.
.

sábado, 14 de abril de 2007

Ração de Combate


5 comentários:

asa esquerda disse...

A política sempre teve a habilidade anacrónica de conseguir extrair conclusões de pareceres técnicos que nem os próprios técnicos alguma vez as conseguiam ter.

Artur Pereira de Oliveira, surge hoje na Marinha Grande, com habilidade recauchutada de demagogia pseuda-técnica, justificando a niilista e limitada inteligência que padece.

Onde está o estudo técnico credível? Onde estão os pareceres técnicos que tantas vezes invoca? Será como o comprador para o mercado do edifício “atrium” tantas vezes apregoado?

Há uma estranha sabedoria, ou ausência dela, que a idade revela, num sentimento que ter vontade não chega, onde já não se tem noção das limitações da própria existência.

A vice-presidência e presidência, a representatividade edil do nosso concelho espelha esta manifesta inquietação, onde a idade não representa sabedoria, o disparate regra e a inépcia permanente atitude. Os problemas sucedem-se e a resolução deles não é um objectivo do executivo, pois a única virtude que a idade refina é a argúcia, e os dividendos políticos que são retirados de determinadas questões, são o alimento ao ego para tão limitadas figuras e razão de ignóbil satisfação de seus comparsas políticos.

Anónimo disse...

Muito bem....apoiado....

Anónimo disse...

Pelo amor de Deus!!!
Não peçam mais estudos técnicos ao Artur!!!
A julgar pelo do Mercado, par resolver o estocionamento na cidade, não vai chegar o orçamento do Aeroporto da Ota. Safa.....

Pirolito disse...

Quanto à 'converseta' dos nossos
queridos porquinhos:

"... elementar meu caro Watson, elementar!..."

cmjl disse...

Mercado para a esquerda, mercado para a direita, onde vamos para. Se calhar vai doer a barriga a muito boa gente que hoje se arvora em defensor da não abertura do novo mercado quando o IGAT aparecer para fazer a inspecção. Afinal penso eu que um político não deve saber concerteza rebocar uma parade. mas tem técnicos que são pagos e conhecedores para dar pareceres, e na construção do novo(já velho) mercado eles deram o seu O.K., será que não andou por lá ulguma influenciazita para aprovação de projectos mal feitos?. Então é um político qualquer seja, presidente ou não, que tem de saber se a parede está direita ou torta?. Então, e os ditos vesteriadores não tiveram o cuidado de ver, se era para um espaço público, não tiveram a curiosidade de acompanhar a obra para ver se estava bem ou não? Só passados 3 ou 4 anos é que viram que não servia. Abram os olhos.....