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terça-feira, 23 de junho de 2009

Maravilhas

No sítio da CMMG é publicitada a seguinte iniciativa:

No âmbito da Prova de Aptidão Profissional da aluna Mafalda Coelho, do curso de Técnica de Turismo, da Escola Profissional e Artística da Marinha Grande, pretende-se colocar à votação da comunidade vários locais/bens culturais de interesse, do património imaterial, construído e natural, para que sejam eleitas as 7 Maravilhas do concelho da Marinha Grande.

VOTE nas 7 Maravilhas do concelho da Marinha Grande!



Até aqui tudo normal, não fosse um pequeno pormenor. Na categoria de “Património Natural” uma das maravilhas a concurso é, nem mais nem menos, do que o famigerado Parque da Cerca.
Naturalmente que deve ter sido um engano, porque ninguém põe a concurso locais que representam um perigo para a saúde pública. Era o mesmo que os ucranianos proporem Chernobyl para património da humanidade.


Brincadeiras à parte, era bom que ao fim de quatro anos os marinhenses fossem efectivamente esclarecidos de tudo o que se passou e de todas as diligências levadas a cabo pelas autoridades, no sentido de “deslindar” o caso.
É que se tudo não passou de uma brincadeira de mau gosto, era hora dos responsáveis se retratarem publicamente. É o mínimo que se exige face ao alarme social que provocaram. A menos que a contaminação se confirme e aí há que punir os que por acção ou omissão participaram e participam neste atentado contra a saúde pública.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

"Ó doutor, encontrámos a picareta!"

O que outros não conseguem, nós conseguimos, o que só vem confirmar que, ao contrário dos outros, nós não somos desmiolados e não votamos distraídos. Então não é que descobrimos a picareta do capataz. É verdade, bastava estar um bocadinho atento, ó senão reparem. Diz o doutor Barbas Pedrosa (o da orquestra “Os Desmiolados”) no seu blogue de desporto, caça e efemérides:
Questionado, na reunião de câmara, sobre a razão da construção de uma aberrante lomba na Avenida Victor Gallo (junto à rotunda do vidreiro), Artur Oliveira respondeu:
-"Estou tão surpreendido quanto vocês, não sei de nada!".

Olhe doutor, primeiros a construção não é aberrante! Trata-se dum investimento de alta qualidade que pretende pôr a nossa cidade na rota dos desportos de montanha e de aventura. Escalar aquilo é um grande desafio, sabia? Em segundos, se o doutor tivesse mais atento ao que a coligação maravilha diz, já tinha percebido quem é que mandou fazer aquele colosso. De certeza que foram “os outros”, quer vêr?
A propósito de meia-dúzia de camiões que passam rua António Maria da Silva vindos do Santos Barosa e que pelos vistos incomodam alguns moradores (que também devem ser desmiolados), esclarece o camarada Xico da junta:
Contactado pelo nosso jornal, Francisco Duarte, presidente da junta de freguesia da Marinha Grande, reconhece a existência daquela situação, que nasceu há cerca de dois anos, afirmando que se trata de um assunto municipal.
O autarca descreveu a passagem dos camiões por aquela rua como a "alternativa mais plausível, reconhecendo todos os inconvenientes. Não foi uma decisão nem da junta de freguesia, nem da câmara municipal, mas dos técnicos que a estudaram, 'in loco'", concluiu.
Vê doutor, foram os técnicos que decidiram ‘in loco’, percebe? E você desconfiado que a junta e a câmara decidiam alguma coisa. Mas, espere lá doutor, parece que há alguém que não é da mesma opinião. Vamos ouvir o senhor da picareta:
A Câmara da Marinha Grande considera que, de momento, “não tem alternativa”. Segundo o vereador responsável pelo pelouro do Trânsito, Artur Pereira, as mudanças foram exigidas por moradores da zona, devido às filas que se criavam.
Ah! Prontos! Está tudo esclarecido! Afinal foram os moradores que exigiram as mudanças! Assim está bem! A picareta apareceu, viu?!


Sugestão: e que tal o doutor Guerrilha escrever uma croniqueta sobre o estado da mioleira dos seus camaradas?

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Revista de Imprensa

"Câmara procura terreno para instalar uma dezena de famílias nómadas"

A câmara da Marinha Grande está à procura de um terreno onde pretende criar um parque para instalar famílias nómadas, revelou ontem o presidente da autarquia, Alberto Cascalho.
O autarca explicou que "já foram apresentadas algumas sugestões", mas até ao momento "não existe um espaço disponível".
Por outro lado, Alberto Cascalho adiantou que o município "está também a recolher experiências de outros locais do país", admitindo que "será possível concretizar este projecto, mas não a curto prazo".
"A nossa preocupação passa por darmos passos seguros", esclareceu o presidente da Câmara Municipal, que defendeu a necessidade de o parque nómada "ser partilhado por outras entidades e consensual". "Entendo que tudo o que for feito para assegurar uma integração equilibrada da comunidade cigana será extremamente positivo para a cidade da Marinha Grande", referiu ainda Alberto Cascalho.
A ideia de criar um espaço para famílias nómadas partiu da Junta da Marinha Grande. O seu presidente, Francisco Duarte, explicou que existe "cerca de uma dezena de famílias de etnia cigana na freguesia", contabilizando-se "sessenta pessoas", que se instalaram no centro da Marinha Grande e na Mata da Embra.
"Notamos que estão a chegar mais famílias", adiantou no entanto o responsável, acrescentando que o objectivo do parque "é dar o mínimo de condições" àquelas pessoas.
"Queremos que o parque tenha todas as infra-estruturas necessárias, como água ou electricidade, e onde as equipas pluridisciplinares de reinserção social possam contactar com as pessoas", referiu Francisco Duarte.
Para o responsável, este equipamento ajudará na "reintegração social destas famílias" e poderá contribuir para minorar "alguns problemas que têm ocorrido com a comunidade da Marinha Grande".
"Tem havido situações pontuais, de pequenos delitos", informou o autarca, convicto de que "este tipo de solução permitirá maior compreensão em relação ao modo de vida das pessoas desta etnia".


(surripiado do Diário de Leiria)

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Nota da Comissão de Moradores:
Ó senhor presidente interino, então mas se o assunto não é para resolver a curto prazo e se ainda está em fase de estudo, porquê o anúncio? Só vemos duas hipóteses: ou é propagan... (perdão) ou é um grande desejo do seu executivo ou é um sinal ao mercado imobiliário.

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Cá vai milho...

Por acaso alguém sabe o que é feito do Bloco Canhoto cá da terra? É que tirando o Arrenesto Silva que todas as semanas redige a sua croniqueta no Jornal do Tózé, não se tem visto a malta da canhota.

Olha, tive uma ideia, a ver se reagem:

" É PESSOAL, HÁ UM QUINTAL COM MILHO TRANGÉNICO NA AMIEIRINHA"


Não há nada, era eu a brincar...

quarta-feira, 4 de julho de 2007

As datas é que são uma maçada...

25 de Maio de 2007 - é assinado pelo Sr. Presidente o anúncio de hasta pública para adjudicação da exploração do parque de campismo da Vieira de Leiria na época balnear de 2007, pelo periodo de 90 dias seguidos




1 de Junho de 2007 - abertura oficial da época balnear 2007, em Portugal





6 de Junho de 2007 - é publicado em Diário da República o anúncio da hasta pública para adjudicação da exploração do parque de campismo da Vieira de Leiria na época balnear de 2007





22 de Junho de 2007 - realiza-se a praça, no Salão Nobre da CMMG, para adjudicação da exploração do parque de campismo da Vieira de Leiria na época balnear de 2007 (base de licitação: 10.000€)





23 e 24 de Junho de 2007 - realizam-se em Vieira de Leiria as tradicionais comemorações de abertura da época balnear de 2007, uma organização da CMMG em parceria com a Junta de Freguesia de Vieira de Leiria e com a Região de Turismo de Leiria/Fátima