.
.

terça-feira, 24 de julho de 2007

Informação Oficiosa

De acordo com informação que nos chegou de fonte bem colocada junto da curia paroquial, informam-se os estimados calhandreiros, festeiros, mordomos e curiosos que as festividades que decorrerão no próximo fim de semana em S. Pedro de Moel são em honra de S. Pedro e de Nossa Senhora da Piedade. Ainda segundo a mesma fonte os fundos a angariar destinam-se a adquirir uma nova imagem da Senhora da Piedade que substituirá a anterior, desaparecida em circunstâncias por esclarecer...

15 comentários:

Ze do forno a potes disse...

Por esclarecer?
Foi a senhora Teresa Coelho quem mandou arrancar a estatua, com a cobertura da restante cafila socialista.
Mas como o escultor sabe mamar, pouco depois era visto de braço dado com o Orfão.
O dinheiro paga tudo ... até a falta de vergonha!

Anónimo disse...

Atão afinal sempre é verdade: Ela mandava ! Mulheres ao Poder !

Imparcial disse...

Pois é Zé do Forno a Potes, tudo lindo tudo jóia!
Só o que ainda ninguém disse (embora sobre o assunto já se tenha badalado muito), é que a figura da Pietá que estava na capela em São Pedro estava corroída pelo tempo e, sobretudo, pela maresia, sendo um potencial de risco para quem sob ela se colocasse!
Não sei se foi a T. Coelho que mandou que a abatessem a camartelo, ou se se deveria ter providenciado para que dela fosse feita cópia antes de a derrubarem... mas daí até insinuar coisas menos airosas para com o escultor da obra, vai uma enorme distância!

Por outro lado não acho justo que sobre isto se faça matéria de arremesso contra o executivo de A. Órfão, até porque, convenhamos, no seu todo, a obra e acção daquele executivo, se comparada com a do actual... bem, estamos conversados!

Ze do forno a potes disse...

As coisas são como são e cego é aquele que não quer ver!

Pirolito disse...

Eu diria mais, cego é o cão! Mai nada...

Ze do Forno a Potes disse...

Ainda sobre o escultor Joaquim Correia, o que é que ele deu à Marinha? Todas as obras dele, expostas pelo concelho, foram todas pagas a peso de ouro.
Com respeito ao Museu, que o seu mano diz "de família" será que já se esqueceram que o seu recheio foi primeiramente oferecido para Leiria, e só quando lá lhe deram a nega é que fez a oferta serôdia do espólio à Marinha, mas só porque não tinha onde o meter.
Eu tenho memória ... e costumo ler as Actas Municipais onde constam os pagamentos ao artista!
Caro Imparcial ... nesta matéria não me puxem muito pela língua, pois sei mais da matéria do que muita gente pensa.

artista (de) plástico disse...

ó Zé, conta tudo que a malta quer é ser esclarecida!

Ze do forno a potes disse...

O espaço é pequeno ...
Atão vocês na se lembram que Leiria se levantou em peso, quando o homem foi para lá com a ideia estapafúrdia de deitar abaixo meio claustro da igreja de Santo Agostinho para albergar lá os tarecos?
Depois encaixotaram-lhos numa dependência do castelo,com ordem de despejo anunciada, onde estiveram anos, até na Marinha lhe fazerem o especial favor de lhe cederem o espaço do actual museu?
E na se lembram da bronca, muito abafadinha graças a Deus, da quantidade de peças do espólio do Museu do Vidro, que estavam guardadas no actual Museu Joaquim Correia, que foram partidas quando da mudança. E de uma quantidade delas que foram roubadas e vendidas ao desbarato? Mas porque é que vocês pensam que o inicial conservador e responsável do projecto de instalação do Museu do Vidro, Orlando Carvalho, foi despedido à pressa pelo Órfão? É que o homem foi-se apercebendo de coisas ... nas quais muita boa gente está atolada até ao pescoço:
Oh, Imparcial!Tudo lindo, tudo jóia ... tudo gente de bem!
Mas na se apoquentem, a Pietá já vem a caminho ... mais pobrezinha em questão de matéria prima ... mas lá vem.

Anónimo disse...

Este Zé pode ser tudo, mas "DO FORNO" é que não é, porque os que se caldearam ao calor dos fornos, não se escondem por detrás do anonimato para lançar atoardas e grosseiras mentiras, sem qualquer fundamento.
Para que conste, não nutro especial simpatia pelo escultor marinhense, mas isso não me impede de reconhecer o valor da sua obra, o que aliás também acontece com a generalidade das pessoas ligadas às artes.
Como marinhense, sinto orgulho de ter como conterrâneos, pessoas que se destacaram nos mais variados ramos.
Não é verdade que o Dr. Orlando Carvalho tenha sido despedido por saber coisas, na justa medida em que se soubesse "coisas", ele não deixaria de as divulgar, porque nada tinha a perder.
Também não é verdade que tenha existido espólio de vidro no Palácio Barosa e que se tenha partido por obra e graça da instalação do Museu Joaquim Correia e muito menos sido roubado.
Verificaram-se alguns furtos, mais de medalhas do município do que de peças, mas isso foi no espaço Stephens.
A este Zé ressaibiado, aconselho tino na ponta dos dedos, porque na língua seria pedir de mais.

zé do forno a potes disse...

Pois é, elas doem não é?
Ser vidreiro, não é sinónimo de menos cultura, ou de cegueira. Todos os que bebemos a água da bilha sabemos muito bem quem deu cabo da indústria do vidro.
É muito chato não saberes quem eu sou não é?
Eu ainda sou o Zé do forno a Potes, mas tu és a merda de um anónimo, e os anonimatos normalmente vão para o lixo.

Anónimo disse...

Lá vai então mais um orgulhoso anónimo,que há gente que de tanto se por ewm bicos de pés, bate com a cabeça no teto.
Pelos vistos o amigo não sabe(ou finge que não sabe)que antes de ir para Leiria, a obra do Professor foi oferecida à Camara da nossa Terra? E que o Presidente -por acaso o actual-, esteve anos sem fazer nada e que o Prof.se indignou com a atitude, e só depois ofereceu o espólio a Leiria?E como Leiria fez o mesmo, e quando, entretanto os Marinhenses se libertaram, voltou a oferecer à Marinha o que nunca de cá devia ter saído, e o Presidente Orfão tratou de dar a dignidade devida à obra desse grande Artista Marinhense. O SEU A SEU DONO!

FLC disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
FLC disse...

Porque neste espaço todos são livres de expressar as suas opiniões, recomenda-se aos bitaitantes que o façam com respeito pelos outros.
Obrigados!

Anacrónico disse...

Não li o comentário removido pelo administrador do blogue e, consequentemente, não sei quem o escreveu nem conheço o seu conteúdo.
Mas, seja como for, expresso todo o meu apoio ao administrador do FLC, pois este espaço quer-se plural (embora brincalhão q.b.), mas com dignidade.
E quem tenha mau perder e se escude em anonimatos ou pseudónimos para vilipendiar e ofender não é digno de ser lido seja por quem for...
Ainda bem que a administração do blogue está atenta a esta situação, pois se deixasse resvalar as intervenções aqui produzidas para o despropósito e a arruaça, isso seria a morte certa para este espaço que, embora doa a muito boa gente, se vai tornando uma referência no espaço da comunicação e da intervenção cívica marinhenses...
É que, a brincar a brincar, vão-se dizendo muitas verdades e denunciando situações que, pelo (já) amplamente demonstrado, em nada vêm beneficiando a nossa Marinha Grande.

ASMS disse...

Um longo período de convalescença não me deixou aceder a este blog por algum tempo, mas agora que estou recuperado e ao ler o texto, os comentários, e perante a inexactidão do sr. zé do forno, com o devido respeito, vejo-me na obrigação de intervir:

- O professor Joaquim Correia está afastado o Museu do Vidro desde os anos 80. Na altura em que a fábrica fechou, nada tinha a ver com o museu, há muito tempo.
- Os roubos a que se refere, como toda a gente refere, parece saber, mas ninguém quer comentar, parecem ter ocorrido entre o fecho da fábrica e a altura em que o vidro do museu foi entregue à câmara (alguns roubos até legitimados, ao que se sabe, por supostas vendas em Lisboa, com vidro supostamente das casas dos trabalhadores da fábrica, que estavam no desemprego e a morrer de fome, mas que parece que saíram das casas (será?) de alguns (poucos) trabalhadores, e serviram apenas para encher os bolsos de alguns, que, das duas uma: ou roubaram muito quando lá trabalharam, ou roubaram a partir de 1992 até a altura em que culminou a venda da fábrica e em que o vidro que ali existia para o museu foi entregue à câmara). Nessa altura ficaram algumas pessoas a “tomar conta” da fábrica, e não foi a câmara.
- Também é do conhecimento geral (e principalmente de quem trabalhou na fábrica escola) que havia uma sala cheia de vidro antigo, ao que parece desde o tempo do Eng. Calazans Duarte, que foi sendo desmembrada e o vidro oferecido a inúmeros ilustres convidados ao logo de dezenas de anos, e portanto, ainda durante o funcionamento da fábrica.
- Nunca houve vidro da fábrica escola e do museu, nem de qualquer espécie, no museu Joaquim Correia antes do museu ter lá sido colocado, nem depois (se as coisas do professor não cabem lá, os vidros também não caberiam).
- As razões pelas quais o antigo conservador do museu foi dispensado, ele (o próprio conservador) sabe bem quais foram, e foram legítimas. Aparte essas, muitas outras, mas se tem dúvidas, informe-se melhor.
- O sr. zé do forno que mostre as tais actas dos pagamentos ao professor Joaquim Correia. Eu até gostava de ver. Tanto quanto sei, o único “pagamento” foi em géneros: o museu.

Por fim, na minha modesta opinião o professor Joaquim Correia é um artista com mérito. É da Marinha Grande. Agora, o professor não é o único artista desta terra, e quanto a mim, esse foi o grande erro estratégico e falta de visão da câmara da altura. A Marinha Grande não devia ter feito um museu Joaquim Correia mas um museu do concelho para os artistas do concelho, onde o professor teria, claramente, um lugar de destaque.

Encerro assim a minha argumentação e creio ter cumprido aqui o meu dever de cidadão, tentando, tanto quanto possível, repor alguma da verdade.
Se alguém lhe aprouver querer comentar, comente, escreva, contraponha.

Quanto à Pietá ou Sr.a da Piedade (como queiram) quem mandou retirar deveria ter tido o cuidado de se certificar que aqueles a quem mandou retirar (ainda por cima uma escultura degradada) tinham aptidão, sensibilidade e conhecimento para tal. É essa a diferença entre quem manda por mandar e quem sabe mandar e se preocupara verdadeiramente.