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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

COLOCAR A FASQUIA

Tomada de posse realiza-se a 4 de Novembro

O acto de instalação dos eleitos para os órgãos Câmara Municipal e Assembleia Municipal para o próximo quadriénio de 2009/2013, realiza-se no dia dia 4 de Novembro de 2009 (quarta-feira), pelas 21,00 horas, no Salão Nobre da Câmara Municipal da Marinha Grande.

A sessão é aberta a todos os interessados.

(fonte: site da CMMG)



Depois da coligação maravilha ter posto as contas da câmara em ordem, correndo o risco de ser demasiado redutor arrisco-me a dizer que, se até ao final do mandato do executivo que hoje toma posse um dos mais básicos problemas da cidade – o saneamento básico – não ficar resolvido (cobertura a 100%), então este executivo terá sido um fiasco. Será inadmissível que no final de 2013 este problema não esteja resolvido, numa cidade que em pleno séc. XXI se quer inovadora, empreendedora e que quer proporcionar qualidade de vida aos seus cidadãos.

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

sábado, 31 de outubro de 2009

A Hora do Pateta I

Porque o futebolês está na moda, permitam-nos aqui recordar as palavras dum treinador de futebol no início desta semana: “um vintém é um vintém e um cretino é um cretino”. Adaptando a frase ao contexto, diríamos: “um vintém é um vintém e um sectário é um sectário”.
Sem mais delongas, passemos ao primeiro de dois textos que esta semana vieram publicados no Jornal Expressões, paradigmáticos dessa forma de cegueira intelectual cujos piores exemplos infelizmente abundam, até mesmo entre gente com formação superior e com grandes responsabilidades, como é o caso da Sra. deputada Rita Rato.
Passemos então ao magnífico texto do Sr. Abílio S. Jordão.

Outra forma de fazer política ou como transformar uma maioria relativa
numa ditadura absoluta.

Ainda não são Câmara e já amedrontam, ameaçam, impõem, enfim. Ainda não mandam e já metem medo. Pudera! A máquina do partido mais votado vai instalar-se na Câmara. Não querem lá mais ninguém. A coligação que ainda é Câmara não foi ouvida nem achada em relação à forma de funcionamento da futura Câmara, não lhe vão ser atribuídos pelouros ao contrário do que aconteceu à 4 anos em que a CDU deu aos vereadores do PS pelouros importantes que estes não quiseram ou não souberam desempenhar ao ponto de terem que lhe ser retirados quando da alteração do executivo.
Mas, vergonha das vergonhas, preparam-se para “assaltar” a Câmara a avaliar por aquilo que alguma imprensa trás à estampa na sua última edição segundo a qual o Presidente vai ser ajudado pelo 4.º elemento da lista do PS à Câmara – só elegeram 3 – e pela responsável concelhia do PS na Marinha Grande. Quer dizer, como não têm confiança no Presidente eleito o melhor é ter sempre junto dele alguém da máquina do partido para lhe dizer como é que deve ser. Aliás esta prática não é nova neste partido e faz-nos recuar alguns anos ao tempo em que o Dr. João Paulo Pedrosa entrou para a Câmara para Assessor do então Presidente Álvaro Órfão. No mandato seguinte apareceu como candidato a Vereador e no seguinte como candidato a Presidente. É bom lembrar também a tentativa de substituição do então Vice-Presidente Armando Constâncio pela candidata não eleita Teresa Coelho só que o vice melhorou à pressa e ainda veio a tempo de não ser corrido pela máquina do partido que o elegeu. Também o actual N.º 4 da lista do PS tem um percurso parecido. Veio no último mandato do PS para a Câmara para colaborar com a máquina que detinha o poder, depois, com a alteração do executivo Camarário, manteve-se por lá para boicotar o trabalho sério e honesto dos novos Vereadores. Devia ter sido corrido mas vingança não faz parte do vocabulário da CDU.
Por isso saiu tarde de mais mas saiu. Agora está de volta para fazer o quê? Vamos esperar para ver mas não me admira nada que mais cedo do que se possa pensar esteja a decidir como Dirigente – ou Vereador? Enfim assim vai a política na nossa terra, mas se mesmo no tempo da outra ditadura o Povo não se vergou e acabou por vencer com o 25 de Abril de 1974 também não é agora que se vai deixar vencer.


(fonte: Jornal Expressões)

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

DISCOS PEDIDOS

- Boa tarde ouvinte. Com quem estou a falar?
- Olá eu sou o Rei das Massagens. Posso dizer a frase?
- Adiante D. Telles.
- “Novo Rumo”.
- Ó D. Telles, olhe que a frase não é essa!...
- Tá bem eu digo, táva a ver se passava. “A equipa que arregaça as mangas”. Posso pedir a música.
- Força jovem, até parece que se engasgou!...
- Queria ouvir aquela da Adelaide Ferreira, o “Quem perdeu foste tu só tu e nunca eu”.
- Ah, “O Papel Principal” da Adelaide Ferreira, é isso?
- Pois...
- E quer dedicar a alguém, Alteza?
- Quero dedicar ó jovem Inginheiro Nando Labareda, aquele que saiu de Campanheiro Mor por razões pessoais e que agora quer... quer... quer música.
- Ok D. Telles, fica o seu pedido e volte sempre.
- Obrigados.
- De nadas...


Revista de Imprensa

(foto da internet)


Tomada de posse preenchida de polémica

Vieira de Leiria Este sábado, dia 31 de Outubro, às 16h00, vai-se realizar a tomada de posse dos novos elementos da Junta de Freguesia da Vieira de Leiria podendo esta não decorrer na normalidade. O erro de cálculo que retirou um mandato ao PS e atribuiu ao MCI é a razão da polémica. O MCI afirma que vai “estar na tomada de posse da Assembleia da Vieira de Leiria e vamos apresentar o nosso candidato para tomar posse. Não se sabe ao certo de onde vem o erro, pode ter ocorrido no Tribunal tal como pode ter ocorrido nas mesas de voto e uma vez que o Tribunal é soberano, nós vamos cumprir a ordem do Tribunal”.
Perante esta situação, resta saber como irá decorrer o acto oficial e se será permitida a tomada de posse do candidato do MCI.



(surripiado do Jornal Expressões)

Testamento

Em tempos de “embalar a trouxa e zarpar” o Vereador eleito em 2005 nas listas do PSD, decidiu escrever um artigo de opinião publicado no Jornal da Marinha Grande, digno de dele se mandar fazer uma ampliação esculpida numa pedra nobre e junto com a reprodução do seu busto deixa-la a perpetuar a sua memória na entrada do mercado medieval que o Sr. Artur de Oliveira considera a sua grande obra (tipo obra do regime).

É evidente que um dia a barraca vai abaixo e nessa altura bastará acrescentar uma nota do tipo: Aqui jaz o mercado que nunca o chegou a ser.

Nesse artigo à laia de testamento o Sr. Artur “bate” em toda a gente que pelas mais variadas razões e formas se manifestou contra a “solução” pelos vistos a "melhor" que o executivo agora em extinção pôs em prática nas tais 48 horas.

Acaba mal o seu mandato Sr. Artur. As outras barracadas até já estavam esquecidas, poderia manter o seu ar afável e não ter destilado tanto ódio, até porque isso faz mal à saúde e o senhor deve cuidar-se porque a sua idade já não lhe permite entrar em tanta emoção.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Dica da Semana

AUTARQUIAS.ORG


“Reportar, ver, partilhar ou debater problemas do seu Município”.

Numa consulta ao Município da Marinha Grande, verifica-se que já constam dois alertas.

Um site interessante, embora se desconheça se o mesmo é visto por quem pode e manda.

ESPECIAL DESPORTO


Após a tomada de posse de ontem, Sócrates dá a sua primeira conferência de imprensa. Será que se vai queixar da arbitragem? Ou que o plantel é curto e que não houve graveto para aquisições sonantes? Ou vai dizer que o adversário se prepara para estacionar o autocarro à frente da baliza?
Pelo sim pelo não é melhor o Camacho começar a fazer exercícios de aquecimento.

REVISTA DE IMPRENSA

"Presas 50 pessoas por mês por não pagarem multas"

Observatório da Justiça revela que muitas das pessoas condenadas a multas, sobretudo por crimes rodoviários, como excesso de álcool no sangue, não cumprem o pagamento e acabam presas


Enquanto os grandes processos de fraude fiscal se arrastam nos tribunais, um cidadão que não pague uma multa a que foi condenado pelo tribunal - na maioria dos casos relacionada com infracções rodoviárias, como excesso de álccool no sangue -, na certa, vai para a cadeia. Todos os meses, segundo o Observatório Permanente da Justiça (OPJ) são presas 50 pessoas nesta situação.

São pessoas que não pagam as multas a que foram condenadas, seja por crimes rodoviários ou outros de menor gravidade, como injúrias. Como não pagam - e a crise económica pode explicar o aumento de casos -, a sentença passa a ser o cumprimento dos dias de multa em prisão efectiva, que pode atingir, no máximo, 360 dias. "O sistema de justiça, incluindo o sistema punitivo, parece, assim, agravar a sua tendência para se bipolarizar entre um sistema para ricos e um sistema para pobres", diz o relatório de monitorização à reforma penal de 2007.

O OJP chama a atenção para este aspecto do sistema judicial, uma vez que o mínimo do valor que pode ser aplicado à multa diária subiu de um para cinco euros (o máximo diário é 500 euros). Segundo depoimentos recolhidos pelo Observatório, a medida "não atende às reais condições socioeconómicas de muitos dos condenados nesta pena, podendo potenciar o crescimento de penas de prisão efectivas de curta duração". O que já se verifica: 30% dos reclusos das cadeias portuguesas estão a cumprir pequenas penas, sobretudo ligados a crimes rodoviários.

Quanto ao resto da população prisional, o relatório confirma uma percepção comum: é nos crimes contra a propriedade que a pena de prisão efectiva é mais aplicada.

"A principal diferença a registar é que, enquanto que no período antes da reforma o tipo de crime que se seguia era o respeitante a estupefacientes e substâncias psicotrópicas, no período pós reforma o segundo tipo de crime a que a pena de prisão efectiva é mais aplicada é os crimes contra as seguranças nas comunicações, com um aumento de condenações, em média mensal de 39 para 53", lê-se no documento. Para os investigadores, o "elevado número de reclusos em estabelecimento prisional para cumprir pena de prisão efectiva por crimes rodoviários faz aumentar, contra os objectivos da lei, a aplicação de penas de prisão de curta duração".

No que diz respeito à aplicação de penas, o observatório detectou ainda uma "perversidade" que tem ocorrido no sistema. Trata-se de um aumento do número de condenações por cinco anos e alguns meses. Onde está o problema? Segundo a lei, um juiz ao decretar uma pena até cinco anos, tem que fundamentar por que razão não a suspende. "Foi-nos referido uma prática de condenações em penas de prisão de 5 anos e poucos meses, em que os poucos meses apenas teriam como objectivo evitar a fundamentação pela não suspensão da execução da pena de prisão". O documento termina com recomendações ao poder legislativo e com certeza de ter encontrado "vários casos emblemáticos de resistência" à mudança.

(surripiado do DN)



Artigos relacionados: "Mais uma descarga poluente na Ribeira dos Milagres"

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Ainda se lixam! Os homens da luta, claro.

Revista de Imprensa

"Mais uma descarga poluente na Ribeira dos Milagres"

A Comissão de Ambiente e Defesa da Ribeira dos Milagres alertou ontem para a ocorrência de uma nova descarga poluente, durante a madrugada de domingo, na Ribeira dos Milagres.
Rui Crespo, porta-voz da comissão, disse à Agência Lusa que "cerca das 04h30" passou pela ponte sobre a Ribeira e verificou "que tinha havido, ou estava ainda a haver, uma grande descarga, pois a quantidade de espuma branca era tanta que nem a água se via".
"O cheiro, curiosamente, não era muito, mas a descarga, pela quantidade de espuma, foi grande", disse Rui Crespo, acrescentando que nos últimos dias vinha alertando elementos da Associação de Suinicultores de Leiria para "alterações na água da Ribeira, que apontavam para a ocorrência de pequenas descargas".
Segundo Rui Crespo, "esta foi a primeira grande descarga desde o Verão", o que teme venha a registar-se com maior frequência, tendo em conta a chegada do tempo chuvoso. Este responsável disse à Agência Lusa ter alertado as autoridades para a ocorrência, mas fonte da GNR de Leiria afirmou, a meio da manhã, desconhecer qualquer queixa.


(surripiado do Diário de Leiria)

domingo, 25 de outubro de 2009

Esclareça por favor senhor deputado

Não sei porquê, mas ocorreu-me que o deputado JPP fez uma crítica implícita ao primeiro-ministro, pela forma como este constituiu o XVIII Governo. É que, utilizando a “terminologia” usada pelo senhor deputado, parecem existir macacos fora do galho, ou seja, professores doutores fora das universidades, em pastas tão importantes como a agricultura e as obras públicas.
A menos que a crítica seja dirigida ao Luís Filipe Vieira e ao Rui Costa por deixarem o Jesus abrir a boca. Mas isso também se resolve, basta suspender por seis meses a democracia no Benfica.
Apesar de tudo esta segunda hipótese parece-me mais palusível, a avaliar pela bio do senhor deputado no twitter: "benfiquista sempre, português, às vezes".

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

ORÁCULO



E como o tempo começava a rarear e a ânsia pelo provir generoso era já mais do que muita, na ausência de Diocleciano, alquimistas, cunicultores, catedráticos e colectores, reuniram para tentear e solucionar: pontes ou túneis? – heis a questão.


Nestes tempos de indefinição, pós mijinhas e hirsutos alcaides, gostaria de expressar um pensamento que me tem tomado o miolo desde há alguns dias. Coisa de somenos.
Para unir de forma efectiva e praticável dois pontos inacessíveis entre si, permitindo calcorrear esse caminho de forma avisada e confiante, só conheço dois modos: as pontes e os túneis. Embora o resultado final se anteveja o mesmo, no que toca a este vosso prosaico concidadão, que toma algum do seu tempo a matutar nestas coisas de imberbe interesse, confesso que prefiro as primeiras às segundas. Nas pontes, vemos e somos vistos, admiramos a plenitude da paisagem, partilhamos reconhecidos o engenho e a arte dos que sonham e desafiam as leis da física para combinar natureza e materiais, cálculos e sonhos, bom senso e temperança, saboreamos a travessia que nos leva seguros até ao ponto de chegada. Por isso mesmo prefiro as pontes aos túneis, a vertigem das alturas à claustrofobia das profundezas. Convenhamos, à torre de Paris, todos exibem na ponta da língua o seu genial autor. E ao túnel da Mancha? Alguém se lembra do progenitor? Claro que não, porque as aves voam e as minhocas rastejam – ser e parecer, tal como a companheira do augusto César. Mas não será este meu cogito apenas e tão só uma mera questão de retórica sem qualquer apoquento? Talvez. Não sei.

E agora descendo à terra: se por mero acaso virem por aí o Sr. S. Pedro, façam o favor de lhe dizer da minha parte, que antes que torne irresponsavelmente a verter águas como quem metralha fogo à peça, ele que mande um funcionário para desafogar as sarjetas do Casal da Formiga. É o mínimo...

Tempo de "arregaçar as mangas"

De acordo com alguma imprensa de hoje, tudo indica que o PS vai gerir todos os pelouros da nossa autarquia, até porque segundo as mesmas notícias o PSD recusa aceitar pelouros, comprometendo-se no entanto a não fazer obstrução aos projectos que entender servirem os interesses da Marinha Grande, excepto os que “são para encher o olho”.

Depois da experiência do executivo anterior em que na prática funcionou numa coligação CDU/PSD em que as responsabilidades pelo bom ou mau trabalho realizado, aos olhos da opinião pública não ficaram clarificados, leva-me a considerar que, de facto, é mais eficaz a distribuição dos pelouros ser feita pelos eleitos do partido ganhador e a oposição ter um papel fiscalizador, desde que não se limite a pura e simplesmente, obstruir o trabalho do executivo. Se recordarmos a campanha e pré-campanha eleitoral recente, onde se assistiu ao triste espectáculo de ver o Vereador que funcionou como sustentáculo da maioria CDU criticar aquilo que o próprio tinha feito, leva-me a considerar que o PS deve assumir por inteiro a gestão da autarquia e daqui por 4 anos submeter-se ao julgamento do eleitorado, assumindo sem tibiezas o trabalho realizado e não ter desculpas para o não feito.

Está na hora dos eleitos em partidos que perderam, demonstrarem uma atitude colaborante e construtiva, sem abdicarem do direito a opor-se ao que entenderem não corresponder ao interesse da Marinha Grande, mas que essa oposição não seja gratuita e só para entravar o muito que urge fazer. Ao contrário do que é comum pensar-se, o eleitorado não julga só os vencedores mas também os vencidos. Uma oposição digna desse nome não tem que pactuar com erros, mas também não tem que estar sempre contra. Os interesses da Marinha Grande e dos seus munícipes deve estar sempre em primeiro plano. Enganam-se os que pensam que a oposição cega ganha votos.

Revista de Imprensa

Erro nas Autárquicas tira mandatos ao PS

O PS da Marinha Grande recorreu à justiça para tentar corrigir um "erro" que lhe retirou a eleição de três mandatos em duas das três freguesias do concelho, perdendo, inclusive, a maioria absoluta numa delas face aos resultados homologados nas últimas eleições. Em causa está o que os socialistas chamam "deficiente aplicação do método de Hondt", procedimento de cálculo aplicado na atribuição do número de eleitos nas Eleições Autárquicas, Legislativas, Regionais e para o Parlamento Europeu.
"Solicitámos à sra. dra. juíza que rectifique um erro material" resultado da "má aplicação do método de Hondt", afirmou ao nosso jornal a presidente da Comissão Política Concelhia do PS da Marinha Grande, Teresa Coelho, referindo-se à petição que aquele órgão partidário entregou no tribunal da capital vidreira, subscrito também pelas listas do PS candidatas às Assembleias de Freguesia (AF) da Moita e de Vieira de Leiria, e que foram encabeçadas, respectivamente, por Álvaro Vicente Martins e Joaquim Vidal Tomé.
Na eleição para a AF da Moita, e com base nos resultados homologados pela Assembleia Geral de Apuramento (AGA), os socialistas ficam prejudicados em dois mandatos, alterando profundamente os resultados, uma vez que com aplicação do método de Hondt deveriam ter elegido seis e não quatro mandatos, o que lhes retirou a maioria absoluta. Os dois mandatos em causa foram divididos pelo PSD e a CDU (coligação PCP-PEV), que, assim, obtiveram duas eleições cada e não uma, como sustenta o PS.
Naquela freguesia, de que resulta a eleição de nove mandatos, coube ainda a atribuição de um 'lugar' para a lista de Independentes, mandato esse que não está em causa.
"É um erro que nunca podia ter acontecido, porque o PS, sozinho, tem mais votos do que as outras forças políticas, logo, é evidente que o Partido Socialista tem a maioria absoluta", sublinha Teresa Coelho. De facto, na eleição de 11 de Outubro último, os socialistas tiveram na freguesia da Moita mais 22 votos (455) do que o total de votantes no PSD, CDU, BE e Independentes (433).
Por sua vez, no escrutínio referente a AF de Vieira de Leiria, o "erro" não permite ao PS chegar à maioria absoluta, mas retira-lhe um mandato, atribuindo-o à lista de independentes. Ou seja, perante os resultados homologados, o PS elege cinco em vez de seis mandatos. Simultaneamente, se o método de Hondt fosse devidamente aplicado, os independentes não alcançariam nenhum mandato. Quanto aos restantes eleitos, não se verificam alterações: PSD elege quatro, CDU dois e o BE um mandato.

"Um erro de matemática"

"A Assembleia [Geral de Apuramento] foi mal assessorada face aos erros", aponta Teresa Coelho. "Só ontem [leia-se terça-feira], quando o edital foi enviado para as juntas de freguesia, tomámos conhecimento oficial", adiantou.
A socialista refere-se aos resultados homologados pela AGA, que é constituída por um juiz, um delegado do Ministério Público, dois professores - por norma, de matemática -, representantes das mesas de voto e um funcionário da câmara, tendo as listas submetidas a sufrágio um prazo de 24 horas para reclamarem sobre os resultados homologados, o que deverão fazer para o Tribunal Constitucional. Os socialistas da Marinha Grande não o fizeram, porque, justificam, só anteontem tiveram conhecimento do erro após a publicação do respectivo edital nas juntas de freguesia em causa.
"Os partidos não sabem quando é feita a Assembleia Geral de Apuramento, por isso é que não demos, na altura, pelo erro, que, neste caso, é grosseiro", explica Teresa Coelho.
A presidente da Concelhia do PS esclarece que a petição entregue ontem em tribunal "manifesta o erro de cálculo" e pede uma "rectificação e reparação do erro material. A manter-se o erro, é uma violação da vontade do eleitorado", sustenta Teresa Coelho, frisando que se tratou de "um erro de matemática".
"Não há uma ilegalidade, mas um erro material. A lei foi cumprida mas foi mal aplicada", reforça a socialista, sublinhando que "a não haver uma rectificação" o PS "fica sem a maioria absoluta na Moita".
"É curioso como só retiraram mandatos ao PS", frisa ainda Teresa Coelho, manifestando a sua crença de que a petição entregue no Tribunal da Marinha Grande vai contribuir para repor a realidade dos resultados eleitorais.


(surripiado do Diário de Leiria)



terça-feira, 20 de outubro de 2009

Um por dia - artº 12º

Artigo 12.º
Princípio da universalidade
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1. Todos os cidadãos gozam dos direitos e estão sujeitos aos deveres consignados na Constituição.

2. As pessoas colectivas gozam dos direitos e estão sujeitas aos deveres compatíveis com a sua natureza.

cuidado camaradas, eles andem aí...

Agências de espionagem norte-americanas vigiam blogs e Twitter

Há coisas piores!



Qualquer semelhança com a realidade é especulação(até porque o comboio de lata há muito que foi desactivado)

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Em sentido contrário



Há uns tempos numa das poucas homenagens prestadas ao ilustre Marinhense António José Guarda Ribeiro, alguem disse mais ao menos isto: "O Guarda Ribeiro era como a formiga da canção do Zeca, vinha sempre em sentido contrário" Recordo isto depois do ultimo post.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Revista de Imprensa (actualizado)

"MERCADO MUNICIPAL? QUE FORMATO E ONDE?"


Nas sociedades modernas, a instalação massiva de Centros Comerciais e de grandes e médias superfícies, veio alterar, de forma radical, a qualidade da oferta dos mesmos produtos, com um grande impacto nos hábitos dos consumidores.

Nas últimas duas décadas, todo o pequeno comércio de proximidade e também, ainda que de forma menos acentuada, os mercados municipais, com características populares muito enraizadas nos costumes das populações, vêm perdendo quota de mercado.

Para responder a este fenómeno, que parece ser irreversível, na medida em que a concentração de grandes volumes de negócios no mesmo espaço, gera economias de escala, que permitem a prática de preços muito mais competitivos, os comerciantes tradicionais estão a apostar na especialização da sua oferta e no atendimento personalizado, em que o cliente não é só o número do seu cartão de crédito, mas é reconhecido e tratado pelo seu nome, o que permite estabelecer o diálogo na base de um conhecimento pessoal que estimula o cliente a assumir, para além desse estatuto, o de amigo do comerciante.

Nos mercados municipais tradicionais, normalmente instalados em recintos fechados, vem-se a notar uma perda de afluência, que progride com a mudança de gerações, sendo previsível que se venham a extinguir nas próximas décadas, porque a sua frequência está concentrada nas populações mais idosas. É facilmente verificável, que as gerações mais jovens, nascidas após a década de 80, há muito que optaram pelas grandes superfícies, onde, para além dos produtos tradicionais expostos e vendidos em condições de preço e higiene muito superiores às dos mercados, dispõem de uma enorme variedade de oferta, o que lhes permite, no mesmo espaço, comprar quase tudo o que necessitam, desde usar um café/bar, almoçar num bom restaurante, ir ao cinema, etc., com uma oferta quase ilimitada de estacionamento para o carro.

No caso concreto da nossa cidade, o Mercado estava situado no Edifício da Resinagem, que para além de instalação fabril, já foi Quartel dos Bombeiros, uma parte usada como Conservatória, outra Biblioteca e instaladas algumas lojas nas alas laterais.

A progressiva degradação das instalações e a violação de normas comunitárias no capítulo das condições de higiene, a falta de condições para cargas e descargas, a ausência de espaço de estacionamento e a perda de importância como instrumento de alavancagem da atracção das pessoas ao Centro Tradicional, foram razões suficientes para que todos os partidos, nos programas eleitorais autárquicos, desde finais da década de 70, apresentassem a deslocalização do novo mercado como uma promessa a realizar, chegando a estar prevista, no mandato da CDU a sua nova deslocalização para as Vergieiras, na zona onde agora está a Escola Nery Capucho, porque eles achavam que aí se deveria criar, de raiz, uma nova centralidade, que para além do Mercado deveria vir a ter os Paços do Concelho, as novas Piscinas, etc.

Como se vê, a questão do Mercado encaixa num problema mais abrangente, que é o Planeamento Estratégico da Cidade e quando se coloca a discussão das opções a este nível, elas são, necessariamente, muito polémicas.

No final da década de 90, a Câmara adquiriu a desactivada fábrica “Abrigada”, com 6.000 metros quadrados de área disponível, localizada a poucas centenas de metros do velho mercado e desenvolveu um Plano de Salvaguarda do Centro Tradicional, com a intervenção de uma equipa técnica multidisciplinar integrada num GTL (Gab. Técnico Local), que tinha como pressuposto base, a deslocalização do Mercado para um novo edifício a construir no espaço da Abrigada, onde, para além do Mercado deveria haver um Centro Comercial, habitação e comércio, por forma a criar sinergias que facilitassem o sucesso empresarial dos investimentos que ali se fizessem, com a vantagem de se estabelecer, através do Parque da Cerca renovado, um corredor verde de ligação ao Centro Tradicional.

Em paralelo, foi desenvolvido um projecto inovador para o Edifício do velho Mercado, onde iriam coabitar departamentos camarários concentrados, escritórios, serviços, conservatórias, lojas, restaurantes, bares com animação nocturna, duas salas de cinema e ligação pedonal a um estacionamento subterrâneo a construir após se demolir o feio Quartel dos Bombeiros, que seria deslocalizado para um terreno municipal junto à Estação da CP, bem como se iria proceder à requalificação do Teatro Stephens para um bom Auditório Municipal, a integrar no Museu do Vidro.

Se, para aqueles que desenharam e tentaram implementar esta estratégia, tudo parecia fazer sentido, para outros, tratava-se de um disparate, elencando um sem número de razões, por ventura tão válidas como as que eram apresentadas para defender a ideia.

E se é verdade que mexer com hábitos e tradições de décadas já é suficientemente polémico, junte-se a isto a luta política pelo poder autárquico, a intervenção da imprensa escrita, que durante meses se alimentou destes antagonismos, mais os interesses dos comerciantes do mercado que se viram confrontados com a exigência de pagar o preço justo pelas novas bancas que iam utilizar, e temos um cocktail explosivo, que, para já, produziu efeitos demolidores.

Afirmar agora, mais a frio, que a solução encontrada era perfeita, é um disparate. De facto, foram encontradas algumas debilidades e insuficiências funcionais, que, todavia, não são de molde a inviabilizar o Atrium como solução.

É tecnicamente possível melhorar as acessibilidades dos produtos ao piso superior. È possível encontrar solução para a venda de criação viva e é fácil e resolúvel melhorar as condições de transporte das mercadorias para as bancas.

Abandonar a ideia da possível instalação do mercado onde estava previsto, é também enganar os comerciantes que investiram em lojas no Centro Comercial, na expectativa de que o mercado funcionasse como alavanca de atracção de clientes para todo o complexo.

Se o Mercado não voltar ao Atrium, antevejo um futuro ainda mais trágico para os comerciantes com lojas no Centro Comercial, logo que o Leclerc se instalar mesmo ali ao lado.

Julgo saber que o próximo executivo PS não está disponível para retomar o Atrium como solução, ou pelo menos, a testá-lo. Não concordo mas respeito. Por mim, as convicções e a razão não dispensam uma boa luta e há lutas que vale a pena travar, contra os interesses partidários de alguns, económicos de outros, mas a bem da cidade e daqueles que em nós confiam.

Armando Constâncio



(surripiado do Jornal da Marinha)

eu cá por mim aconselhava o Pika Ferreira a engrossar os números da abstenção...

Um por dia - artº 11º

Artigo 11.º
Símbolos nacionais e língua oficial
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1. A Bandeira Nacional, símbolo da soberania da República, da independência, unidade e integridade de Portugal, é a adoptada pela República instaurada pela Revolução de 5 de Outubro de 1910.
2. O Hino Nacional é A Portuguesa.
3. A língua oficial é o Português.

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Revista de Imprensa

"Novo presidente da autarquia começa ronda negocial"


O recém-eleito presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Álvaro Pereira, começa hoje a ronda negocial com o vereador eleito nas listas do PSD, uma vez que o PS não conseguiu conquistar a maioria absoluta na autarquia marinhense.
Nas Eleições Autárquicas de domingo, o PS conquistou a autarquia à CDU com maioria relativa, precisando, por esse motivo, de chegar a um entendimento com a oposição para garantir a estabilidade governativa. Os socialistas elegeram três vereadores, os mesmos que a CDU, e o PSD conseguiu votação para eleger António Santos. É com este vereador independente que Álvaro Pereira vai reunir hoje para uma eventual acordo pós-eleitoral que garanta a maioria absoluta. “Vou conversar amanhã (hoje) com o meu amigo António Santos para o cumprimentar pelo facto de ter sido eleito e discutir outros assuntos”, referiu Álvaro Pereira, salientando que só depois de conversar com o eleito nas listas do PSD é que avançará com a distribuição de pelouros.
Álvaro Pereira propôs ao presidente da Assembleia Municipal em funções, Luís Marques, que a tomada de posse seja entre os dias 26 de Outubro e 2 de Novembro, para que o novo executivo entre em funções.
Alberto Cascalho, candidato derrotado, revelou que reuniu com Álvaro Pereira na terça-feira e mostrou disponibilidade para apoiar os novos eleitos no primeiro contacto com os dossiês mais estruturantes da autarquia. “Mostrei total disponibilidade para apoiar, contrariamente ao que aconteceu em 2005, que recebemos os gabinetes completamente vazios. Queremos total transparência em todo o processo de passagem de testemunho, porque foi sempre essa a nossa postura ”, afirmou o autarca, adiantando que vai ocupar o lugar de vereador no Executivo camarário, que irá acumular essa função com a profissão de professor na Escola Secundária Calazans Duarte, onde lecciona a disciplina de Sociologia.
Nos próximos quatro anos, o executivo da autarquia marinhense será formado pelo presidente Álvaro Pereira (PS), Paulo Vicente (PS) e Célia Ferreira (PS), Alberto Cascalho (CDU), Alexandra Bengucho (CDU), Vitor Pereira (CDU) e António Santos (PSD).


(surripiado do Diário de Leiria)

MARINHA GRANDE - Cidade livre de cartazes




Após dois actos eleitorais com apenas quinze dias de intervalo, a Marinha está inundada de propaganda eleitoral que, esperasse, seja removida em breve. Este é um voto que formulamos, a bem de uma "Cidade livre de cartazes", e é também uma boa oportunidade para os partidos demonstrarem as suas procupações ambientais.

Bom seria que este assunto tivesse acolhimento junto de todas as forças da nossa cidade (políticas, cívicas, ambientais, etc), o que com alguma boa vontade achamos ser possivel. Veja-se por exemplo o que se passa em V. N. Ourém onde a autarquia disponibiliza espaços próprios para a colocação de propaganda eleitoral, procedimento respeitado e aplaudido pela CDU.

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Por uma “Cidade Livre de Cartazes” junta-te a nós!

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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Bitaite marginal


Anónimo disse...
Emporcalhar mais não é possivvel. Durante os últimos anos fizeram com este blogue intriga da baixa e devassaram a vida privada de muita gente. Mentiram, inventaram e caluniaram. Usaram pessoas, fizeram e desfizeram aliados. Valeu tudo com um único objectivo ajudarem a recuperar os previlégios de alguns poucos que tem da politica uma concepção de que ela não é para servir as pessoas mas para a obtenção de vaidades e beneficios próprios. O que os safa é que a generalidade da população não tem acesso a estes meios. Vou esperar tranquilamente para ver o comportamento dos responsáveis deste blogue nestes próximos 4 anos.

14 Outubro, 2009 10:14





Nota da Comissão de Moradores:

não é nosso hábito responder a bitaites, sejam eles de que natureza forem. Contudo, tendo em conta o período pós eleitoral que estamos a viver e que se está a revelar bastante esclarecedor quanto à forma como algumas mentes brilhantes encaram a democracia e a existência de espaços desta natureza, face ao nervosismo demonstrado por quem tem dificuldade em entender o essencial e pelos ataques virulentos que estrategicamente estão a inundar as caixas de bitaites, parece-nos oportuno, uma vez mais, esclarecer o seguinte:
- o Largo das Calhandreiras é um espaço público de entretenimento, sujeito às regras e condições impostas pelos seus autores, e que traduz aquilo que é a sua forma de olhar a Marinha Grande o país e o mundo, o que aliás não é novidade para ninguém;
- o Largo das Calhandreiras é um blogue livre mas não é independente, depende da capacidade criativa dos seus autores, a qual resulta da livre expressão das suas personalidades e convicções, moldadas pelos seus percursos de vida e influências, o que aliás não é novidade para ninguém;
- mal seria que o Largo das Calhandreiras não fosse o produto da vontade dos seus autores e se deixasse condicionar por supostas análises morais, baseadas em insinuações genéricas de mau gosto e de má educação, ou por inconsequentes estratégias politiqueiras instigadas por quem tanto reclamou pela pureza da acção política, mas que agora se prova não saber respeitar com humildade democrática que o pensamento individual seja diverso e plural, o que aliás não é novidade para ninguém;

Por fim, não podemos deixar de registar o poder nos é atribuído na mudança decidida pelo eleitorado, o que só vem provar que quem não foi escolhido perdeu essa oportunidade no dia em este blogue foi posto à venda pelos seus autores, e não tratou de o comprar.
Queremos por último deixar claro que o facto da generalidade da população não ter acesso a estes meios não constitui para nós uma “safa” mas antes um grande e absoluto constrangimento. É que se a democraticidade destes meios já fosse uma realidade insufismável, as nossas opiniões seriam amplificadas a uma escala tal que quem revela ter passado por tantas "atribulações" na instrução primária, traduzidas nas mais que evidentes dificuldades de escrita, não teria certamente qualquer “SAFA”!

Parafraseando o Presidente Cavaco Silva, resta-nos deixar a pergunta no ar: “mas afinal, onde é que está o crime?”


A Comissão de Moradores do Largo das Calhandreiras

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Figuras figurinhas e figurões

Agora que os resultados eleitorais estão lidos e relidos e mais virgula menos virgula, muito poucas alterações há a adicionar ao já conhecido, quer a nível nacional ou local, parece-me que algumas conclusões há a tirar.

A primeira é que no conjunto das 3 eleições, que verdadeiramente foram 5, pois nas ultimas o acto elegeu 3 órgãos autárquicos diferentes e como seria de esperar os resultados não foram lineares, houve um numero extremamente significativo de eleitores em pleno uso das suas faculdades eleitorais que abdicaram de usar um direito pelo qual gerações e gerações de portugueses lutaram, pagando muitos deles caro pela simples ousadia de reivindicarem o direito a escolher os órgãos de poder. Creio que um dos direitos conquistados no decorrer do processo que se iniciou em 25 de Abril de 1974, mais significativo,(se não o mais) foi precisamente o direito de votar. Para quem lutou para que esse direito fosse uma realidade não deixa de ser frustrante ver tanta gente a abdicar de o usar.

A segunda conclusão prende-se com o aparecimento de alguns novos actores neste espectáculo que se repete de tempos a tempos em que se procura conquistar um lugarzito e para isso, para além de se porem em bicos de pés em tudo o que é sitio, recitam textos lidos e relidos pelos actores principais, apenas para tentar dar nas vistas e disfarçar a sua pequenez.

A terceira conclusão a tirar refere-se ao aparecimento de algumas personalidades retiradas da vida politica activa cuja situação não os inibiu de dar um contributo directo e indirecto, nuns casos para rectificar dados pouco verdadeiros postos a circular e noutros intervindo directamente , trazendo o seu prestigio e conhecimento à campanha eleitoral.

Por ultimo queria referir-me ao triste espectáculo de alguns figurões, que por vingança e maus perderes, procuraram na altura que acharam mais adequada intervir, trazendo achegas despropositadas que acabaram por tornar o espectáculo menos conseguido, mas cuja (má) figura, creio só ter prejudicado os próprios e em nada ter alterado o resultado final.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

domingo, 11 de outubro de 2009

Desafio

Dado que a nossa TV local ainda não deve teve pedalada para uma emissão em directo e tendo em conta que alguns dos nossos calhandreiros devem ter informações previligiadas e ainda, como suspeito que o site da camara é capaz de entupir antes de tempo! Que tal criarmos aqui uma especie de emissão em directo em que cada um de nós, calhandra em cima do acontecimento aquilo que vai sabendo.

E tambem alguns palpites, mas estes só depois das 20 horas, para não lixarmos o largo com alguma multa da CNE.

Está lançado o desafio.