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quarta-feira, 19 de maio de 2010

Com uma caneladazita de vez em quando, o Largo tambem deu uma ajudita. Parabéns

Caros leitores e amigos,

Estamos de parabéns. Todos, sem excepção.

O Jornal da Marinha Grande subiu nas audiência, segundo uma sondagem da Marktest, e é o quarto jornal mais lido do distrito, com uma audiência de 5,1%. É um resultado extraordinário já que, há um ano, tínhamos uma audiência de apenas 4,1%.

Estamos atrás, apenas, dos três grandes jornais do distrito, detidos por grupos económicos e com uma estrutura humana substancialmente superior à nossa.

Os resultados que anexo devem encher-nos de orgulho, a nós colaboradores, aos anunciantes e naturalmente a todos os leitores.

Muito obrigado pela vossa preferência.

António José Ferreira

Director

assim eu acertasse nos números do totoloto...

ora aí está uma excelente primeira página para o pasquim… vai uma aposta?

terça-feira, 18 de maio de 2010

Em que é que é Ficamos?

IOL Diário - Famílias vão apertar o cinto: agravamento de impostos pode manter-se até 2013

Há uns anitos, quando passava uns dias no "Hotel" Stº André, quando o médico especialista se dirigia a um "hospede" do mesmo "quarto" insurgindo-se por o ver alí pela segunda vez e com a mesma maleita, em tom de ralhete dizia-lhe "os médicos não deviam tratar dos doentes, que não cumprem as suas ordens, eu disse-lhe que tinha que emagrecer, caso contrário vinha aqui parar novamente e cá está, com essa barriga ainda maior". O hospede envergonhdo e cabisbaixo para além de debilitado, lá disse "ó Sr. Doutor eu cumpro, não como quase nada". O médico retorquiu. " O Sr. nunca viu um daqueles filmes nos campos de concentação da 2ª Guerra mundial? Viu sair de lá alguem gordo?"

Não tem nada uma coisa com ver com a outra, começo a ficar rendido à necessidade (inevitável) de pagar ainda mais, mas não está na hora do governo, falar a uma só voz? Será que a nossa "credibilidade" que anda pelas ruas da amargura, se recupera assim? Permanentemente o 1º Ministro diz uma coisa e o Ministro da Finanças, outra. Façam-nos pagar mais para compensar a incompetência governativa, mas falem verdade e de preferência a uma só voz, para ver se conseguimos acreditar.

Um recado para um amigo que neste momento está num daqueles quartos do Hotel( mas certamente só vai ler isto, uns dias mais tarde) "Aguenta aí a penada, pá"

Revista de Imprensa

Trabalhadores das fábricas BA Vidro em greve contra o congelamento de salários

Trabalhadores das três fábricas BA Vidro no país estão em greve contra o congelamento de salários, disse à Agência Lusa um dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Vidreira (STIV)

Guilherme Moiteiro, que é também delegado sindical na unidade da Marinha Grande, explicou que o protesto se seguiu a duas reuniões negociais com a administração da empresa, nas quais não foi atendido o aumento de quatro por cento nos salários exigido pelos trabalhadores.

«Tentámos um acordo com a empresa, mas não foi possível chegar a um ponto de consenso», declarou, adiantando que «os trabalhadores, em plenário, decidiram partir para a greve», convocada pelo STIV e Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro.

A paralisação começou às 16h de domingo na fábrica de Venda Nova, às 00h00 de hoje na unidade de Avintes e às 05h na fábrica da Marinha Grande, terminando às 13h de terça-feira.

O objectivo é que cada funcionário não cumpra uma jornada de trabalho de oito horas, afirmou Guilherme Moiteiro, acrescentando que na fábrica da Marinha Grande, no período que iniciou às 05h e termina às 13h de hoje, dos cerca de 50 trabalhadores que deveriam estar neste turno, 92 por cento aderiram à greve.

Já nas unidades de Avintes e Venda Nova, o sindicalista, sem adiantar números, admitiu que a adesão à paralisação seja menor, justificando com o «excesso de contratados» nessas duas fábricas.

Para Guilherme Moiteiro, os funcionários «têm de ser compensados por gerarem a riqueza» da empresa, sustentando que existia já «alguma saturação» decorrente do facto de, no ano passado, os salários não terem sido aumentados de acordo com a inflação.

Segundo o sindicalista, se o aumento de quatro por cento fosse concretizado este ano tal representaria, na unidade da Marinha Grande, com cerca de 250 funcionários «na ordem dos 180 mil euros ou 0,46 por cento dos lucros» da BA Vidro.

O trabalhador adiantou que na fábrica da Marinha Grande cerca de 50 trabalhadores estão concentrados em frente às instalações, esclarecendo que, devido ao facto de a administração ter impedido dirigentes sindicais de entrarem na unidade, foi chamada a PSP.

A Agência Lusa tentou obter esclarecimentos da administração sobre a greve, mas fonte da empresa fez saber que não há declarações a dar.

De acordo com o sítio na internet da empresa, o grupo BA tem cinco fábricas e 1300 trabalhadores na Península Ibérica que produzem diariamente mais de dez milhões de unidades, entre garrafas, frascos e boiões, para clientes da indústria alimentar, de bebidas, cosmética e farmacêutica.

Em 2008, o grupo teve um resultado líquido de 44,3 milhões de euros.


(surripiado do SOL)

A eficiência da PT...

Não é anedota!

Uma empresa destas bandas, vericou ontem por volta das 15 horas que telefones e fax, não funcionavam, o que acarretou grandes transtornos e prejuizos avultados, porque ficou impossibilitada de receber encomendas, o que é crucial para o funcionamento da mesma.

Hoje os respectivos equipamentos, continuavam sem pio. O que levou a um novo contacto com o serviço de avarias da PT, cerca das 9 horas. 1 hora depois o problema ficou resolvido, ou seja 19 horas depois de ser efectuada a primeira queixa.
2 horas depois um telefonema robotizado, fazia um inquérito de satisfação, à resolução do dito problema... eficência 19 horas para resolver um problema e 2 para fazer um inquérito.

cigaynos...

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Opiniões das nossas Gentes

Com a devida vénia ao Jornal da Marinha Grande e ao autor

Opinião
Homenagem a Norberto Barroca


Se formos ao Google e escrevemos Norberto Barroca veremos que a busca nos indica que há mais de 40.000 resultados. E pelas melhores razões. O Norberto é um grande Homem no sentindo cívico do termo e um grande homem do Teatro. Que nasceu na Marinha Grande e, ao longo da vida, manteve fortíssimas ligações, quer à família quer à sua matriz. O berço da família Barroca – junto aos Bombeiros/Casa Barroca – que foi o palco das suas brincadeiras, com as irmãs, primos, vizinhos e onde, como está bem de ver, se brincava muito a sério aos teatros, esse berço acolhe agora o filho prodígio que regressa à casa, que remodelou com desvelo.
O Norberto, marinhense do coração, nunca esqueceu as suas raízes. Claro que foi embora pois aqui, no nosso pequeno meio, nunca teria conseguido realizar-se. E ainda bem que assim foi, pois deixa-nos um legado que ultrapassou fronteiras e muito dignifica a cultura. E o Teatro. Por isso a Câmara Municipal da Marinha Grande em boa hora decidiu homenageá-lo.
Sem desprimor para tantos bons autores, actores e encenadores marinhenses, uma personalidade da envergadura do Norberto Barroca aparece uma vez num século. Tivemos nós, marinhenses actuais, os privilégios de conhecê-lo, de ouvi-lo. Prestemos-lhe, pois, homenagem e seja-me permitido formular uma sugestão que, penso, seria o tributo perfeito. Atribuir o seu nome ao nosso teatro-cine.
Sinto-me à vontade para fazê-lo pois foi o meu pai, à altura Administrador da Nacional Fábrica de Vidros (depois FEIS) quem, aquando das homenagens aos Stephens e remodelação do velho teatro (executada com a inestimável ajuda dos Bombeiros), sugeriu que a sala de espectáculos, que era genericamente “o teatro da fábrica”, passasse a chamar-se Teatro Stephens. Creio que os Stephens e o meu pai, passe a ironia, esboçariam um sorriso de aprovação se, um dia destes, vissem na fachada Teatro Norberto Barroca.

José Manuel Calazans Duarte

domingo, 16 de maio de 2010

A Pagar mais... Sim! Os do costume

Não sendo economista, nem grande conhecedor dessas questões , a vida levou-me a ter que perceber o básico do funcionamento da mesma economia. Mais, tenho a noção de que se todos pagassem, conforme os valores estipulados até agora, a recolha em termos de impostos seria muito superior aos valores conseguidos. Defendo, até a tese de que quanto maior for a percentagem de IVA, IRS, IRC , etc.… maior será a tendência para a fuga ao pagamento dos mesmos.
Estas medidas agora tomadas (para Bruxelas ver) apenas vão penalizar aqueles que já pagavam pela medida grossa e vão continuar a pagar. Os que não o faziam, vão continuar a não o fazer, até porque se o crime antes compensava, a partir de agora, mais vai compensar.
Vamos continuar, aquando da apresentação de uma conta, nas mais variadas situações com que nos deparamos quotidianamente, com a pergunta, quer factura? Sabendo nós que essa pergunta significa mais ou menos 20 e a partir de Junho 21% .
Quem trabalha legalmente e quer dormir descansado, vai pagar mais (e de que maneira) contra os Xicos-espertos que fazem tudo (ou quase) “ao negro” e obtêm lucros, que quem cumpre com a legalidade, não consegue.
Que se exijam sacrifícios, mas que não se incentive a fuga ao cumprimento das obrigações que a todos são devidas. Parece-me que as medidas agora tomadas só vão incentivar a fuga ao fisco e os resultados esperados não vão ser atingidos, até porque o sentimento de revolta que os mesmos vão provocar, facilitam os incumpridores e aumentam a cumplicidade dos pagadores, por mais bem intencionados que sejam.

Claro que não defendo um “exército” de fiscais em cada canto e esquina a ver quem “ não passa factura” porque esse custo sería insuportável. Mas defendo sim, incentivos fiscais que levem a que toda a gente tenha benefícios reais ao exigir em cada serviço prestado a respectiva quitação. Mas isto é para ser estudado “pelas cabeças "pensadoras”. E eu sou daqueles que acha que as cabeças "pensadoras" que tomam decisões de certo tipo, estão demasiado desligadas da realidade para decidir de acordo com a mesma, realidade, claro.

sábado, 15 de maio de 2010

Imagem do Dia

Em Memória do Professor Saches

Os equívocos de Alegre*

Manuel Alegre denunciou o PEC, que mais uma vez vai atirar o peso da crise para os alvos habituais. Fez bem, mas omitiu o essencial.
O PEC é a factura que vamos pagar por anos e anos de saque organizado e contínuo dos recursos públicos, por uma vasta quadrilha pluripartidária que vive de comissões, subornos e tráfico de influências. As derrapagens, sempre as derrapagens…
Tudo isto é velho e tem raízes fundas. Não podemos é deixar de recordar a responsabilidade que este Governo e este PS têm no agravamento da situação.
Começaram por pôr Alberto Costa na justiça. Nomearam Ricardo Rodrigues para porta-voz nesta área. Conseguiram tornar ainda mais labiríntico o Código do Processo Penal. Deram todos os sinais ao mercado da economia paralela de que os ventos eram de feição.
Guardar um respeitoso silêncio nesta matéria não é hipocrisia, é cumplicidade activa. Atacar o PEC (e o economicismo, um conceito tão vazio como a cabeça dos que o utilizam) é fácil. Mas não chega.
A principal razão dos ataques de João Cravinho à corrupção é a percepção que este tem há muito de que, com este nível de esbulho de dinheiros, a corrupção no sector público torna totalmente insustentável qualquer ideia de que este possa ter um papel na economia, se não determinante, pelo menos complementar.
Para o Bloco de Esquerda, estas questões são secundárias. O capitalismo é a própria expressão encarnada da corrupção e das malfeitorias. Contudo, se pensarmos de forma diferente, nenhum candidato que queira assumir de forma séria os reais problemas do país e que não aceite facilmente os trinta dinheiros que compram tudo e todos não pode enfiar a cabeça na areia e fingir que a corrupção, ao nível que atingiu, é apenas mais um dos problemas do país.
Um candidato sério tem que ter o saque da res publica no centro da sua agenda política. Tem que ter coragem para enfrentar aquela frente tão difusa como bem estruturada que consegue fazer da corrupção uma questão sobre a qual se desliza sem grande atrito e sem consequências – pode eventualmente abordar-se o tema, mas rapidamente o discurso desliza dessa para outras questões.
Corremos o risco trágico de ter candidatos a atirar impropérios à ganância dos especuladores internacionais, mantendo um silêncio cúmplice sobre os métodos de gestão da coisa pública que nos deixaram indefesos e impotentes nas suas mãos.
Sabemos que o problema tem as mais variadas faces. Podemos mesmo esperar que da Comissão de Acompanhamento da AR saiam algumas propostas consensuais. Aprová-las será para alguns membros da mesma Comissão, não o proverbial ingurgitamento de sapos, mas de tartarugas.
Ficar calado, refugiar-se em minúcias técnicas, andar de braço dado com os fautores públicos e notórios da corrupção tem que ter um preço. E esse preço é a assunção pública e expressa de que se trata de um candidato de um regime apodrecido. Por isso, para Alegre a opção é clara: ou procura o apoio das quadrilhas que nos roubam impunemente, ou guarda um silêncio cúmplice e envergonhado a troco de meia dúzia de votos, ou toma sobre a corrupção uma posição digna e inequívoca.


* Artigo publicado no jornal “Expresso”, de 10.4.2010


(surripiado no site do Professor)



Nota: vale a pena ler no Água Lisa “In Memoriam” (João Tunes)

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Efeitos Colaterais...



Eu sei que este fado é uma cagada pegada... mas depois de tanta hóstia e tanta coca cola, fiquei no estado que o rouxinal aqui retrata...peço as minhas desculpas.

e sabem como é que os ricos vão pagar a crise? mamando coca-cola e pepsi-cola, pois tá claro...

José Sócrates defendeu hoje o aumento do IVA em todas as categorias, salientando que a medida vai afectar todas as pessoas e não só as famílias de baixos rendimentos.

Questionado pelos jornalistas sobre se seria justo aumentar o valor do IVA de produtos considerados indispensáveis como o pão, o leite ou a água, José Sócrates sublinhou que "estamos a falar de pão, leite, água, Coca-cola, Pepsi-cola e outras coisas que não costumam ser referidas", e defendeu que "há famílias, como é o meu caso, que compram esses produtos a uma taxa reduzida de 5% - como uma Coca-cola- o que, verdadeiramente, temos que reconhecer, também não é muito justo".

O primeiro-ministro salientou ainda que "essa taxa reduzida aplica-se a famílias com menores rendimentos e às famílias com mais rendimentos".

quinta-feira, 13 de maio de 2010

é isso mesmo, o sr. Brandão é um aldrabão! mas há mais...


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José Sócrates reafirma afastamento do aumento de impostos
por Agência Lusa, Publicado em 09 de Março de 2010

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Revista de Imprensa


Cidade vidreira assinala Feriado Municipal

A população da Marinha Grande volta hoje a cumprir a tradição do 'Dia da Espiga', que é também o dia do Feriado Municipal e para o qual a câmara preparou um leque alargado de actividades.
O Feriado Municipal da cidade vidreira é conhecido por Quinta-Feira de Ascensão ou 'Dia da Espiga', sendo tradição a realização de piqueniques no Pinhal do Rei. Neste dia, os marinhenses colhem ramos de espiga e outras plantas existentes no campo, com que formam um ramo que levam para casa para dar sorte durante o ano.
A festa tradicional do concelho estende-se ao longo do mês, com um programa variado de actividades, de participação gratuita, que inclui a Semana Gastronómica, circuitos turísticos, espectáculos musicais, exposição de frascos do vidreiro gigantes, oficinas de percussão e uma justa homenagem ao encenador marinhense Norberto Barroca.
Este ano, as comemorações do Feriado Municipal integram a Semana Gastronómica 'Sabores da Tradição'. Trata-se de uma iniciativa do Turismo Leiria-Fátima, que está a promover semanas gastronómicas em todos os concelhos da sua área de intervenção, com vista a valorizar o que de melhor se confecciona na região, culminando com o Festival Regional de Gastronomia de Leiria.
Para hoje, sábado e domingo, a câmara preparou ainda um conjunto de circuitos turísticos em comboio para as escolas do concelho e população em geral.
No campo da música, é hoje apresentado, pelas 21h00, no edifício da Resinagem, o Projecto de Intervenção Tradicional - Orquestra, numa organização das associações Tocándar e Uxu Kalhus.
Amanhã, à mesma hora e no mesmo local, realiza-se o 'Concerto Marinha Solidária', com o grupo de percussão Tocándar, 'Os nossos ídolos' e 'Zé Pedro dos Xutos'. A organização está a cargo da Escola Secundária Calazans Duarte e do Rotary Club da Marinha Grande.
No fim-de-semana, a partir das 14h00, estará patente no edifício da Resinagem a 'Glass Parade', uma exposição de cerca de meia centena de réplicas do frasco do vidreiro, em fibra de vidro, com a altura aproximada de 1,20 metros, que foram decoradas pelos alunos dos vários Agrupamentos de escolas do concelho, no âmbito da Semana da Educação 2009. O resultado desse trabalho é uma exposição criativa, que representa uma homenagem à identidade cultural da Marinha Grande.
Ainda no dia 15, sábado, pelas 10h00, o grupo Tocándar irá promover um conjunto de oficinas de percussão no edifício da Resinagem e no Parque da Cerca.
Neste dia, Marinha Grande homenageia Norberto Barroca, numa sessão a ter lugar pelas 17h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho. Trata-se de uma cerimónia de homenagem ao encenador marinhense Norberto Barroca, pelos seus 50 anos de carreira. Será ainda realizado um jantar de homenagem, pelas 20h00, nas instalações do Sport Operário Marinhense.
No dia 16, domingo, o Parque Mártires do Colonialismo irá acolher um conjunto de actividades dedicadas aos mais pequenos, estando ainda previstas as actuações da Orquestra Ligeira da Marinha Grande, Big Band e a Escola de Dança Diogo Carvalho.
Até domingo, a galeria municipal acolhe a exposição 'Deu-me na Telha', da autoria de Clara Coelho dos Santos. No último dia da mostra, será realizada uma sessão de leitura dinamizada por Ana Alpande, intitulada 'A des-telhar o conto'.


(surripiado do Diário de Leiria)

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Afinal estamos a saír do "Buraco"...

Portugal evita recessão e cresce 1,7% até Março

Sabemos que a apresentação de dados positivos hoje em dia, são como o tempo. Chove quando seria normal fazer sol e faz sol quando o habitual seria chover.
No momento em que calmamente e sorrateiramente nos vão preparando, para medidas extremamente gravosas, como seja o aumento do IVA e o "saque" duma parte do 13º Mês, cujo acordo o governo já teve do principal partido da oposição,
os resultados conseguidos no 1º trimestre só demonstram que se está a "recuperar" sem estas medidas "extraordinárias".
O eventual anuncio de que as mesmas não seriam necessárias, contribuiriam para "psicologicamente" mobilizar as forças vivas e economicamente activas para deixar de estar nas encolhas, respirando fundo e desenvolver os projectos que têm em mãos à espera duma luzinha ao fundo deste comprido túnel, por muito ténue que seja, para os pôr em prática. Claro que não me refiro a outros projectos de grande gabarito sobre os quais não me atrevo a "opinar"

Imagem do Dia


(e há mais aqui)

terça-feira, 11 de maio de 2010

1ª PÁGINA - EDIÇÃO Nº 2



SÓCRATES PREPARADO PARA RECEBER O PÁPA

O primeiro ministro Jóse Sócrates fez ontem as últimas provas do modelo de Fátima Lopes com que vai receber Bento XVI. Segundo fontes próximas do chefe do governo, Sócrates terá mesmo elogiado "as vestes", adjectivando-as de "muito confortáveis e vistosas".
Fátima Lopes, que para este modelo se inspirou no sotaque beirão e na candura angélica de José Sócrates, mostrou-se bastante satisfeita com o seu trabalho, não deixando contudo de enaltecer a escultularidade do primeiro ministro português: "qualquer trapinho lhe fica bem, mas este acenta-lhe que nem uma luva".



COMISSÃO DE AGRICULTURA VISITA PLANTAÇÃO DE CANNABIS
No decurso das suas visistas de trabalho, a Comissão Parlamentar de Agricultura, onde brilha de forma cintilante e ao mais alto nível o deputado marinhense JP Pedrosa, visitou uma plantação de cannabis em Vilar de Charrito, para se interirar dos principais problemas com que se defrontam os produtores daquela planta medicional. Sempre atento aos pormenores e demonstrando grande interesse pelas específicidades do sector, JP fez uma pequena intervenção onde salientou a importância curativa daquela planta espirituosa e a vitória da equipa de Jorge Jesus na Liga Sagres.



PAMELA ANDERSON DE PREVENÇÃO
Antecipando uma possivel desgraça, Teixeira dos Santos já apresentou em Conselho de Ministros um plano de emergência para salvar a economia portuguesa, com recurso a outsorcing. De acordo com fonte próxima do Ministério das Finanças, Pamela Anderson, a famosa nadadora-salvadora da série televisiva "Marés Vivas" foi a escolhida, uma vez que possui "excelentes e robustas" bóias de salvação, "as únicas capazes de evitar que a economia portuguesa vá ao fundo".
O Calhandreiro Mor sabe ainda que Rui Pedro Soares foi mandato para estabelecer os primeiros contactos com a vistosa nadadora-salvadora.


ARTUR OLIVEIRA SOLICITA AUDIÊNCIA PAPAL
Continuando a sua luta pelo "restabelecimento da legalidade democrática" e pela "reposição da verdade eleitoral", o pai do MCI e ex-vereador Artur Oliveira, aproveitando o mediatismo da visita de Bento XVI a Portugal, já solicitou uma audiência ao chefe da Igreja Católica "para lhe dizer umas verdades, pois o que se está a passar na Vieira é muito grave". Artur Oliveira, que continua a insitir na tese de que "o sorteio ditou um lugar para o MCI na Assembleia de Freguesia da Vieira", diz que não vai ficar por aqui e que se for necessário obriga o seu colega Ribeirete a fazer greve da fome em frente ao Restaurante Coelho, na Praia da Vieira. .

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domingo, 9 de maio de 2010

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Eu não queria mas tem que ser, pronto



Parece-me que o nervosismo que o Deputado Ricardo Rodrigues demonstrou com o seu acto irreflectido que o levou a passar à acção directa, deve-se ao stress prococado pelas saudades do mar dos Açores.
Associando-me à manifestação de desagravo feita por alguns, repito alguns, dos seus companheiros de bancada, aqui lhe deixo uma cantiguinha bem ilustrada, para o ajudar a superar o mau momento que está a passar.

Imagem da Semana

Revista Sábado prepara task force para nova entrevista a Ricardo Rodrigues
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Revista de Imprensa


Linhas urbanas não se rentabilizaram

TUMG perde utilizadores todos os meses

O número de utentes dos Transportes Urbanos da Marinha Grande (TUMG) tem vindo a diminuir ao longo dos meses. O facto das duas linhas existentes não cobrirem a periferia do concelho foi uma das razões levantada na última reunião de Assembleia Municipal.
De acordo com o Relatório e Contas da TUMG, apresentado na última reunião de Assembleia Municipal, no último trimestre de 2009, registou um decréscimo de 54% no número de passageiros na Linha Verde e de 46% na Linha Azul.
Luís Guerra Marques, deputado da CDU, frisou a necessidade de “alargar a circulação aos lugares de Pilado, Garcia, Pêro Neto para fazer chegar os transportes urbanos à periferia”, bem como proporcionar um horário que vá ao encontro das necessidades dos cidadãos. Isto porque, como justificou, são algumas das queixas que tem ouvido da população.
Esta situação é também preocupante para o deputado do PSD, Pedro André. “Se a empresa tem resultado negativo vão ter de dar corda aos sapatos para a tornar viável Não é com o aumento dos preços que vão rentabilizar, até porque têm vindo a perder utentes.”
A câmara foi obrigada a cobrir um prejuízo no valor de 72.622 euros à empresa, referente à exploração das duas linhas urbanas, lançadas em Julho. O pagamento está previsto no contrato-programa, que visa cobrir o diferencial entre o preço social da tarifa e o seu preço real.
Por decisão da autarquia, os dois primeiros meses de exploração dos serviços foram gratuitos para a população, tendo a câmara suportado o valor total da receita mensal prevista no estudo de mobilidade.
Ao fim de seis meses de funcionamento das duas linhas da TUMG, a receita real está aquém dos valores previstos em cerca de -6.55%. Segundo o documento, o montante de 136.134 euros de receita peca por defeito, uma vez que na receita apurada estão incluídos os dois meses gratuitos para os utentes, mas indemnizados na totalidade pela câmara.
A realização orçamental ficou aquém do previsto no Plano de Actividades para 2009, por não ter sido possível à empresa executar totalmente os projectos anunciados, nomeadamente a exploração do estacionamento condicionado e o atraso ocorrido no início do serviço de transporte urbano de passageiros, previsto para Abril e só ocorrido em Julho.


(surripiado do Jornal de Leiria)

terça-feira, 4 de maio de 2010

SIMPLEX

Agosto de 2000

Em resposta a um requerimento do deputado do PSD, José António Silva, o Ministério da Agricultura dava conta das diligências da CMMG junto daquele ministério, tendo em vista o alargamento da Zona Industrial do Casal da Lebre.



Março de 2008

Comunicado do Conselho de Ministros de 12 de Março de 2008

I. O Conselho de Ministros, reunido hoje na Presidência do Conselho de Ministros, aprovou os seguintes diplomas:

(…)

13. Resolução do Conselho de Ministros que autoriza a permuta de uma parcela de terreno do Estado, sita na Mata Nacional do Casal da Lebre, por duas parcelas de terreno do Município da Marinha Grande

Esta Resolução vem autorizar a permuta de uma parcela com a área de cerca de 54 hectares da Mata Nacional do Casal da Lebre, por duas parcelas propriedade da Câmara Municipal da Marinha Grande, constituídas pelo prédio rústico denominado Pinhal do Concelho/Pinhal do Casal da Boa Esperança, com a área de 534800m2, na freguesia de Coimbrão, concelho de Leiria, e pelo prédio rústico sito no Pinhal da Paliota, freguesia de Vieira de Leiria, concelho da Marinha Grande, com a área de 72 900m2, localizado em área contígua à Mata Nacional do Pedrógão.


Fevereiro de 2009

Câmara da Marinha Grande faz diligências para alargar Zonas Industriais

O desbloqueio da expansão da Zona Industrial da Marinha Grande e da Área Industrial de Vieira de Leiria foram tema de discussão entre a Câmara Municipal da Marinha Grande e a Autoridade Florestal Nacional, numa reunião ocorrida a 28 de Janeiro.

No encontro realizado nos Paços do Concelho, estiveram presentes: o Presidente da CMMG, Alberto Cascalho; o Presidente da AFN, António José Rego; Director Nacional para a Gestão Florestal, João Rocha Pinho; Director Regional de Florestas do Centro, Viriato Garcez; Gestor da Unidade de Gestão Florestal do Centro Litoral, Rui Rosmaninho; o Assessor da AFN, José Neiva; a Chefe de Gabinete do Presidente da Câmara, Fernanda Oliveira e técnicas da Autarquia de diversas áreas.

(…)


Abril de 2010

O presidente da CMMG, no seu discurso evocativo do 25 de Abril, afirmava:


Aguardamos do Governo o desbloqueio do alargamento da Zona Industrial da Marinha Grande, para termos condições de instalação de mais empresas, sendo certo que tudo temos feito para que tal seja uma realidade.


De Julho de 1996 a Maio de 2010 passaram-se quase 14 anos!... E depois queixam-se da falta de competitividade da nossa economia...

Noticias das nossas Gentes

Encenador Norberto Barroca homenageado pelos 50 anos de carreira - 15 de Maio

A Câmara Municipal da Marinha Grande realiza uma sessão de homenagem ao encenador marinhense Norberto Barroca, pelos seus 50 anos de carreira, no dia 15 de Maio (sábado), pelas 17h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

A iniciativa insere-se nas comemorações do Feriado Municipal (13 de Maio), que decorrem no concelho de 7 a 16 de Maio. A Câmara Municipal pretende assim evocar a reconhecida carreira do encenador e reconhecer publicamente o contributo do artista para a dignificação do teatro a nível local e nacional. A sessão contará com a presença de amigos do homenageado e figuras ilustres da cultura nacional.

Norberto Barroca é arquitecto de formação. Desde cedo enveredou pelo Teatro. Estreou-se profissionalmente em 1960, com o Grupo Fernando Pessoa, dizendo poesia em Portugal, no Brasil, em Angola e em Moçambique. Enquanto encenador estreou-se na Casa da Comédia em 1967, tendo recebido o Prémio de Imprensa em1969 pela encenação de “Fando e Lis” de Arrabal.

Trabalhou em companhias como a Casa da Comédia, T. Estúdio de Lisboa, Emp. Vasco Morgado, Companhia Nacional de Teatro (Teatro S. Luís, de que foi director), A Centelha (Viseu), Novo Grupo (T. Aberto), 1º Acto (Algés), T. Nacional D. Maria II, T. Maria Matos, Casino Estoril, A Barraca, T. ABC e T. Maria Vitória; no Porto, com a Seiva Trupe e Teatro Experimental do Porto, do qual foi Director Artístico de 1998 até Dezembro de 2009.

Na Marinha Grande, encenou diversos trabalhos para o Grupo de Teatro do Operário, foi autor de “A Soprar se vai ao longe!” e de uma adaptação musical de “O Fidalgo Aprendiz”. Para a Câmara Municipal escreveu a reconstituição da revolta do 18 de Janeiro – “O 18 de Janeiro de 1934 na Marinha Grande - Movimento Revolucionário dos Vidreiros”, "Uma Obragem do Séc. XVIII” e a peça “Marquês de Pombal - o Rei” do Rei D. José.

No cinema teve participações como actor em filmes de Jorge Silva Melo e foi autor do argumento de “Passagem por Lisboa”, de Wim Wenders (1994).



Fonte: Câmara Municipal da Marinha Grande
04 de Maio de 2010

Finalmente alguem começa a dar bons exemplos...

Inês de Medeiros prescinde de pagamentos de viagens

Eu sei que são só uns trocos, mas já é um começo.

sábado, 1 de maio de 2010

"Hoje não vais trabalhar... porque faz anos que és trabalhador"...



"Sim eu sei, que é triste viver de ilusões... sim eu sei que tudo são recordações...

Usei quer no titulo do poste, quer na legenda final, fragmentos de 2 canções que me marcaram "sentimentalmente" Uma cantada pelo Paulo de Carvalho outra pelo Vitor Espadinha, muito diferentes no seu conteudo, mas hoje a nostalgia trouxe-me estas recordações.