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sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Tragam o burro

Depois de assistirem à queda do Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Peniche (a quem desejamos o rápido restabelecimento), uma delegação da coligação chefiada por Luis Guerrilha, deslocou-se a Ferrel para negociar a vinda do jerico à cidade vidreira.
O FLC sabe ainda que integravam a delegação o dr. Veterinário e o dr. Delegado, para garantirem que o animal oferece todas as garantias.

Fonte: Diário as Beiras

7 comentários:

vinagrete disse...

Para se darem grandes trambolhões não é necessário trazer o burro de Peniche, porque aqui dão-se quedas a tropeçar nos próprios pés.
Na minha modesta opinião, o JBD está prestes a executar uma queda enrolada, precedida de um mortal invertido, estilo "Nani", por teimar em apoiar o PSD, contra a vontade dos seus próprios companheiros de partido, usando o voto de qualidade para encerrar definitivamente a TUMG.
Não quero, nem devo fazer chicane política, porque o assunto é demasiado sério e este executivo tem legitimidade para governar, porque a "oposição perdeu as eleições" e é minoritária perante a coligação PCP/PSD.
No entanto, enquanto cidadão atento e interessado no desenvolvimento da minha terra, acho que devo, mesmo que sendo neste espaço de liberdade de expressão, lançar algumas preocupações.
O CENTRO da Marinha, quase acabadas as obras, está morto e enterrado. Desde há mais de seis anos que os sinais de definhamento do comércio se faziam sentir, o que aliás está també a acontecer com a indústria tradicional.
Para os que dizem que o Mercado tem que ficar onde está, porque senão o comércio falia, tenho que lembrar que essa coisa a que chamam mercado nunca deixou de funcionar e as lojas não pararam de encerrar, concluindo eu que esse argumento cai do Burro, estrondosamente.
Porque aprendi a usar a cabeça, que não serve só como elemento decorativo para exibir farta cabeleira com retoques de pintura, acho que este executivo comete dois erros que vão ter graves consequências na recuperação e consolidação da zona central da cidade, polarizada no espaço Stephens.
A mudança do mercado para um espaço próximo do Centro e a recontrução do edifício da Resinagem para a instalação de novas valências, com serviços públicos, escritórios, bares e restaurantes, cinemas e uma loja âncora, certamente funcionaria como um grande factor de atractibilidade de pessoas durante 7 dias por semana, das oito horas da manhã às duas da madrugada e isso iria aproximar a população do comércio tradicional.
A TUMG teria aqui o papel fundamental de ligar os parques de estacionamento e a periferia da cidade ao seu Centro Histórico, com a implantação da Linha Azul, como existe em Évora, Coimbra, Leiria, Nazaré, etc., etc.
Percorrendo circuitos que deviam ser estudados com a ACIMG, competindo-lhe ainda, também em articulação com os comerciantes, gerir a utilização do reduzido número de lugares de estacionamento que ficaram depois das obras, para impedir que eles sejam ocupados, durante todos os dias, por funcionários bancários, camarários e até os próprios comerciantes, em prejuizo daqueles que se querem deslocar às lojas para comprar.
No Verão, a TUMG poderia desempenhar um importante papel de apoio ao Turismo, estabelecendo circuitos a partir dos hoteis, com passagens pelas praias, matas, museus, Jasmim, Parques dos Mártires e da Cerca, instalações das Matas no Engenho e Pedreanes, etc.
Com uma rede eficaz de Mini-Autocarrros, a acessibilidade às Zonas Industriais a partir de Parques de Estacionamento, em sistema "Shuttle" (vai/vem), poderia e deveria também ser assegurado.
Se me perguntarem se a actividade da TUMG, sem a componente da gestão das máquinas e viaturas da Câmara e sem os transportes escolares pagos pela Câmara, garante resultados operacionais positivos, a minha resposta é NÃO.
Mas se pararmos um pouco para pensar num esquema de tarifário, tipo passe para utentes, complementado com a venda de Cartôes de Acesso, a adquirir por agentes económicos, nas áreas do comércio e hotelaria e até grandes empresas com instalações nas zonas industriais, talvez se consigam fontes de receita com algum significado, cabendo ao Município cobrir o custo do serviço social que presta, o que, aliás, é o que o PCP passa a vida a exigir das empresas de transportes públicas sob a tutela do Estado.
A continuarmos a percorrer os trilhos que esta Câmara teima em abrir,sem estratégia e sem rumo, estamos a embrenharmos numa selva, que nos vai conduzir a um abismo, em que a queda vai ser muito mais violenta do que um trambolhão acrobático de um qualquer jumento.

Cura Araújo disse...

BenzóDeus homem!... que de Vinagrete vocemessê não tem nada... Se em próximas eleições se candidatar com um programa assim... tem o meu voto!!

Anónimo disse...

Caro Vinagrete, a TUMG já era...
Só não percebo é como é que os deputados municipais do PSD vão reagir ao finca pé do seu representante na camara. Então não foram eles que disseram na última assembleia que não estavam convencidos sobre a não viabilidade desta e que a questão deveria ser ponderada?
Se os tiverem no sítio, o AA também já era...

Anónimo disse...

No sítio devem estar, mas estão secos por foça da contaminação dos metais pesados da Cerca.

Pirolito disse...

'Secos por força da contaminação dos metais pesados da Cerca'. Essa é muito boa!
Eu diria antes que os ditos não só estão secos, mas estão igualmente pesados. Tão pesados que já não 'trabalham'!
Afinal o que se necessita é de gente com os ditos não só no sítio mas viçosos.
Mas voltemos ao caso do tal 'burro-derruba-presidentes': será que a alimária teria tresmalhado da récua que actuou nos célebres festejos asininos dos cavalinhos? Se assim for duvido da sua eficácia nas coisas cá do burgo!
Mas não há nada como tentar.

Anónimo disse...

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