terça-feira, 3 de agosto de 2010
Uma calhandrice é uma calhandrice...
Sem me preocupar muito em pesquisar o real significado de "calhandrice" parto do principio que o termo é tão comum que todos o entendemos, é assim como uma espécie de "ouvi dizer" mas não sei bem a quem.
Ora eu tambem ouvi dizer, assim de passagem, que depois de estudos, projectos, planos directores, acordos e mais não sei quantas demarches necessárias. uma das mais importantes instituições da nossa terra (a actual direcção) se prepara para mandar às malvas tudo o que foi combinado para aí na ultima duzia de anos e segundo também me pareceu ouvir, assim de "esguelha" os responsáveis autárquicos, como o "bago" anda por baixo, já parecem ter dado o "nim".
Pronto não me venham fazer mais perguntas, esta é mesmo uma calhandrice, para ver se animamos o verão.
Pôr do Sol nas Pedras Negras...
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Zeca Afonso: Celebraria Hoje 81 Anos
José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (Aveiro, 2 de Agosto de 1929 — Setúbal, 23 de Fevereiro de 1987), mais conhecido por Zeca Afonso ou José Afonso, foi um cantor e compositor português. As suas músicas tornaram-se um símbolo da luta pela liberdade.
domingo, 1 de agosto de 2010
A ler Saramago (1)
Aceitando a sugestão do nosso amigo Rogério Pereira, Em "Conversa Avinagrada" Vou sempre que possível, semanalmente publicar um pequeno texto de (ou a alusivo a) José Saramago.
Levantado do Chão
Levantado do Chão
"Um escritor é um homem como os outros: sonha. E o meu sonho foi o de poder dizer deste livro, quando terminasse: "Isto é um livro sobre o Alentejo." Um livro, um simples romance, gentes, conflitos, alguns amores, muitos sacrifícios e grandes fomes, as vitórias e os desastres, a aprendizagem da transformação, e mortes. É portanto um livro que quis aproximar-se da vida, e essa seria a sua mais merecida explicação. Leva como título e nome, para procurar e ser procurado estas palavras sem nenhuma glória-«Levantado do Chão». Do chão sabemos que se levantam as searas e as árvores, levantam-se os animais que correm os campos ou voam por cima deles, levantam-se os homens e as suas esperanças. Também do chão pode levantar-se um livro, como uma espiga de trigo ou uma flor brava. Ou uma ave. Ou uma bandeira. Enfim, cá estou eu outra vez a sonhar. Como os homens a quem me dirijo."
sábado, 31 de julho de 2010
Intervalo (3)
Calhandrado por
Comissão de Moradores do Largo das Calhandreiras
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sábado, julho 31, 2010
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sexta-feira, 30 de julho de 2010
A nossa Homenagem
Morreu António Feio
A melhor homenagem que podemos fazer a António Feio é continuar a rir com o seu humor inteligente.
Descansa em paz, António.
A melhor homenagem que podemos fazer a António Feio é continuar a rir com o seu humor inteligente.
Descansa em paz, António.
Calhandrado por
Comissão de Moradores do Largo das Calhandreiras
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sexta-feira, julho 30, 2010
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quinta-feira, 29 de julho de 2010
Opiniões das nossas Gentes
Por me parecer tratar de 2 assuntos importantes para a Marinha Grande trancrevo para aqui o editorial do Jornal da Marinha grande (edição de hoje)
Com a devida vénia ao referido jornal e ao António José Ferreira
Editorial
As taxas e licenças camarárias
A actividade política concelhia tem sido dominada, nas últimas semanas, pela actualização das taxas e licenças camarárias.
O PCP local promete levar esta matéria até às últimas consequências, com o objectivo óbvio, mas legítimo, de retirar dividendos políticos deste exagerado aumento de taxas. Sejamos claros: a autarquia necessita de receitas e esta é uma forma de as conseguir. A questão centra-se se os aumentos, numa altura de crise, não serão exagerados. Pensamos que sim. Aliás, os próprios dirigentes socialistas talvez já tenham concluído que, nalguns casos, as actualizações foram demasiadamente elevadas.
O que fazer agora? Simples, na política não se pode ter uma perspectiva arrogante, prepotente e de inflexibilidade.
A autarquia tem que assumir que, nalguns casos, talvez tenha exagerado nas actualizações e deve humildemente rever em baixa alguns valores. Ao fazê-lo não estará a dar razão ao PCP, que até a tem, mas a reconhecer que nem sempre as decisões são as mais correctas.
É sempre bom recordar os políticos da nossa terra que pior que errar... é persistir no erro.
No desporto, esta semana o destaque informativo vai para a jovem Filipa Ruivo, de 13 anos. A nadadora do Desportivo Náutico da Marinha Grande tem conquistado dezenas de medalhas de ouro nas provas regionais e nacionais e a obtenção de novos recordes nacionais é uma constante na carreira da atleta.
Se na Praça Stephens não andam a dormir - e pensamos que não - a natação tem que começar a ser vista como uma modalidade a ter em conta, por diversas ordens de razão. Uma piscina não é utilizada apenas por uma dúzia de rapazes que se juntam ao longo de uma temporada para dar chutos na bola após um dia de trabalho. Uma piscina serve crianças, adolescentes, adultos e idosos. É por esta razão, e até por questões de natureza competitiva, naturalmente, que este equipamento deve ser visto como uma prioridade, seja na zona desportiva, no centro da cidade ou na periferia. Ou será que a aposta vai continuar a ser dar 100 mil euros a cada clube de futebol para fazer sintéticos que têm um prazo de validade de uma dúzia de anos?
Com a devida vénia ao referido jornal e ao António José Ferreira
Editorial
As taxas e licenças camarárias
A actividade política concelhia tem sido dominada, nas últimas semanas, pela actualização das taxas e licenças camarárias.
O PCP local promete levar esta matéria até às últimas consequências, com o objectivo óbvio, mas legítimo, de retirar dividendos políticos deste exagerado aumento de taxas. Sejamos claros: a autarquia necessita de receitas e esta é uma forma de as conseguir. A questão centra-se se os aumentos, numa altura de crise, não serão exagerados. Pensamos que sim. Aliás, os próprios dirigentes socialistas talvez já tenham concluído que, nalguns casos, as actualizações foram demasiadamente elevadas.
O que fazer agora? Simples, na política não se pode ter uma perspectiva arrogante, prepotente e de inflexibilidade.
A autarquia tem que assumir que, nalguns casos, talvez tenha exagerado nas actualizações e deve humildemente rever em baixa alguns valores. Ao fazê-lo não estará a dar razão ao PCP, que até a tem, mas a reconhecer que nem sempre as decisões são as mais correctas.
É sempre bom recordar os políticos da nossa terra que pior que errar... é persistir no erro.
No desporto, esta semana o destaque informativo vai para a jovem Filipa Ruivo, de 13 anos. A nadadora do Desportivo Náutico da Marinha Grande tem conquistado dezenas de medalhas de ouro nas provas regionais e nacionais e a obtenção de novos recordes nacionais é uma constante na carreira da atleta.
Se na Praça Stephens não andam a dormir - e pensamos que não - a natação tem que começar a ser vista como uma modalidade a ter em conta, por diversas ordens de razão. Uma piscina não é utilizada apenas por uma dúzia de rapazes que se juntam ao longo de uma temporada para dar chutos na bola após um dia de trabalho. Uma piscina serve crianças, adolescentes, adultos e idosos. É por esta razão, e até por questões de natureza competitiva, naturalmente, que este equipamento deve ser visto como uma prioridade, seja na zona desportiva, no centro da cidade ou na periferia. Ou será que a aposta vai continuar a ser dar 100 mil euros a cada clube de futebol para fazer sintéticos que têm um prazo de validade de uma dúzia de anos?
Revista de Imprensa
Marinha Grande perde investimento por falta de terrenos
Exigências do Estado impedem
alargamento da zona industrial
O processo de alargamento da zona industrial do Casal da Lebre,
na Marinha Grande, arrasta-se há praticamente 14 anos sem fim
à vista. O presidente da Câmara, Álvaro Pereira, revela que o
Estado, para ceder os terrenos que permitiriam a expansão, exige
a entrega de um pinhal contíguo à Mata Nacional e ainda
o pagamento daqueles terrenos (54 hectares) a cerca de 35 euros
o metro quadrado. Exigências que, segundo o
autarca, estão contidas num “acordo feito à força” ainda no tempo
em que Álvaro Órfão era presidente e que o actual executivo
pretende renegociar, porque “as condições económicas do País
são hoje outras”.
Exigências do Estado impedem
alargamento da zona industrial
O processo de alargamento da zona industrial do Casal da Lebre,
na Marinha Grande, arrasta-se há praticamente 14 anos sem fim
à vista. O presidente da Câmara, Álvaro Pereira, revela que o
Estado, para ceder os terrenos que permitiriam a expansão, exige
a entrega de um pinhal contíguo à Mata Nacional e ainda
o pagamento daqueles terrenos (54 hectares) a cerca de 35 euros
o metro quadrado. Exigências que, segundo o
autarca, estão contidas num “acordo feito à força” ainda no tempo
em que Álvaro Órfão era presidente e que o actual executivo
pretende renegociar, porque “as condições económicas do País
são hoje outras”.
Ou seja, as empresas interessadas em instalar-se
na zona industrial não têm possibilidade de pagar os 80 euros
por metro quadrado que a Câmara teria de cobrar, uma vez que,
na zona industrial não têm possibilidade de pagar os 80 euros
por metro quadrado que a Câmara teria de cobrar, uma vez que,
além dos custos com os terrenos, terá ainda de investir nas infra-estruturas.
Álvaro Pereira mostra-se esperançado que em breve seja possível
reunir com os serviços com responsabilidades na matéria,
até porque depois de uma conversa com José Sócrates, aquando
da sua recente vinda a São Pedro de Moel, no contexto da
iniciativa Geração de Ideias, “já houve um contacto de Lisboa”.
“Agora estamos à espera que marquem uma reunião”, diz o
autarca. Desde Novembro, altura em que assumiu a presidência, a
Marinha Grande perdeu pelo menos três investimentos - “dois
deles grandes, de empresas essencialmente exportadoras”
por falta de terrenos, aponta o autarca.
Álvaro Pereira mostra-se esperançado que em breve seja possível
reunir com os serviços com responsabilidades na matéria,
até porque depois de uma conversa com José Sócrates, aquando
da sua recente vinda a São Pedro de Moel, no contexto da
iniciativa Geração de Ideias, “já houve um contacto de Lisboa”.
“Agora estamos à espera que marquem uma reunião”, diz o
autarca. Desde Novembro, altura em que assumiu a presidência, a
Marinha Grande perdeu pelo menos três investimentos - “dois
deles grandes, de empresas essencialmente exportadoras”
por falta de terrenos, aponta o autarca.
Foi em 1996, era Álvaro Órfão presidente da Câmara, “que tudo
começou”. Como recorda o ex-autarca, já na altura a então
Direcção-Geral do Património (entretanto incorporada na Direcção-
Geral do Tesouro e Finanças) pedia um valor “caríssimo”
pelos terrenos. Depois de vários avanços e recuos, a Câmara
adquiriu um pinhal contíguo à
Mata Nacional, com a mesma área, para trocar; aprovou o projecto
apresentado pelo Património, com as condições apresentadas,
sempre na tentativa de desbloquear o impasse.
começou”. Como recorda o ex-autarca, já na altura a então
Direcção-Geral do Património (entretanto incorporada na Direcção-
Geral do Tesouro e Finanças) pedia um valor “caríssimo”
pelos terrenos. Depois de vários avanços e recuos, a Câmara
adquiriu um pinhal contíguo à
Mata Nacional, com a mesma área, para trocar; aprovou o projecto
apresentado pelo Património, com as condições apresentadas,
sempre na tentativa de desbloquear o impasse.
“Fizemos tudo o que era possível,
mas o Estado disse sempre que não”, lamenta Álvaro Órfão, que
garante que o concelho perdeu muitos investimentos devido a
esta situação. “O Estado esteve a dormir e continua a ressonar”,
lamenta.
mas o Estado disse sempre que não”, lamenta Álvaro Órfão, que
garante que o concelho perdeu muitos investimentos devido a
esta situação. “O Estado esteve a dormir e continua a ressonar”,
lamenta.
A Direcção Geral do Tesouro informa que “o negócio, a realizar-
se, será na forma de permuta”, já autorizada pela Resolução
do Conselho de Ministros n.º 57/2008 de 26 de Março. “Para
efeitos da permuta em causa, a autarquia e a Direcção-Geral do
Tesouro e Finanças encontramse a analisar as respectivas propostas,
aguardando-se que seja alcançado um entendimento
do Conselho de Ministros n.º 57/2008 de 26 de Março. “Para
efeitos da permuta em causa, a autarquia e a Direcção-Geral do
Tesouro e Finanças encontramse a analisar as respectivas propostas,
aguardando-se que seja alcançado um entendimento
entre as partes a breve prazo”.
Raquel de Sousa Silva
Surripiado ao Jornal de Leiria
Calhandrado por
Comissão de Moradores do Largo das Calhandreiras
às
quinta-feira, julho 29, 2010
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quarta-feira, 28 de julho de 2010
Revista de Imprensa


Marinha Grande - Antiga fábrica vai ser requalificada
Foi aprovada a reabilitação das instalações da antiga Fábrica da Resinagem da Marinha Grande, junto à Praça Guilherme Stephens.
A reabilitação do edifício, localizado em pleno Centro Histórico da Marinha Grande, visa essencialmente a sua recuperação, mantendo a estrutura actualmente existente, atribuindo-lhe uma nova função adaptada à actualidade (espaços multifuncionais destinados a comércio, serviços e à área cultural).
O conteúdo programático do projecto de reabilitação engloba alguns serviços da autarquia, uma zona de front-office e outra de back-office. A zona de front-office, de atendimento ao público, vai situar-se na fachada principal do edifício, sendo os restantes serviços concentrados na ala nascente e distribuídos em 2 pisos.
A obra vai iniciar-se em Janeiro do próximo ano e um tem custo estimado em 4 milhões e meio de euros.
Foi aprovada a reabilitação das instalações da antiga Fábrica da Resinagem da Marinha Grande, junto à Praça Guilherme Stephens.
A reabilitação do edifício, localizado em pleno Centro Histórico da Marinha Grande, visa essencialmente a sua recuperação, mantendo a estrutura actualmente existente, atribuindo-lhe uma nova função adaptada à actualidade (espaços multifuncionais destinados a comércio, serviços e à área cultural).
O conteúdo programático do projecto de reabilitação engloba alguns serviços da autarquia, uma zona de front-office e outra de back-office. A zona de front-office, de atendimento ao público, vai situar-se na fachada principal do edifício, sendo os restantes serviços concentrados na ala nascente e distribuídos em 2 pisos.
A obra vai iniciar-se em Janeiro do próximo ano e um tem custo estimado em 4 milhões e meio de euros.
Dado que o nosso Largo é frequentado por leitores que eventualmente não conhecem o edificio em causa, procuramos ilustrá-la com uma foto, o que não foi possível na altura e agora apenas encontrámos duas fotos antigas do edificio da resinagem, uma no interior e outra no exterior. Claro que a surripiamos a outros dois blogues, que por lapso não registamos e por isso só, não os mencionamos, agradecendo no entanto.
Calhandrado por
Comissão de Moradores do Largo das Calhandreiras
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quarta-feira, julho 28, 2010
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terça-feira, 27 de julho de 2010
Justiça ?

IOL Diário - Ministério Público deu por concluído o processo Freeport
Depois da conclusão do processo há que perguntar como é que é possível durante longos 6 anos um cidadão, poder estar sob suspeita de ser corrupto. Se é grave acontecer a qualquer cidadão comum, mais grave se torna quando se trata de um dos mais altos responsáveis dos destinos do País.
Goste-se muito ou pouco de José Sócrates parece-me que não podemos ficar indiferentes a quanto o mesmo foi prejudicado e sobretudo o efeito para a eficácia governativa e naturalmente as consequências no passado, presente e futuro do nosso País.
Não sendo tecnicamente conhecedor dos mecanismos que levam a serem necessários 6 anos a apurar a responsabilidade de um qualquer cidadão vitima de uma denuncia anónima (como foi o caso) nenhum argumento me convence de que isto é possível, mesmo que os entendidos argumentem com "a complexidade do processo".
Como Português que tenta manter o orgulho em o ser, não posso deixar de ir sentindo alguma vergonha por algumas coisas que se passam neste País, sendo uma delas o "funcionamento" da justiça e toda a panóplia de estruturas que deviam assegurar o funcionamento célere da mesma , para que não seja a praça publica a julgar, seja quem for. O que neste caso aconteceu.
A noticia da inocência de José Socrates, rápidamente vai passar à margem da opinião publica, não só pelo período em que é conhecida, mas sobretudo porque vai deixar de ser um assunto que aumenta a venda de jornais e revistas e as audiências das televisões.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
sábado, 24 de julho de 2010
Intervalo (2)
Calhandrado por
Comissão de Moradores do Largo das Calhandreiras
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sábado, julho 24, 2010
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sexta-feira, 23 de julho de 2010
Revista de Imprensa.
PME: Governo Civil de Leiria procura apoios para impedir fecho da Jasmim Glass Studio
23/07/2010 11:58
O Governo Civil de Leiria anunciou hoje ter pedido ao Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento apoio para a criação de “novas perspetivas económicas” que possam impedir o encerramento da Jasmim Glass Studio, na Marinha Grande.
O governador civil, José Paiva de Carvalho, explicou à agência Lusa que a “qualidade e o design inovador” das peças de vidro da Jasmim são uma “referência” na região, pelo que está a desenvolver esforços para encontrar uma solução para a fábrica.
A Jasmim Glass Studio, empresa de fabrico de vidro manual, na Marinha Grande, encerrou a sua atividade no início do mês de julho e 14 funcionários suspenderam os contratos.
Os trabalhadores têm em falta o pagamento dos salários de maio e junho.
Depois de uma reunião com alguns trabalhadores da unidade, com o presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande e com o sindicato representante do setor, Paiva de Carvalho solicitou “apoio governamental” ao ministro da Economia, Vieira da Silva.
As preocupações do governador civil foram ainda transmitidas ao Diretor Regional de Economia do Centro, sublinhando o facto da Jasmim contar nos seus quadros com alguns dos “melhores mestres vidreiros da região”.
“A Jasmim é uma referência histórica e até em termos geográficos. Segundo me disseram tem cerca de 100 mil visitantes por ano. Estamos a tentar junto do poder central e local encontrar uma solução para não deixar cair a Jasmim”, reforçou Paiva de Carvalho.
O governador espera que seja encontrado um investidor que possa “reorientar” a atividade e impedir que se perca uma “arte”.
Segundo Amândio Fernandes, do Sindicato Democrático da Energia, Química, Têxtil e Indústrias Diversas (Sindeq), os trabalhadores aguardam entretanto uma resposta da empresa a uma proposta que enviaram sobre a forma de pagamento dos valores em falta.
EYC.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Lusa
23/07/2010 11:58
O Governo Civil de Leiria anunciou hoje ter pedido ao Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento apoio para a criação de “novas perspetivas económicas” que possam impedir o encerramento da Jasmim Glass Studio, na Marinha Grande.
O governador civil, José Paiva de Carvalho, explicou à agência Lusa que a “qualidade e o design inovador” das peças de vidro da Jasmim são uma “referência” na região, pelo que está a desenvolver esforços para encontrar uma solução para a fábrica.
A Jasmim Glass Studio, empresa de fabrico de vidro manual, na Marinha Grande, encerrou a sua atividade no início do mês de julho e 14 funcionários suspenderam os contratos.
Os trabalhadores têm em falta o pagamento dos salários de maio e junho.
Depois de uma reunião com alguns trabalhadores da unidade, com o presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande e com o sindicato representante do setor, Paiva de Carvalho solicitou “apoio governamental” ao ministro da Economia, Vieira da Silva.
As preocupações do governador civil foram ainda transmitidas ao Diretor Regional de Economia do Centro, sublinhando o facto da Jasmim contar nos seus quadros com alguns dos “melhores mestres vidreiros da região”.
“A Jasmim é uma referência histórica e até em termos geográficos. Segundo me disseram tem cerca de 100 mil visitantes por ano. Estamos a tentar junto do poder central e local encontrar uma solução para não deixar cair a Jasmim”, reforçou Paiva de Carvalho.
O governador espera que seja encontrado um investidor que possa “reorientar” a atividade e impedir que se perca uma “arte”.
Segundo Amândio Fernandes, do Sindicato Democrático da Energia, Química, Têxtil e Indústrias Diversas (Sindeq), os trabalhadores aguardam entretanto uma resposta da empresa a uma proposta que enviaram sobre a forma de pagamento dos valores em falta.
EYC.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Lusa
Calhandrado por
Comissão de Moradores do Largo das Calhandreiras
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sexta-feira, julho 23, 2010
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Finalmente, vamos ter mais tempo para gastar o dinheiro das Sobras...
Hipermercados vão poder abrir aos domingos
Graças à "legitima" pressão dos grupos económicos, nacionais e internacionais, detentores das chamadas grandes superficieis o governo cedeu a esta velha reivindicação. Até porque há a promessa de criação de mais empregos (só não se diz que haverá inevitavelmente um quebra de empregos no quase desaparecido comércio tradicional.
Mas até ganhamos com isso. Em vez de andarmos a gastar gasolina na volta dos tristes ao Domingo à tarde e ir à Vieira comprar carapaus secos, vamos para o Continente (passe a publicidade) Passear com a familia, ver as montras, comprar umas promoções e em vez de carapaus, empaturramo-nos com umas pizzas e hamburguers e está a tarde passada.
Vivam as catedrais de consumo.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Petição Publica
Petição Não ao aumento brutal das taxas municipais!
Para:Presidente da Câmara Municipal da Marinha GrandeAbaixo-assinado
Não ao aumento brutal das taxas municipais!
Como se não bastassem as medidas gravosas e roubo dos salários pelo governo, vem a Câmara do PS meter a mão ao bolso dos munícipes com o aumento brutal de todas as taxas.
5 breves exemplos da injustiça deste aumento brutal de taxas:
Cemitérios:
Sepulturas perpétuas aumenta 700€ (passam de 300€ para 1000€)
Alvará de licença de construção:
Construção até 200 m² aumenta 485,91€ (passam de 60€ para 545,91€)
Vistorias para licença de habitabilidade:
Habitação unifamiliar e anexos aumenta 270,66€ (passam de 15,61€ para 286,27€)
Mercados e Feiras:
Venda a retalho em bancas (peixe) aumenta 17,90€ (passam de 2,10 para 20€)
Venda a retalho em lojas (talhos e charcutarias) aumenta 23,80€ (passam de 1,20 para 25€)
Outros:
Certidões diversas aumenta 30,55€ (passam de 1,60€ para 32,15€).
Apelamos ao protesto e à luta das populações para derrotar este aumento absurdo de todas as taxas municipais.
Estes aumentos são da única e exclusiva responsabilidade da Câmara PS. Não são uma obrigação legal nem uma imposição do governo, como se procura fazer crer para confundir a população.
Por ser injusto e inaceitável este aumento brutal da tabela de taxas do Município da Marinha Grande, bem como das tabelas de taxas anexas ao Regime Jurídico de Urbanização e Edificação (RMEU) os abaixo-assinados exigem a revogação das taxas.
Os Marinhenses, Vieirenses e Moitenses não podem aceitar os aumentos brutais de taxas.
Os signatários
Esta petição encontra-se alojada na internet no site Petição Publica que disponibiliza um serviço público gratuito para petições online.
Caso tenha alguma questão para o autor da Petição poderá enviar através desta página de contacto.
Chegou-me via email uma sugestão para subscrever esta petição. Não o fiz, apesar de não pôr de parte vir a fazê-lo. 2 Razões: 1-não conheço os autores, mas pelo que li hoje no Jornal da Marinha Grande, não me parece ser muito difícil adivinhar quem ou o que são. Sem estar por dentro do assunto, sei que a situação surge porque durante largos anos não se mexeu nas taxas e claro, alguma vez tinha que se lhes mexer.
2- certamente que a autarquia dará através dos meios apropriados os esclarecimentos adequados.
Para:Presidente da Câmara Municipal da Marinha GrandeAbaixo-assinado
Não ao aumento brutal das taxas municipais!
Como se não bastassem as medidas gravosas e roubo dos salários pelo governo, vem a Câmara do PS meter a mão ao bolso dos munícipes com o aumento brutal de todas as taxas.
5 breves exemplos da injustiça deste aumento brutal de taxas:
Cemitérios:
Sepulturas perpétuas aumenta 700€ (passam de 300€ para 1000€)
Alvará de licença de construção:
Construção até 200 m² aumenta 485,91€ (passam de 60€ para 545,91€)
Vistorias para licença de habitabilidade:
Habitação unifamiliar e anexos aumenta 270,66€ (passam de 15,61€ para 286,27€)
Mercados e Feiras:
Venda a retalho em bancas (peixe) aumenta 17,90€ (passam de 2,10 para 20€)
Venda a retalho em lojas (talhos e charcutarias) aumenta 23,80€ (passam de 1,20 para 25€)
Outros:
Certidões diversas aumenta 30,55€ (passam de 1,60€ para 32,15€).
Apelamos ao protesto e à luta das populações para derrotar este aumento absurdo de todas as taxas municipais.
Estes aumentos são da única e exclusiva responsabilidade da Câmara PS. Não são uma obrigação legal nem uma imposição do governo, como se procura fazer crer para confundir a população.
Por ser injusto e inaceitável este aumento brutal da tabela de taxas do Município da Marinha Grande, bem como das tabelas de taxas anexas ao Regime Jurídico de Urbanização e Edificação (RMEU) os abaixo-assinados exigem a revogação das taxas.
Os Marinhenses, Vieirenses e Moitenses não podem aceitar os aumentos brutais de taxas.
Os signatários
Esta petição encontra-se alojada na internet no site Petição Publica que disponibiliza um serviço público gratuito para petições online.
Caso tenha alguma questão para o autor da Petição poderá enviar através desta página de contacto.
Chegou-me via email uma sugestão para subscrever esta petição. Não o fiz, apesar de não pôr de parte vir a fazê-lo. 2 Razões: 1-não conheço os autores, mas pelo que li hoje no Jornal da Marinha Grande, não me parece ser muito difícil adivinhar quem ou o que são. Sem estar por dentro do assunto, sei que a situação surge porque durante largos anos não se mexeu nas taxas e claro, alguma vez tinha que se lhes mexer.
2- certamente que a autarquia dará através dos meios apropriados os esclarecimentos adequados.
Dunas...
À falta de inspiração para escolher um tema para hoje de tantos possíveis, decidi seguir as pisadas do Zé Zé, aceitando a sugestão (inplícita) no ultimo bitaite.
terça-feira, 20 de julho de 2010
1ª PÁGINA - EDIÇÃO Nº 4 (ESPECIAL FÉRIAS)
O jovem lider reformista do PSD e alter ego de D. Sebastião (O Desejado), entusiasmado com o chinfrim que provocou com as propostas de alteração à constituição que mandou para o ar, pretende agora ir mais longe e fazer uma autêntica revolução no texto fundamental. Num discurso feito hoje a seguir a um almoço-conferência que juntou mais de quinhentos e setenta e três potenciais assessores (a babarem-se abundantemente), onze banqueiros de topo, cento e sete empresários com salários em atraso, um paquete da Telefónica, dois ursos polares e oito renas, Passos Coelho afirmou que vai propor que "Portugal" desapareça da constituição e seja substituído por "Ilhas Caimão de Cima". Questionado pelos jornalistas sobre como iria reagir Santana Lopes a esta nova proposta, Passos Coelho apenas acrescentou "não vejo razão atendível para evitar que Santana não seja despedido do partido com justa causa". E mais não não disse, saindo apressadamente do local do repasto na companhia das renas.
De acordo com fonte bem informada que não se quis identificar, o Sr. Silva, como é conhecido na Madeira, só deverá quebrar o tabú sobre a sua candidatura às presidenciais de 2011 após consultar o polvo Paul. O ainda presidente deverá por isso deslocar-se secretamente à Alemanha nos próximos dias, para se avistar com o famoso molusco, desconhecendo-se ainda se aceitará a oferta de Pedro Passos Coelho que lhe disponibilizou as renas, para a deslocação.
Entretanto Manuel Alegre, atento às movimentações de Cavaco Silva, já fez saber junto do Consul de Oberhausen, que adora arroz de polvo e que veria com bons olhos a extradição de Paul para o Restaurante "Arroz Malandro", antes da ída do actual presidente à Alemanha.
HOTEL MAR & SOL RECLAMA O PAGAMENTO DE 150 JANTARES.
JP Pedrosa, líder distrital do PS e organizador do jantar que juntou à mesma mesa Sócrates e mais 349 comensais do PS, fala em "sucesso" e garante que o número superou todas as expectativas: "encomendaram-me um repasto para 100/150 e eu enfie lá 300!" afirmou com satisfação JP Pedrosa.
Quem parece não ter gostado de ouvir estes números finais foi a gerência do hotel onde decorreu o "gesto de carinho ao líder do PS", que parece só ter recebido 200 jantares, a lotação da sala, reclamando agora o pagamento de mais 150 refeições. JP Pedrosa argumenta que, pelo menos, Sócrates está a fazer a "dieta da sopa", Álvaro Pereira e Joaquim Meneses terão levado marmita de casa e que Olgário Benquerença "é um pisco", pelo que, no máximo dos máximos só paga mais 146 refeições. Para além disso JP Pedrosa afirma que "o peixe tinha um sabor esquisito", numa vaga insinuação a um hipotética sabatogem - "não sei quem foi o fornecedor do pescado mas, desconfio que deve ser alguém que não gosta de mim, irra! ".
Face ao extremar de posições tudo parece indicar que o diferendo só será resolvido na justiça, se entratanto Passos Coelho não retirar o acesso à justiça da constituição.
Quem parece não ter gostado de ouvir estes números finais foi a gerência do hotel onde decorreu o "gesto de carinho ao líder do PS", que parece só ter recebido 200 jantares, a lotação da sala, reclamando agora o pagamento de mais 150 refeições. JP Pedrosa argumenta que, pelo menos, Sócrates está a fazer a "dieta da sopa", Álvaro Pereira e Joaquim Meneses terão levado marmita de casa e que Olgário Benquerença "é um pisco", pelo que, no máximo dos máximos só paga mais 146 refeições. Para além disso JP Pedrosa afirma que "o peixe tinha um sabor esquisito", numa vaga insinuação a um hipotética sabatogem - "não sei quem foi o fornecedor do pescado mas, desconfio que deve ser alguém que não gosta de mim, irra! ".
Face ao extremar de posições tudo parece indicar que o diferendo só será resolvido na justiça, se entratanto Passos Coelho não retirar o acesso à justiça da constituição.
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"VÁ PARA FORA CÁ DENTRO" (publicidade subsidiada pela Casa Civil do PR)
Não perca nestas férias o suplemento avulso d’O Calhandreiro Mor - AS MAIS BELAS PRAIAS DE PORTUGAL - quilómetros e quilómetros de belas dunas douradas...

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Diz Que Diz...
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terça-feira, julho 20, 2010
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E se de repente todo o problema estivesse na constituição?
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Há aquela história do “agarram-me se não eu mato-o”.
Adepto e defensor de uma comunicação social livre e responsável, creio que a necessidade de vender jornais e manter audiências faz com que parte da nossa comunicação social ocupe o seu tempo a “fabricar” e veicular noticias que efectivamente o não são ou pelo menos ampliam-nas desmesuradamente.
Vivemos uma situação gritante do ponto de vista económico e financeiro. As consequências para a população Portuguesa estão aí. O grande numero de desempregados e o seu crescimento diário, o endividamento sufocante do País, das empresas e das famílias. A falta de confiança dos investidores e o túnel (enorme) que nunca mais mostra uma luzinha lá ao fundo. Enfim coisas banais que já chateiam e então zás! Há que pôr os portugueses a discutir coisas mais sérias e importantes e vai daí inventa-se uma nova revisão constitucional com a introdução da liberalização dos despedimentos e tudo, mais outra do tipo “quem quer saúde paga-a” e pronto mergulhamos o País numa “profícua” discussão em tudo o que é comunicação social.
Até eu, que sou assim um bocado virado para a esquerda, fico abismado com a grande capacidade do novel presidente do PSD em fazer sobre ele caírem as luzes da ribalta.
Claro que o seu mentor há uns anitos conseguiu inventar uma “revolução com pregos” agora, como as revoluções já passaram de moda, inventa-se uma revisão constitucional e não se fala de outra coisa.
Bem. Espero que o Mr. Bean regresse depressa, pois ele é que é o especialista na matéria.
Há aquela história do “agarram-me se não eu mato-o”.
Adepto e defensor de uma comunicação social livre e responsável, creio que a necessidade de vender jornais e manter audiências faz com que parte da nossa comunicação social ocupe o seu tempo a “fabricar” e veicular noticias que efectivamente o não são ou pelo menos ampliam-nas desmesuradamente.
Vivemos uma situação gritante do ponto de vista económico e financeiro. As consequências para a população Portuguesa estão aí. O grande numero de desempregados e o seu crescimento diário, o endividamento sufocante do País, das empresas e das famílias. A falta de confiança dos investidores e o túnel (enorme) que nunca mais mostra uma luzinha lá ao fundo. Enfim coisas banais que já chateiam e então zás! Há que pôr os portugueses a discutir coisas mais sérias e importantes e vai daí inventa-se uma nova revisão constitucional com a introdução da liberalização dos despedimentos e tudo, mais outra do tipo “quem quer saúde paga-a” e pronto mergulhamos o País numa “profícua” discussão em tudo o que é comunicação social.
Até eu, que sou assim um bocado virado para a esquerda, fico abismado com a grande capacidade do novel presidente do PSD em fazer sobre ele caírem as luzes da ribalta.
Claro que o seu mentor há uns anitos conseguiu inventar uma “revolução com pregos” agora, como as revoluções já passaram de moda, inventa-se uma revisão constitucional e não se fala de outra coisa.
Bem. Espero que o Mr. Bean regresse depressa, pois ele é que é o especialista na matéria.
Revista de Imprensa

Pescadores sem medo das arribas
O dia de ontem em S. Pedro de Moel, na Marinha Grande, não estava para grandes banhos, nem para grandes pescarias. Ainda assim, algumas dezenas de pescadores aventuraram-se e fixaram as suas canas nas arribas ao longo da vila, indiferentes aos alertas de perigo.
Na passada semana, a câmara da Marinha Grande interditou o acesso ao passadiço marítimo e reforçou a colocação de placas de alerta para a existência de perigo nas arribas. Medida que os pescadores afirmam ser excessiva, criticando a falta de medidas das autoridades na estabilização das arribas.
Dos seus 70 anos, 55 foram passados a pescar, sobretudo no Penedo da Saudade (um dos principais pontos de atracção de turistas e pescadores e que agora está interdito), mas Carlos Póvoa afirmou que a zona é segura.
"Há 55 anos que aqui pesco e nunca morreu aqui ninguém", disse Carlos Póvoa, pescador, residente na Marinha Grande, considerando haver "proteccionismo a mais por parte das autoridades".
"Se calhar, é melhor interditar a circulação nas entradas de S. Pedro de Moel, e assim, acaba-se tudo, a pesca, o turismo", ironizou José Pereira da Silva, pescador de 61 anos, também residente na Marinha Grande. Aquele pescador há 40 anos disse ainda ao Diário de Leiria que "as arribas de S. Pedro de Moel nada têm a ver com as do Algarve".
"Aqui, é praticamente rocha", constatou. José Pereira da Silva, apoiado por outros pescadores ouvidos pelo nosso jornal, vai mais longe ao criticar as intervenções realizadas nas arribas. "Prometeram obras de fundo e a única coisa que fizeram foi colocar placas a interditar a zona", afirmou.
Entretanto, várias placas colocadas pela autarquia marinhense na passada semana já foram alvo de vandalismo. Umas estão partidas, outras foram arrancadas do local interdito.
Os avisos foram colocados "de modo a limitar e proibir a circulação de pessoas naquele passadiço marítimo" entre o Farol do Penedo da Saudade e o Hotel Mar e Sol, bem como no acesso ao pesqueiro do Penedo da Saudade, esclareceu o executivo camarário, numa nota informativa.
A interdição "prende-se com a situação de risco/instabilidade exibida pelo troço de arriba em causa, sendo as medidas consideradas as necessárias, para minimizar a probabilidade de ocorrência de acidentes e, consequentemente, salvaguardar a segurança de pessoas e bens", salienta o município, em comunicado enviado na passada semana.
Surripiado ao Jornal de Leiria
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terça-feira, julho 20, 2010
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segunda-feira, 19 de julho de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
Intervalo...
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domingo, julho 18, 2010
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sábado, 17 de julho de 2010
Revista de Imprensa
Governador civil reforma-se mas quer ficar no cargo
O governador civil de Leiria é, a partir do dia 1 de Agosto, mais um dos reformados portugueses. Mas Paiva de Carvalho, em declarações ao i, revela a sua intenção de continuar no cargo, acumulando a reforma de 3124 euros com um terço do salário da função que já recebia. Defende Paiva de Carvalho que desta forma também se "poupa dinheiro ao governo civil". O governador diz que está igualmente "convencido de que isto se encontra ao abrigo da lei e do que é moralmente correcto".De facto, a Lei 52-A de 2005 revela que aos titulares de cargos políticos em exercício de funções que se encontrem na situação de aposentados é mantida a reforma e uma terça parte da remuneração base das funções que ocupa, ou, em alternativa, a remuneração devida pelo exercício do cargo acrescida de um terço da reforma. A dúvida está em ser necessário um novo despacho ou uma renomeação que regule uma situação, que é diferente daquela que existia quando Paiva de Carvalho entrou no governo civil. O que aparece no Diário da República de 8 de Julho é claro: Paiva de Carvalho, enquanto governador civil de Leiria, deveria cessar funções a 1 de Agosto. E a verdade é que a lei que regula todos aqueles que ocupam funções públicas e estejam aposentados - o Decreto- Lei 179 de 2005 - diz que tal só poderá suceder após um despacho assinado pelo próprio primeiro-ministro, alegando sempre "razões de interesse excepcional" (78.o artigo).O secretário do governo civil é peremptório, defendendo que esse caso não se aplica no exercício de cargos políticos. Questionado sobre a matéria, o Ministério da Administração Interna não respondeu até ao fecho desta edição.
O governador civil de Leiria é, a partir do dia 1 de Agosto, mais um dos reformados portugueses. Mas Paiva de Carvalho, em declarações ao i, revela a sua intenção de continuar no cargo, acumulando a reforma de 3124 euros com um terço do salário da função que já recebia. Defende Paiva de Carvalho que desta forma também se "poupa dinheiro ao governo civil". O governador diz que está igualmente "convencido de que isto se encontra ao abrigo da lei e do que é moralmente correcto".De facto, a Lei 52-A de 2005 revela que aos titulares de cargos políticos em exercício de funções que se encontrem na situação de aposentados é mantida a reforma e uma terça parte da remuneração base das funções que ocupa, ou, em alternativa, a remuneração devida pelo exercício do cargo acrescida de um terço da reforma. A dúvida está em ser necessário um novo despacho ou uma renomeação que regule uma situação, que é diferente daquela que existia quando Paiva de Carvalho entrou no governo civil. O que aparece no Diário da República de 8 de Julho é claro: Paiva de Carvalho, enquanto governador civil de Leiria, deveria cessar funções a 1 de Agosto. E a verdade é que a lei que regula todos aqueles que ocupam funções públicas e estejam aposentados - o Decreto- Lei 179 de 2005 - diz que tal só poderá suceder após um despacho assinado pelo próprio primeiro-ministro, alegando sempre "razões de interesse excepcional" (78.o artigo).O secretário do governo civil é peremptório, defendendo que esse caso não se aplica no exercício de cargos políticos. Questionado sobre a matéria, o Ministério da Administração Interna não respondeu até ao fecho desta edição.
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sábado, julho 17, 2010
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É mesmo Assim?
Política - "Quem elege o primeiro-ministro é o povo não a oposição" - RTP Noticias
Dado que não me foi dada a possibilidade de estar presente no jantar de ontem e já que mexi no assunto aqui deixo uma noticia que encontrei, na internet, a propósito do tal repasto.
Dado que não me foi dada a possibilidade de estar presente no jantar de ontem e já que mexi no assunto aqui deixo uma noticia que encontrei, na internet, a propósito do tal repasto.
No entanto parece-me que estão a aparecer no nosso quotidiano politico, algumas expressões "novas", refiro-me ao titulo da noticia, será que José Sócrates disse mesmo isso?
É que de todas as eleições que conheço e em que tenho votado, nunca me lembro de ter votado numas em que o Primeiro Ministro fosse eleito directamente pelo povo. Será confusão minha?
É que numa altura em que à falta de melhor se pretende fazer política com base numa campanha para alterar a constituição, cujo impulsionador é o nóvel presidente do PSD, (vá-se lá saber por inspiração de quem) convém chamar os bois pelos nomes e a mim complica-me esta história de que, "quem elege o primeiro Ministro é o Povo" o que no meu modesto entendimento´trata-se de uma mistificação. O povo elege os deputados. O presidente da Republica convida o partido mais votado a formar governo e só depois disso é que o primeiro ministro é nomeado. Não é assim?
vá-se lá saber porquê...
Sócrates em Leiria, uma iniciativa plena de êxito
ó senhor deputado, faça-nos lá o obséquio de esclarecer duas coisas:
afinal o homem veio à Marinha, ou foi a Leiria?
então e porque é que a iniciativa foi plena de êxito? esprema lá isso faz favor…
a menos que se esteja a referir à veia artística do nosso inginheiro, ó pra ele a fazer stand up…
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Frustração...
A poucas horas do evento Socialista em que José Sócrates vai presidir à iniciativa ‘Geração de ideias, onde são esperadas cerca de 200 pessoas ligadas aos sectores empresarial, desportivo e cultural. Eu que estou ligado a pelo menos um destes sectores, esperava um convite para participar na respectiva iniciativa. Tanto mais que sou facilmente contactável e como é “ público e notório” sou um declarado apoiante do PS. Claro que a minha “ansiedade” pelo convite não era para um jantar à borla (felizmente por enquanto não preciso) e também não queria meter qualquer cunha para um subsiodiozito de um qualquer quadro de apoio e muito menos pedir qualquer perdão fiscal pois por enquanto tenho as contas em dia com o fisco, segurança social e afins. Agora que me sinto excluído, sinto.
Claro que, apesar de confessadamente ser apoiante do PS aqui e ali tenho deixado algumas criticas, especialmente a José Sócrates, não por ter qualquer coisa de pessoal contra o homem mas porque não me parece ter tido ao longo dos últimos tempos, o melhor comportamento politico e governativo, apesar de não alinhar com certo tipo de campanhas que pretendem denegrir a sua imagem pessoal.
Parece-me que a ideia de ouvir a sociedade civil e com ela discutir ideias para encontrar soluções para resolver os gritantes problemas que afligem o nosso País, se restringe a ouvir os “fiéis seguidores”.Ressalvo o facto de poder ser injusto para com algumas das pessoas convidadas, a mim é o que me parece.
Antes de escrever este post, tive o cuidado de fazer meia dúzia de telefonemas as pessoas que se enquadram no perfil que se anunciou, todos eles da área de influencia Socialista, alguns mesmos, membros do PS e também não receberam qualquer convite.
A dúvida fica. Certamente que não foi José Sócrates a escolher os convidados, mas sim o aparelho Distrital do PS. Mesmo que Sócrates queira ouvir aqueles que não vão lá só para dizer “amem” alguém detentor das rédeas do poder Distrital, encarrega-se de excluir quem eventualmente não batesse palmas.
A nossa sorte é que a nossa amiga “freelancer mulher Bidão” provavelmente vai lá estar e certamente vai dizer qualquer coisa.
DIA MADIBA
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sexta-feira, julho 16, 2010
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Revista de Imprensa
Município aprova medidas de apoio à natalidade
Surripiado ao Diario de Leiria
A Assembleia Municipal da Marinha Grande já aprovou o Regulamento de Incentivo à Natalidade e Apoio à Família no concelho. Foi na reunião de continuação da sua sessão ordinária, realizada na noite de 13 de Julho, no Auditório Municipal.O documento, proposto pela câmara, foi aprovado por maioria dos membros da Assembleia, com 14 votos a favor e oito abstenções.Um dos objectivos do programa de apoio à natalidade e às famílias, sublinha a autarquia, "é promover incentivos que conduzam ao aumento da natalidade e à fixação e melhoria das condições de vida de jovens famílias".A medida "tem em conta que a família constitui, no actual contexto socioeconómico um espaço privilegiado de realização pessoal e de reforço da solidariedade intergeracional. É vista como uma forma de contrariar o actual decréscimo da taxa da natalidade, uma vez que o envelhecimento populacional tem provocado uma forte distorção na pirâmide geracional.Por outro lado, o facto do subsídio ter que ser dispendido no comércio local, fomentando a economia do concelho, constituiu-se como uma mais-valia, uma vez que impulsionará os hábitos de consumo no mesmo", explica a autarquia.Subsídios de 500 a 700 eurosO incentivo à natalidade efectua-se através da atribuição de um subsídio, divido em duas prestações, por ocasião do nascimento de cada criança, desde 1 de Julho de 2010 a 30 de Junho de 2013.São beneficiários os indivíduos isolados ou inseridos em agregados familiares, residentes ou recenseados no município marinhense. Podem requerer o incentivo os progenitores em conjunto ou apenas um dos progenitores. São condições de atribuição do incentivo que a criança se encontre registada como natural do concelho, que o requerente resida no concelho há três anos consecutivos e estejam aí recenseados nos seis meses anteriores à data da candidatura, e que a criança resida com o(s) requerente(s) e que o(s) requerente(s) não possua(m) dívidas para com o Município.O valor do subsídio varia entre 500 e 700 euros por cada criança.No caso dos progenitores estarem juntos, casados ou em união de facto, o valor de 700 euros (duas prestações de 350 euros) contempla agregados familiares com rendimentos iguais ou inferiores a dois salários mínimos nacionais (SMN). Os 500 euros (duas prestações de 250 euros) destinam-se a agregados familiares com rendimentos superiores a dois SMN.Se o subsídio for pedido por um dos progenitores (tratando-se de um elemento isolado), é atribuído o valor de 700 euros (duas prestações de 350 euros) para agregados familiares com rendimentos iguais ou inferiores a um SMN.O valor de 500 euros (duas prestações de 250 euros) destina-se a agregados familiares com rendimentos superiores a um SMN.São elegíveis todas as despesas realizadas em artigos de puericultura, designadamente vestuário, roupa de cama, produtos alimentares, higiene/ saúde/conforto, mobiliário, carrinhos de passeio, carrinhos auto, entre outros produtos destinados ao bebé, desde que realizadas em estabelecimento comercial do concelho marinhense.Após a recepção de decisão da aprovação da candidatura, que deverá ser entregue na Divisão de Acção Social, Educação e Desporto da Câmara Municipal, o requerente deverá apresentar os documentos comprovativos da despesa.
Surripiado ao Diario de Leiria
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sexta-feira, julho 16, 2010
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Sexta Feira (outra vez)
Como já cheira a fim de semana aqui deixo uma musiquinha dos xutos para abrir o apetite.
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