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quinta-feira, 29 de abril de 2010

"Sessão Ordinária"

A Assembleia Municipal da Marinha Grande reúne em sessão ordinária no dia 30 de Abril, sexta-feira, pelas 20h30, no Auditório Municipal, sito na Av. Dr. José Henriques Vareda.

A ordem de trabalhos é a seguinte:

1. APRECIAÇÃO DO RELATÓRIO, BALANÇO E CONTAS DE 2009 DA TUMG - TRANSPORTES URBANOS DA MARINHA GRANDE, E.M;

2. APRECIAÇÃO DO RELATÓRIO, BALANÇO E CONTAS DAS ENTIDADES PARTICIPADAS PELO MUNICÍPIO;

3. APRECIAÇÃO DO INVENTÁRIO DE TODOS OS BENS, DIREITOS E OBRIGAÇÕES PATRIMONIAIS E RESPECTIVA AVALIAÇÃO RELATIVA AO EXERCÍCIO ECONÓMICO DE 2009;

4. APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO DOS DOCUMENTOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO MUNICÍPIO RELATIVOS AO EXERCÍCIO ECONÓMICO DE 2009;

5. APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO DO PROJECTO DE REGULAMENTO DE TAXAS MUNICIPAIS;

6. APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO DO PROJECTO REGULAMENTO MUNICIPAL DE EDIFICAÇÃO E URBANIZAÇÃO;

7. AFECTAÇÃO DE PARCELAS AO DOMÍNIO PÚBLICO - TERRENOS SITUADOS NA FREGUESIA DA MOITA;

8. ACTIVIDADE CAMARÁRIA E INFORMAÇÃO FINANCEIRA.



(surripiado do site da CMMG)



Nota da Comissão de Moradores:
Uma vez que se vão discutir as contas da TUMG, era interessante que as mesmas fossem disponibilizadas no site da câmara.

14 comentários:

É Bruto disse...

Isso da "Sessão Ordinária" tem alguma coisa a ver com a qualidade dos intervenientes da dita?

Anónimo disse...

Na ordem de trabalhos da A.Municipal os pontos 5º e 6º,relativo às taxas Municipais é que marca o estilo e o carácter elitista da gestão da Camara do PS.
Numa altura de dificuldades para a generalidades das pessoas e para a economia local,a Camara Municipal decide e propõe à Assembleia Municipal o aumento das taxas camarárias nalguns casos de 1000 e 2000 por cento de aumento.
É a tentativa de sacar às cegas todas as receitas para os cofres da Camara.Isto vai ter consequências muitos graves para os bolsos dos Municipes quando tiverem de tirar uma simples fotocópia,tirar um cartão de venda ambulante,uma licença para a construção de um muro ou tiverem de comprar uma sepultura perpétua.
É a politica de taxar os contribuintes ao máximo,para depois poderem fazer demagogia e populismo devolvendo aqueles que podem mais 1 por cento do IRS.
Nem se sequer têm em conta que vivemos uma grave crise na construção civil e que as taxas vão agravar a vida de muitos pequenos construtores civis que trabalham na Marinha Grande.
Ao que parece o PSD,o BE e o MCI preparam-se para deixar passar pela abstenção ou pelo voto a favor estas propostas,que são só o inicio duma caminhada que vai levar ao aumento brutal das taxas de saneamento,das tarifas de água e do lixo.
Para a Camara esbanjar do erário publico dinheiro para os escalões mais altos do IRS e para distribuir dinheiro para os nascimentos é necessário esbolhar a generalidade dos contribuintes.

Anónimo disse...

Só espero é que as contas da Tumg estejam a dar grandes lucro para poderem aguentar o salário jeneroso que foi dado ao presidente do conselho de admnistração.

Anónimo disse...

Para quem não sabes, a lei obriga a que as taxas reflictam os custos reais do processo. Todas as câmara estão a fazer isso. O PCP não o fez em 2009, como quase todas as câmaras, porque temiam os resultados eleitorais. Em 2010, já depois das eleições, todas as câmara que tinham colocado a actualização de taxas na gaveta, voltaram a pegar no documento. E porquê? Porque tinha de estar aprovado até Maio. O mesmo se passa na Marinha Grande.

Rogério Pereira disse...

Pedem-me para ser meiguinho...
Tudo bem!
Mas porque raio é que só aparecem aqui anónimos e embuçados?

Falta de coragem? Ausência de capacidade para utilizar as liberdades conquistadas? Vergonha? Timidez?

Bolas, porque não se situam como se estivessem numa assembleia virtual com gente a sério?

Sancudo disse...

Ó Rogério não te amofines, homem!
Isto é tudo malta da pesada que herdou as defesas do tempo do 18 de Janeiro.
Homem que discorde do poder (mesmo local) está sujeito a represálias.

Rogério Pereira disse...

A quem o diz...
Só agora estou a sair da clandestinidade!
Julguei que era só eu...

Anónimo disse...

"a lei obriga a que as taxas reflictam os custos reais do processo"?

Que raio de lei é essa? Deve ser uma do PEC, não?
As Câmaras estão obrigadas a praticar no MÁXIMO, repito no MÁXIMO, os valores de custo e não no mínimo.
Desculpem-me mas fico lixado com este tipo de argumentos, claramente de quem desconhece do que fala, mas que assume como opinião sua um eco de café ou algo pior.

Anónimo disse...

Esta câmara do PS QUER aumento de impostos. A maioria dos marinhenses votou no PS. A maioria dos marinhenses QUER aumento de impostos...Mas quem é que se julgam ser os outros partidos para quererem contrariar a vontade do povo? Tenham juizo...

A Verdade Chateia disse...

Meus queridos estou de volta com mais umas verdades.
Ora vamos lá.

Li no semanário "Região de Leiria" que a nossa Câmara é das menos endividadas e com uma melhor situação financeira.
É justo salientar que esta situação só pode ser resultado do rigor financeira adoptado pelos diferentes executivos.
Honra lhes seja feita.

Só não percebo uma coisa. Porque é que o actual presidente tem SISTEMÁTICAMENTE transmitido uma mensagem que nos levaria a pensar que estávamos numa situação preocupante do ponto de vista financeiro?

Será por ignorância ou por outra coisa ainda mais grave?

Anónimo disse...

A CDU tanto critica o aumento de taxas, aliás, votou sp contra. Como é um diploma que vem já desde 2007, pq é que o partido da oposição não accionou o mecanismo e as fez aprovar nessa altura? Agora é fácil criticar, mas teve tudo na mão e nada fez. Porque será?

Anónimo disse...

Cara/o Verdade Chateia.
Relembro o que foi dito em Fevereiro

Câmara da Marinha Grande sem dinheiro para salários

A Câmara da Marinha Grande está com problemas de tesouraria e poderá ter dificuldades para pagar os salários do mês de Fevereiro.

O presidente autarquia, Álvaro Pereira, reconhece que a situação financeira do município não é a melhor e já enviou aos deputados municipais um relatório para ser analisado e discutido na Assembleia Municipal.

Segundo o autarca, a Câmara tem encargos salariais na ordem dos 200 mil euros e dispõe apenas 1.651 euros em caixa e 170 mil euros em depósitos à ordem.

Álvaro Pereira adianta que o executivo está à procura de soluções para os problemas financeiras herdados do anterior executivo. “A situação é complicada e uma das formas de resolvermos o problema é economizarmos o máximo possível, ou seja, não sermos despesistas”, refere, adiantando que serão dadas mais explicações na conferência de imprensa marcada para a próxima terça-feira, 23 de Fevereiro

Publicado no REGIÂO DE LEIRIA em 21 de Fevereiro 2010

Anónimo disse...

Não consegui ficar a saber quais os valores das Taxas que a CDU ia apresentar se ainda fosse Câmara -pois o estudo encomendado concerteza que ia dar os mesmos valores - porquê tanta "léria" - agora é bonito dizer mal - fica bem!!!

Anónimo disse...

O resultado do estudo podia ser ou não aplicado.
Essa é uma decisão politica que cabe ao executivo.
Estamos a entender.De resto segundo sei saber a anterior Camara não estava de acordo com os resultados do estudo encomendado.E esta Camara sem mais nada agarrou no trabalho que estava feito e aplicou-o cegamente,tendo como resultado o agravamento drástico das taxas.De resto tiveram mais de 6 meses para rever o trabalho e não o fizeram,portanto não imputem culpas a ninguém.Assumam as responsabilidades que é para isso que foram eleitos.
Porque começa a ser tempo de mostrarem alguma obra e algum trabalho.O passado é passado e temos de olhar em frente e o que estamos a assistir é a muita parra e pouca uva.