...Não é assim Saul?

Anónimo disse...

Oh Saul larga a caneta e dedica-te ao carapau aberto...talvez aí tenhas futuro, e quem sabe uma banca no E.Leclerc da Portela!!!!

Anónimo disse...

Banca rota.. isso sim!!!

Anónimo disse...

Pois pode ser a banca rota...mas os bolsos vão ficar cheios...oh se vão!!!!!

Zé pagode disse...

Como ficaram os do filho dele quando o JJ abonava!

Anónimo disse...

...pois os bolsos e não só...que a cabeça não serve só para usar boné!

Oh palerma chapeus há muitos

Anónimo disse...

isto é que vai aqui uma tourada!!!!

Anónimo disse...

Posso discordar das posições do Traineira e discordo muito, mas recuso-me a entrar por estes caminhos. Apelo aos que aqui comentam e usam este espaço de liberdade sem coacção, para não baixarem o nível para patamares iguais ao que o visado tem assumido em declarações e artigos públicos.
Devemos estar uns furos acima daqueles que insinuam e caluniam os seus adversários políticos, mesmo quando têm telhados de vidro.
Além do mais, sou um defensor dos direitos dos animais e odeio touradas.