quarta-feira, 12 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
1ª PÁGINA - EDIÇÃO Nº 2
O primeiro ministro Jóse Sócrates fez ontem as últimas provas do modelo de Fátima Lopes com que vai receber Bento XVI. Segundo fontes próximas do chefe do governo, Sócrates terá mesmo elogiado "as vestes", adjectivando-as de "muito confortáveis e vistosas".
Fátima Lopes, que para este modelo se inspirou no sotaque beirão e na candura angélica de José Sócrates, mostrou-se bastante satisfeita com o seu trabalho, não deixando contudo de enaltecer a escultularidade do primeiro ministro português: "qualquer trapinho lhe fica bem, mas este acenta-lhe que nem uma luva".
COMISSÃO DE AGRICULTURA VISITA PLANTAÇÃO DE CANNABIS
No decurso das suas visistas de trabalho, a Comissão Parlamentar de Agricultura, onde brilha de forma cintilante e ao mais alto nível o deputado marinhense JP Pedrosa, visitou uma plantação de cannabis em Vilar de Charrito, para se interirar dos principais problemas com que se defrontam os produtores daquela planta medicional. Sempre atento aos pormenores e demonstrando grande interesse pelas específicidades do sector, JP fez uma pequena intervenção onde salientou a importância curativa daquela planta espirituosa e a vitória da equipa de Jorge Jesus na Liga Sagres.
PAMELA ANDERSON DE PREVENÇÃO
Antecipando uma possivel desgraça, Teixeira dos Santos já apresentou em Conselho de Ministros um plano de emergência para salvar a economia portuguesa, com recurso a outsorcing. De acordo com fonte próxima do Ministério das Finanças, Pamela Anderson, a famosa nadadora-salvadora da série televisiva "Marés Vivas" foi a escolhida, uma vez que possui "excelentes e robustas" bóias de salvação, "as únicas capazes de evitar que a economia portuguesa vá ao fundo".
Fátima Lopes, que para este modelo se inspirou no sotaque beirão e na candura angélica de José Sócrates, mostrou-se bastante satisfeita com o seu trabalho, não deixando contudo de enaltecer a escultularidade do primeiro ministro português: "qualquer trapinho lhe fica bem, mas este acenta-lhe que nem uma luva".
No decurso das suas visistas de trabalho, a Comissão Parlamentar de Agricultura, onde brilha de forma cintilante e ao mais alto nível o deputado marinhense JP Pedrosa, visitou uma plantação de cannabis em Vilar de Charrito, para se interirar dos principais problemas com que se defrontam os produtores daquela planta medicional. Sempre atento aos pormenores e demonstrando grande interesse pelas específicidades do sector, JP fez uma pequena intervenção onde salientou a importância curativa daquela planta espirituosa e a vitória da equipa de Jorge Jesus na Liga Sagres.
PAMELA ANDERSON DE PREVENÇÃO

Antecipando uma possivel desgraça, Teixeira dos Santos já apresentou em Conselho de Ministros um plano de emergência para salvar a economia portuguesa, com recurso a outsorcing. De acordo com fonte próxima do Ministério das Finanças, Pamela Anderson, a famosa nadadora-salvadora da série televisiva "Marés Vivas" foi a escolhida, uma vez que possui "excelentes e robustas" bóias de salvação, "as únicas capazes de evitar que a economia portuguesa vá ao fundo".
O Calhandreiro Mor sabe ainda que Rui Pedro Soares foi mandato para estabelecer os primeiros contactos com a vistosa nadadora-salvadora.

ARTUR OLIVEIRA SOLICITA AUDIÊNCIA PAPAL
Continuando a sua luta pelo "restabelecimento da legalidade democrática" e pela "reposição da verdade eleitoral", o pai do MCI e ex-vereador Artur Oliveira, aproveitando o mediatismo da visita de Bento XVI a Portugal, já solicitou uma audiência ao chefe da Igreja Católica "para lhe dizer umas verdades, pois o que se está a passar na Vieira é muito grave". Artur Oliveira, que continua a insitir na tese de que "o sorteio ditou um lugar para o MCI na Assembleia de Freguesia da Vieira", diz que não vai ficar por aqui e que se for necessário obriga o seu colega Ribeirete a fazer greve da fome em frente ao Restaurante Coelho, na Praia da Vieira. .
Continuando a sua luta pelo "restabelecimento da legalidade democrática" e pela "reposição da verdade eleitoral", o pai do MCI e ex-vereador Artur Oliveira, aproveitando o mediatismo da visita de Bento XVI a Portugal, já solicitou uma audiência ao chefe da Igreja Católica "para lhe dizer umas verdades, pois o que se está a passar na Vieira é muito grave". Artur Oliveira, que continua a insitir na tese de que "o sorteio ditou um lugar para o MCI na Assembleia de Freguesia da Vieira", diz que não vai ficar por aqui e que se for necessário obriga o seu colega Ribeirete a fazer greve da fome em frente ao Restaurante Coelho, na Praia da Vieira. .
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segunda-feira, 10 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
E Viva o Benfica!
A minha modesta homenagem aos calhandreiros que após tanto sofrimento, finalmente hoje fazem a festa.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Eu não queria mas tem que ser, pronto
Parece-me que o nervosismo que o Deputado Ricardo Rodrigues demonstrou com o seu acto irreflectido que o levou a passar à acção directa, deve-se ao stress prococado pelas saudades do mar dos Açores.
Associando-me à manifestação de desagravo feita por alguns, repito alguns, dos seus companheiros de bancada, aqui lhe deixo uma cantiguinha bem ilustrada, para o ajudar a superar o mau momento que está a passar.
Revista de Imprensa
Linhas urbanas não se rentabilizaram
TUMG perde utilizadores todos os meses
O número de utentes dos Transportes Urbanos da Marinha Grande (TUMG) tem vindo a diminuir ao longo dos meses. O facto das duas linhas existentes não cobrirem a periferia do concelho foi uma das razões levantada na última reunião de Assembleia Municipal.
De acordo com o Relatório e Contas da TUMG, apresentado na última reunião de Assembleia Municipal, no último trimestre de 2009, registou um decréscimo de 54% no número de passageiros na Linha Verde e de 46% na Linha Azul.
Luís Guerra Marques, deputado da CDU, frisou a necessidade de “alargar a circulação aos lugares de Pilado, Garcia, Pêro Neto para fazer chegar os transportes urbanos à periferia”, bem como proporcionar um horário que vá ao encontro das necessidades dos cidadãos. Isto porque, como justificou, são algumas das queixas que tem ouvido da população.
Esta situação é também preocupante para o deputado do PSD, Pedro André. “Se a empresa tem resultado negativo vão ter de dar corda aos sapatos para a tornar viável Não é com o aumento dos preços que vão rentabilizar, até porque têm vindo a perder utentes.”
A câmara foi obrigada a cobrir um prejuízo no valor de 72.622 euros à empresa, referente à exploração das duas linhas urbanas, lançadas em Julho. O pagamento está previsto no contrato-programa, que visa cobrir o diferencial entre o preço social da tarifa e o seu preço real.
Por decisão da autarquia, os dois primeiros meses de exploração dos serviços foram gratuitos para a população, tendo a câmara suportado o valor total da receita mensal prevista no estudo de mobilidade.
Ao fim de seis meses de funcionamento das duas linhas da TUMG, a receita real está aquém dos valores previstos em cerca de -6.55%. Segundo o documento, o montante de 136.134 euros de receita peca por defeito, uma vez que na receita apurada estão incluídos os dois meses gratuitos para os utentes, mas indemnizados na totalidade pela câmara.
A realização orçamental ficou aquém do previsto no Plano de Actividades para 2009, por não ter sido possível à empresa executar totalmente os projectos anunciados, nomeadamente a exploração do estacionamento condicionado e o atraso ocorrido no início do serviço de transporte urbano de passageiros, previsto para Abril e só ocorrido em Julho.
(surripiado do Jornal de Leiria)
Calhandrado por
Comissão de Moradores do Largo das Calhandreiras
às
sexta-feira, maio 07, 2010
3 comentários:
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quinta-feira, 6 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
SIMPLEX
Agosto de 2000
Em resposta a um requerimento do deputado do PSD, José António Silva, o Ministério da Agricultura dava conta das diligências da CMMG junto daquele ministério, tendo em vista o alargamento da Zona Industrial do Casal da Lebre.
Em resposta a um requerimento do deputado do PSD, José António Silva, o Ministério da Agricultura dava conta das diligências da CMMG junto daquele ministério, tendo em vista o alargamento da Zona Industrial do Casal da Lebre.


Março de 2008
Comunicado do Conselho de Ministros de 12 de Março de 2008
I. O Conselho de Ministros, reunido hoje na Presidência do Conselho de Ministros, aprovou os seguintes diplomas:
(…)
13. Resolução do Conselho de Ministros que autoriza a permuta de uma parcela de terreno do Estado, sita na Mata Nacional do Casal da Lebre, por duas parcelas de terreno do Município da Marinha Grande
Esta Resolução vem autorizar a permuta de uma parcela com a área de cerca de 54 hectares da Mata Nacional do Casal da Lebre, por duas parcelas propriedade da Câmara Municipal da Marinha Grande, constituídas pelo prédio rústico denominado Pinhal do Concelho/Pinhal do Casal da Boa Esperança, com a área de 534800m2, na freguesia de Coimbrão, concelho de Leiria, e pelo prédio rústico sito no Pinhal da Paliota, freguesia de Vieira de Leiria, concelho da Marinha Grande, com a área de 72 900m2, localizado em área contígua à Mata Nacional do Pedrógão.
Fevereiro de 2009
Câmara da Marinha Grande faz diligências para alargar Zonas Industriais
O desbloqueio da expansão da Zona Industrial da Marinha Grande e da Área Industrial de Vieira de Leiria foram tema de discussão entre a Câmara Municipal da Marinha Grande e a Autoridade Florestal Nacional, numa reunião ocorrida a 28 de Janeiro.
No encontro realizado nos Paços do Concelho, estiveram presentes: o Presidente da CMMG, Alberto Cascalho; o Presidente da AFN, António José Rego; Director Nacional para a Gestão Florestal, João Rocha Pinho; Director Regional de Florestas do Centro, Viriato Garcez; Gestor da Unidade de Gestão Florestal do Centro Litoral, Rui Rosmaninho; o Assessor da AFN, José Neiva; a Chefe de Gabinete do Presidente da Câmara, Fernanda Oliveira e técnicas da Autarquia de diversas áreas.
(…)
Abril de 2010
O presidente da CMMG, no seu discurso evocativo do 25 de Abril, afirmava:
Aguardamos do Governo o desbloqueio do alargamento da Zona Industrial da Marinha Grande, para termos condições de instalação de mais empresas, sendo certo que tudo temos feito para que tal seja uma realidade.
De Julho de 1996 a Maio de 2010 passaram-se quase 14 anos!... E depois queixam-se da falta de competitividade da nossa economia...
Noticias das nossas Gentes
Encenador Norberto Barroca homenageado pelos 50 anos de carreira - 15 de Maio
A Câmara Municipal da Marinha Grande realiza uma sessão de homenagem ao encenador marinhense Norberto Barroca, pelos seus 50 anos de carreira, no dia 15 de Maio (sábado), pelas 17h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
A iniciativa insere-se nas comemorações do Feriado Municipal (13 de Maio), que decorrem no concelho de 7 a 16 de Maio. A Câmara Municipal pretende assim evocar a reconhecida carreira do encenador e reconhecer publicamente o contributo do artista para a dignificação do teatro a nível local e nacional. A sessão contará com a presença de amigos do homenageado e figuras ilustres da cultura nacional.
Norberto Barroca é arquitecto de formação. Desde cedo enveredou pelo Teatro. Estreou-se profissionalmente em 1960, com o Grupo Fernando Pessoa, dizendo poesia em Portugal, no Brasil, em Angola e em Moçambique. Enquanto encenador estreou-se na Casa da Comédia em 1967, tendo recebido o Prémio de Imprensa em1969 pela encenação de “Fando e Lis” de Arrabal.
Trabalhou em companhias como a Casa da Comédia, T. Estúdio de Lisboa, Emp. Vasco Morgado, Companhia Nacional de Teatro (Teatro S. Luís, de que foi director), A Centelha (Viseu), Novo Grupo (T. Aberto), 1º Acto (Algés), T. Nacional D. Maria II, T. Maria Matos, Casino Estoril, A Barraca, T. ABC e T. Maria Vitória; no Porto, com a Seiva Trupe e Teatro Experimental do Porto, do qual foi Director Artístico de 1998 até Dezembro de 2009.
Na Marinha Grande, encenou diversos trabalhos para o Grupo de Teatro do Operário, foi autor de “A Soprar se vai ao longe!” e de uma adaptação musical de “O Fidalgo Aprendiz”. Para a Câmara Municipal escreveu a reconstituição da revolta do 18 de Janeiro – “O 18 de Janeiro de 1934 na Marinha Grande - Movimento Revolucionário dos Vidreiros”, "Uma Obragem do Séc. XVIII” e a peça “Marquês de Pombal - o Rei” do Rei D. José.
No cinema teve participações como actor em filmes de Jorge Silva Melo e foi autor do argumento de “Passagem por Lisboa”, de Wim Wenders (1994).
Fonte: Câmara Municipal da Marinha Grande
04 de Maio de 2010
A Câmara Municipal da Marinha Grande realiza uma sessão de homenagem ao encenador marinhense Norberto Barroca, pelos seus 50 anos de carreira, no dia 15 de Maio (sábado), pelas 17h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
A iniciativa insere-se nas comemorações do Feriado Municipal (13 de Maio), que decorrem no concelho de 7 a 16 de Maio. A Câmara Municipal pretende assim evocar a reconhecida carreira do encenador e reconhecer publicamente o contributo do artista para a dignificação do teatro a nível local e nacional. A sessão contará com a presença de amigos do homenageado e figuras ilustres da cultura nacional.
Norberto Barroca é arquitecto de formação. Desde cedo enveredou pelo Teatro. Estreou-se profissionalmente em 1960, com o Grupo Fernando Pessoa, dizendo poesia em Portugal, no Brasil, em Angola e em Moçambique. Enquanto encenador estreou-se na Casa da Comédia em 1967, tendo recebido o Prémio de Imprensa em1969 pela encenação de “Fando e Lis” de Arrabal.
Trabalhou em companhias como a Casa da Comédia, T. Estúdio de Lisboa, Emp. Vasco Morgado, Companhia Nacional de Teatro (Teatro S. Luís, de que foi director), A Centelha (Viseu), Novo Grupo (T. Aberto), 1º Acto (Algés), T. Nacional D. Maria II, T. Maria Matos, Casino Estoril, A Barraca, T. ABC e T. Maria Vitória; no Porto, com a Seiva Trupe e Teatro Experimental do Porto, do qual foi Director Artístico de 1998 até Dezembro de 2009.
Na Marinha Grande, encenou diversos trabalhos para o Grupo de Teatro do Operário, foi autor de “A Soprar se vai ao longe!” e de uma adaptação musical de “O Fidalgo Aprendiz”. Para a Câmara Municipal escreveu a reconstituição da revolta do 18 de Janeiro – “O 18 de Janeiro de 1934 na Marinha Grande - Movimento Revolucionário dos Vidreiros”, "Uma Obragem do Séc. XVIII” e a peça “Marquês de Pombal - o Rei” do Rei D. José.
No cinema teve participações como actor em filmes de Jorge Silva Melo e foi autor do argumento de “Passagem por Lisboa”, de Wim Wenders (1994).
Fonte: Câmara Municipal da Marinha Grande
04 de Maio de 2010
Finalmente alguem começa a dar bons exemplos...
Inês de Medeiros prescinde de pagamentos de viagens
Eu sei que são só uns trocos, mas já é um começo.
Eu sei que são só uns trocos, mas já é um começo.
domingo, 2 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
"Hoje não vais trabalhar... porque faz anos que és trabalhador"...
"Sim eu sei, que é triste viver de ilusões... sim eu sei que tudo são recordações...
Usei quer no titulo do poste, quer na legenda final, fragmentos de 2 canções que me marcaram "sentimentalmente" Uma cantada pelo Paulo de Carvalho outra pelo Vitor Espadinha, muito diferentes no seu conteudo, mas hoje a nostalgia trouxe-me estas recordações.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Finalmente, alguem assume ser o Pai da "criança"
Bava assume ser o pai do negócio TVI - Expresso.pt
Mas cá por coisas, eu acho que se devia fazer o teste de ADN.
Mas cá por coisas, eu acho que se devia fazer o teste de ADN.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
"Sessão Ordinária"
A Assembleia Municipal da Marinha Grande reúne em sessão ordinária no dia 30 de Abril, sexta-feira, pelas 20h30, no Auditório Municipal, sito na Av. Dr. José Henriques Vareda.
A ordem de trabalhos é a seguinte:
1. APRECIAÇÃO DO RELATÓRIO, BALANÇO E CONTAS DE 2009 DA TUMG - TRANSPORTES URBANOS DA MARINHA GRANDE, E.M;
2. APRECIAÇÃO DO RELATÓRIO, BALANÇO E CONTAS DAS ENTIDADES PARTICIPADAS PELO MUNICÍPIO;
3. APRECIAÇÃO DO INVENTÁRIO DE TODOS OS BENS, DIREITOS E OBRIGAÇÕES PATRIMONIAIS E RESPECTIVA AVALIAÇÃO RELATIVA AO EXERCÍCIO ECONÓMICO DE 2009;
4. APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO DOS DOCUMENTOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO MUNICÍPIO RELATIVOS AO EXERCÍCIO ECONÓMICO DE 2009;
5. APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO DO PROJECTO DE REGULAMENTO DE TAXAS MUNICIPAIS;
6. APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO DO PROJECTO REGULAMENTO MUNICIPAL DE EDIFICAÇÃO E URBANIZAÇÃO;
7. AFECTAÇÃO DE PARCELAS AO DOMÍNIO PÚBLICO - TERRENOS SITUADOS NA FREGUESIA DA MOITA;
8. ACTIVIDADE CAMARÁRIA E INFORMAÇÃO FINANCEIRA.
(surripiado do site da CMMG)
Nota da Comissão de Moradores:
Uma vez que se vão discutir as contas da TUMG, era interessante que as mesmas fossem disponibilizadas no site da câmara.
A ordem de trabalhos é a seguinte:
1. APRECIAÇÃO DO RELATÓRIO, BALANÇO E CONTAS DE 2009 DA TUMG - TRANSPORTES URBANOS DA MARINHA GRANDE, E.M;
2. APRECIAÇÃO DO RELATÓRIO, BALANÇO E CONTAS DAS ENTIDADES PARTICIPADAS PELO MUNICÍPIO;
3. APRECIAÇÃO DO INVENTÁRIO DE TODOS OS BENS, DIREITOS E OBRIGAÇÕES PATRIMONIAIS E RESPECTIVA AVALIAÇÃO RELATIVA AO EXERCÍCIO ECONÓMICO DE 2009;
4. APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO DOS DOCUMENTOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO MUNICÍPIO RELATIVOS AO EXERCÍCIO ECONÓMICO DE 2009;
5. APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO DO PROJECTO DE REGULAMENTO DE TAXAS MUNICIPAIS;
6. APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO DO PROJECTO REGULAMENTO MUNICIPAL DE EDIFICAÇÃO E URBANIZAÇÃO;
7. AFECTAÇÃO DE PARCELAS AO DOMÍNIO PÚBLICO - TERRENOS SITUADOS NA FREGUESIA DA MOITA;
8. ACTIVIDADE CAMARÁRIA E INFORMAÇÃO FINANCEIRA.
(surripiado do site da CMMG)
Nota da Comissão de Moradores:
Uma vez que se vão discutir as contas da TUMG, era interessante que as mesmas fossem disponibilizadas no site da câmara.
Calhandrado por
Comissão de Moradores do Largo das Calhandreiras
às
quinta-feira, abril 29, 2010
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vão trabalhar! Malandros...
IOL Diário - Subsídios de desemprego podem baixar até 20%
Ora tomem lá! Eu cá tambem acho que a solução passa por pôr muito mais gente a trabalhar, os desempregados e os que têm emprego mas fazem muito pouco e ainda os que querem trabalhar mais e aparece muito pouco para fazer.
Ora tomem lá! Eu cá tambem acho que a solução passa por pôr muito mais gente a trabalhar, os desempregados e os que têm emprego mas fazem muito pouco e ainda os que querem trabalhar mais e aparece muito pouco para fazer.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Alerta Rosa Alaranjado

Soaram as sirenes de alarme e o Casal da Formiga parou para escutar, de forma patriótica, o bloco central da junta de salvação nacional. Inaudito.
De olhos bem abertos permaneci colado ao televisor, como uma criança que aguarda o castigo por se ter portado de forma inconveniente diante das visitas, para ouvir a declaração conjunta dos dois lindinhos, o interino e o candidato, que reuniram hoje de emergência para responderem veementemente (pufff…) ao ignóbil ataque especulativo das agências de rating, uns tipos porreiros que classificam as dívidas das nações com a mesma notação com que os produtores de frigoríficos classificam a eficiência energética dos aparelhos que produzem. Ciganices.
Os lindinhos, previsivelmente, comportaram-se como aqueles patrões que mandam reunir a canalha para anunciar que as vacas vão ter de jejuar face à escassez de palha e aos proibitivos preços da ração:
“Meus senhores a situação é muito grave e tem de ser tratada com pinças. A partir de hoje vamos ter de cortar na mesada, o papel higiénico passa a ter dois lados, vão começar a ir em grupos à retrete para só terem de puxar o autoclismo uma vez, atenção aos desperdícios com a fita-cola, acabaram-se os agrafos e os clipes, e se quiserem escrever tragam esferográficas de casa pois isto não está para brincadeiras!”
“Ó chefe, então e o leasing para o carro novo e aquele negócio da casa do Algarve, sempre são para avançar?” – pergunta um caramelo do escritório armado em diligente sindicalista de algibeira.
“Isso é outra conversa… isso são investimentos inadiáveis, indispensáveis para a estratégia que desenhei, para uma imagem e sinal de solidez e confiança que há que passar aos mercados, e para a boa performance empresarial de quem vos sustenta a família todos os meses!… Ou será que preferem que tenha uma depressão e fuja para o Brasil?”
Grande porra é o que é! Eu bem que andava desconfiado que ter um xerife com nome de filósofo grego era mau presságio…
De olhos bem abertos permaneci colado ao televisor, como uma criança que aguarda o castigo por se ter portado de forma inconveniente diante das visitas, para ouvir a declaração conjunta dos dois lindinhos, o interino e o candidato, que reuniram hoje de emergência para responderem veementemente (pufff…) ao ignóbil ataque especulativo das agências de rating, uns tipos porreiros que classificam as dívidas das nações com a mesma notação com que os produtores de frigoríficos classificam a eficiência energética dos aparelhos que produzem. Ciganices.
Os lindinhos, previsivelmente, comportaram-se como aqueles patrões que mandam reunir a canalha para anunciar que as vacas vão ter de jejuar face à escassez de palha e aos proibitivos preços da ração:
“Meus senhores a situação é muito grave e tem de ser tratada com pinças. A partir de hoje vamos ter de cortar na mesada, o papel higiénico passa a ter dois lados, vão começar a ir em grupos à retrete para só terem de puxar o autoclismo uma vez, atenção aos desperdícios com a fita-cola, acabaram-se os agrafos e os clipes, e se quiserem escrever tragam esferográficas de casa pois isto não está para brincadeiras!”
“Ó chefe, então e o leasing para o carro novo e aquele negócio da casa do Algarve, sempre são para avançar?” – pergunta um caramelo do escritório armado em diligente sindicalista de algibeira.
“Isso é outra conversa… isso são investimentos inadiáveis, indispensáveis para a estratégia que desenhei, para uma imagem e sinal de solidez e confiança que há que passar aos mercados, e para a boa performance empresarial de quem vos sustenta a família todos os meses!… Ou será que preferem que tenha uma depressão e fuja para o Brasil?”
Grande porra é o que é! Eu bem que andava desconfiado que ter um xerife com nome de filósofo grego era mau presságio…
Especulações e Especulações...
Quem está na actividade económica, seja na indústria ou comercio, não pode deixar de estar atento às notícias com que somos bombardeados, no que respeita à situação económica do País, da Europa e mesmo dos restantes continentes.
Ontem foi a notícia bombástica de que uma agencia de rating, a Standadar & Poor`s (S&P) ter cortado o rating da dívida pública portuguesa. Deixando para os especialistas a análise aprofundada desta questão, não podemos deixar de ficar preocupados com as consequências que vêm aí provocadas por este facto.
No entanto creio ter que fazer um paralelo com o comportamento dos bancos que operam em Portugal, que como sabemos de Portugueses já têm muito pouco, com a excepção da CGD e não sabemos até quando.
Também os bancos em Portugal atribuem rantings aos seus clientes tendo como consequência a atribuição das taxas de juro praticadas nos empréstimos concedidos, quando o são.
Assistimos desde 2008 a um aumento dos juros (spreeds) praticados pela generalidade dos bancos, assumindo esses aumentos uma autentica prática de agiotismo, pois no momento em que as empresas mais precisavam e precisam de apoio, esse mesmo “apoio” tornou-se muito mais caro, quando não foi mesmo retirado. Quantas empresas não soçobraram por esse motivo? Quantas empresas não tiveram que reduzir drasticamente o número de postos de trabalho, para reduzir custos? Quantos investimentos programados deixaram de ser feitos? Quanto deixou de se exportar?
Poder-se-ia aceitar o argumento de que era a crise internacional e o aumento do custo do dinheiro (lá fora) argumento utilizado quando nos comunicavam o aumento das taxas, até aí praticadas. Mas ao ver os resultados apresentados pelos diversos bancos, verificamos que houve muita especulação e os bancos agiram, como os agiotas fazem em todas as crises, aproveitam-nas para melhor rentabilizar o seu negócio.
Sabemos que os especuladores internacionais desencadearam um ataque a Portugal, que certamente nos vai custar caro?
Mas como se vão comportar os nossos "especuladores" por cá?
Ontem foi a notícia bombástica de que uma agencia de rating, a Standadar & Poor`s (S&P) ter cortado o rating da dívida pública portuguesa. Deixando para os especialistas a análise aprofundada desta questão, não podemos deixar de ficar preocupados com as consequências que vêm aí provocadas por este facto.
No entanto creio ter que fazer um paralelo com o comportamento dos bancos que operam em Portugal, que como sabemos de Portugueses já têm muito pouco, com a excepção da CGD e não sabemos até quando.
Também os bancos em Portugal atribuem rantings aos seus clientes tendo como consequência a atribuição das taxas de juro praticadas nos empréstimos concedidos, quando o são.
Assistimos desde 2008 a um aumento dos juros (spreeds) praticados pela generalidade dos bancos, assumindo esses aumentos uma autentica prática de agiotismo, pois no momento em que as empresas mais precisavam e precisam de apoio, esse mesmo “apoio” tornou-se muito mais caro, quando não foi mesmo retirado. Quantas empresas não soçobraram por esse motivo? Quantas empresas não tiveram que reduzir drasticamente o número de postos de trabalho, para reduzir custos? Quantos investimentos programados deixaram de ser feitos? Quanto deixou de se exportar?
Poder-se-ia aceitar o argumento de que era a crise internacional e o aumento do custo do dinheiro (lá fora) argumento utilizado quando nos comunicavam o aumento das taxas, até aí praticadas. Mas ao ver os resultados apresentados pelos diversos bancos, verificamos que houve muita especulação e os bancos agiram, como os agiotas fazem em todas as crises, aproveitam-nas para melhor rentabilizar o seu negócio.
Sabemos que os especuladores internacionais desencadearam um ataque a Portugal, que certamente nos vai custar caro?
Mas como se vão comportar os nossos "especuladores" por cá?
terça-feira, 27 de abril de 2010
"Banalidades"
Lucro da BP cresce 137% no primeiro trimestre
Ah pois é! E estamos a viver a pior crise mundial de que há memória.
Ah pois é! E estamos a viver a pior crise mundial de que há memória.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Discurso do Sr. Presidente da CMMG
Discurso do Presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande proferido na madrugada do dia 25/04/2010, na varanda dos Paços do Concelho, no âmbito das comemorações do 36º aniversário do 25 de Abril de 1974.
Caros Marinhenses, Moitenses e Vieirenses:
Celebramos hoje 36 anos sobre o dia em que o nosso País marcou o encontro com o futuro. Os protagonistas, os factos e o contexto em que se deu a revolução marcaram para sempre o percurso de Portugal e ditaram que nada voltaria a ser como antes.
Foi graças a homens de coragem e de esperança que o regime foi derrubado. Deixo, por isso, a nossa homenagem aos Capitães de Abril, que lutaram para que hoje seja possível vivermos em liberdade. E, para evocarmos aquela noite de 24 de Abril de 1974, está em exposição na Praça Guilherme Stephens, durante este fim-de-semana, uma chaimite.
Nenhuma outra efeméride é tão oportuna para fazermos o balanço da nossa democracia.
Há ainda um caminho a percorrer no desafio de melhorar a sua qualidade e credibilidade. Ao Estado, às Autarquias, aos Partidos Políticos e aos seus titulares compete a responsabilidade de intensificar a democracia e contribuir para o prestígio das instituições.
A classe política deve ser alicerçar a sua intervenção em critérios éticos, de exigência e competência, pautando as suas decisões pela legalidade, rigor e transparência. É importante que todos adquiram confiança e respeito pela actividade política, nomeadamente os jovens de quem se espera uma atitude revitalizadora do sistema democrático.
O Portugal de ontem sonhou com a liberdade e com uma sociedade equilibrada.
O Portugal de hoje, embora possa estar marcado por alguma dualidade no seu desenvolvimento, é também um país de igualdade, promovendo igual acesso de todos os cidadãos aos seus direitos, sem privilégios ou limites.
“Em cada Rosto Igualdade”.
É este o lema que escolhemos para as comemorações do 25 de Abril, porque acreditamos ser possível construir uma sociedade mais justa, solidária e inclusiva, em que seja assegurada a justiça e equidade entre gerações.
Somos responsáveis pela sociedade em que vivemos e que é fruto daquilo que construímos diariamente.
O País precisa de crescer em termos económicos, mas também em termos cívicos. E esse tem de ser um compromisso de todos, entidades e cidadãos.
A actual conjuntura nacional e internacional exige uma atitude pró-activa, por parte de todos os agentes, quer sejam do sector público ou dos sectores empresariais, da educação e formação, da acção social, da cultura e do turismo, do desporto e do ambiente, que contribua para consolidar uma visão estratégica de desenvolvimento económico e social no Concelho.
À Câmara Municipal compete promover essa participação cívica activa como factor potenciador do investimento, da garantia das condições de emprego e riqueza e da melhoria da qualidade de vida dos seus munícipes.
As indústrias de vidro de embalagem, de moldes e de ferramentas especiais são um claro exemplo de reconhecimento a nível nacional e internacional, que têm apostado na incrementação da qualificação, nos processos de inovação, no empreendedorismo e na participação em projectos transnacionais.
Desde que tomei posse, tenho recebido dezenas de pedidos de empresários que desejam gerar a sua actividade económica no concelho. Fazem-no porque vêem na Marinha Grande um território de centralidade geográfica, com potencialidades, qualificações, know-how e competitividade.
Mas para que estes e outros empreendedores possam investir no concelho e os que já aqui se encontram possam potenciar os seus desafios empresariais, terão de ser garantidas condições à sua fixação. Esse trabalho deve ser assegurado pela Autarquia mas também pela Administração central.
Aguardamos do Governo o desbloqueio do alargamento da Zona Industrial da Marinha Grande, para termos condições de instalação de mais empresas, sendo certo que tudo temos feito para que tal seja uma realidade.
A Câmara Municipal está a desenvolver projectos que visam a melhoria das acessibilidades à Zona Industrial da Marinha Grande, à qual acorrem, diariamente, milhares de veículos. Pretendemos beneficiar o principal acesso – a Estrada dos Guilhermes - e construir uma ligação alternativa desta via à freguesia da Maceira.
As pessoas deste concelho são também motivo do enfoque do nosso trabalho. Preocupamo-nos com o seu bem-estar, criando medidas que as auxiliem.
Além do já anunciado apoio à natalidade, que deverá entrar em vigor ainda este ano e da oferta dos livros escolares a todas as crianças do 1º ciclo do ensino básico no próximo ano lectivo, ambicionamos criar creches para crianças até aos três anos.
Está em estudo a implementação a breve prazo de duas salas a funcionar 24 horas por dia nas instalações da antiga fábrica IVIMA, que sirvam mães e pais que trabalhem por turnos nas nossas empresas.
Serão criadas e implementadas medidas de apoio a famílias numerosas e desempregados, nomeadamente através da redução de preços dos serviços municipais.
Temos a firme convicção de criar melhores condições para as nossas empresas e de proporcionar uma melhor qualidade de vida para as nossas famílias, ambicionando um concelho mais próspero, capaz de enfrentar o presente e perspectivar o futuro.
Queremos fixar os jovens no nosso território e criar condições para que se sintam felizes e realizados na sua terra.
Contem com a Câmara Municipal para tornar o concelho da Marinha Grande um território de excelência, onde é bom viver, empreender, investir e ser feliz.
Trinta e seis anos depois, a melhor homenagem que podemos fazer ao 25 de Abril é respeitarmos a liberdade e tornarmo-la activa e inspiradora das nossas acções.
A liberdade deve ser um meio para vencermos os desafios. A liberdade não foi oferecida, foi conquistada, a pulso, durante décadas e por muitos homens e mulheres deste País que se debateram contra a opressão. É uma condição para a nossa realização individual e colectiva, numa sociedade plural e democrática.
Não deixemos que a erosão do tempo transforme o 25 de Abril numa mera efeméride.
Hoje e sempre, saibamos cumprir Abril!
Não adiemos o sonho dos que derrubaram a ditadura, porque como imortalizou o poema de António Gedeão, “A Pedra Filosofal”:
“Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.”
VIVA O 25 DE ABRIL!
VIVA A LIBERDADE!
VIVA O CONCELHO DA MARINHA GRANDE!
VIVA PORTUGAL!
Álvaro Manuel Marques Pereira
Presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande
(surripiado do sítio da CMMG)
Caros Marinhenses, Moitenses e Vieirenses:
Celebramos hoje 36 anos sobre o dia em que o nosso País marcou o encontro com o futuro. Os protagonistas, os factos e o contexto em que se deu a revolução marcaram para sempre o percurso de Portugal e ditaram que nada voltaria a ser como antes.
Foi graças a homens de coragem e de esperança que o regime foi derrubado. Deixo, por isso, a nossa homenagem aos Capitães de Abril, que lutaram para que hoje seja possível vivermos em liberdade. E, para evocarmos aquela noite de 24 de Abril de 1974, está em exposição na Praça Guilherme Stephens, durante este fim-de-semana, uma chaimite.
Nenhuma outra efeméride é tão oportuna para fazermos o balanço da nossa democracia.
Há ainda um caminho a percorrer no desafio de melhorar a sua qualidade e credibilidade. Ao Estado, às Autarquias, aos Partidos Políticos e aos seus titulares compete a responsabilidade de intensificar a democracia e contribuir para o prestígio das instituições.
A classe política deve ser alicerçar a sua intervenção em critérios éticos, de exigência e competência, pautando as suas decisões pela legalidade, rigor e transparência. É importante que todos adquiram confiança e respeito pela actividade política, nomeadamente os jovens de quem se espera uma atitude revitalizadora do sistema democrático.
O Portugal de ontem sonhou com a liberdade e com uma sociedade equilibrada.
O Portugal de hoje, embora possa estar marcado por alguma dualidade no seu desenvolvimento, é também um país de igualdade, promovendo igual acesso de todos os cidadãos aos seus direitos, sem privilégios ou limites.
“Em cada Rosto Igualdade”.
É este o lema que escolhemos para as comemorações do 25 de Abril, porque acreditamos ser possível construir uma sociedade mais justa, solidária e inclusiva, em que seja assegurada a justiça e equidade entre gerações.
Somos responsáveis pela sociedade em que vivemos e que é fruto daquilo que construímos diariamente.
O País precisa de crescer em termos económicos, mas também em termos cívicos. E esse tem de ser um compromisso de todos, entidades e cidadãos.
A actual conjuntura nacional e internacional exige uma atitude pró-activa, por parte de todos os agentes, quer sejam do sector público ou dos sectores empresariais, da educação e formação, da acção social, da cultura e do turismo, do desporto e do ambiente, que contribua para consolidar uma visão estratégica de desenvolvimento económico e social no Concelho.
À Câmara Municipal compete promover essa participação cívica activa como factor potenciador do investimento, da garantia das condições de emprego e riqueza e da melhoria da qualidade de vida dos seus munícipes.
As indústrias de vidro de embalagem, de moldes e de ferramentas especiais são um claro exemplo de reconhecimento a nível nacional e internacional, que têm apostado na incrementação da qualificação, nos processos de inovação, no empreendedorismo e na participação em projectos transnacionais.
Desde que tomei posse, tenho recebido dezenas de pedidos de empresários que desejam gerar a sua actividade económica no concelho. Fazem-no porque vêem na Marinha Grande um território de centralidade geográfica, com potencialidades, qualificações, know-how e competitividade.
Mas para que estes e outros empreendedores possam investir no concelho e os que já aqui se encontram possam potenciar os seus desafios empresariais, terão de ser garantidas condições à sua fixação. Esse trabalho deve ser assegurado pela Autarquia mas também pela Administração central.
Aguardamos do Governo o desbloqueio do alargamento da Zona Industrial da Marinha Grande, para termos condições de instalação de mais empresas, sendo certo que tudo temos feito para que tal seja uma realidade.
A Câmara Municipal está a desenvolver projectos que visam a melhoria das acessibilidades à Zona Industrial da Marinha Grande, à qual acorrem, diariamente, milhares de veículos. Pretendemos beneficiar o principal acesso – a Estrada dos Guilhermes - e construir uma ligação alternativa desta via à freguesia da Maceira.
As pessoas deste concelho são também motivo do enfoque do nosso trabalho. Preocupamo-nos com o seu bem-estar, criando medidas que as auxiliem.
Além do já anunciado apoio à natalidade, que deverá entrar em vigor ainda este ano e da oferta dos livros escolares a todas as crianças do 1º ciclo do ensino básico no próximo ano lectivo, ambicionamos criar creches para crianças até aos três anos.
Está em estudo a implementação a breve prazo de duas salas a funcionar 24 horas por dia nas instalações da antiga fábrica IVIMA, que sirvam mães e pais que trabalhem por turnos nas nossas empresas.
Serão criadas e implementadas medidas de apoio a famílias numerosas e desempregados, nomeadamente através da redução de preços dos serviços municipais.
Temos a firme convicção de criar melhores condições para as nossas empresas e de proporcionar uma melhor qualidade de vida para as nossas famílias, ambicionando um concelho mais próspero, capaz de enfrentar o presente e perspectivar o futuro.
Queremos fixar os jovens no nosso território e criar condições para que se sintam felizes e realizados na sua terra.
Contem com a Câmara Municipal para tornar o concelho da Marinha Grande um território de excelência, onde é bom viver, empreender, investir e ser feliz.
Trinta e seis anos depois, a melhor homenagem que podemos fazer ao 25 de Abril é respeitarmos a liberdade e tornarmo-la activa e inspiradora das nossas acções.
A liberdade deve ser um meio para vencermos os desafios. A liberdade não foi oferecida, foi conquistada, a pulso, durante décadas e por muitos homens e mulheres deste País que se debateram contra a opressão. É uma condição para a nossa realização individual e colectiva, numa sociedade plural e democrática.
Não deixemos que a erosão do tempo transforme o 25 de Abril numa mera efeméride.
Hoje e sempre, saibamos cumprir Abril!
Não adiemos o sonho dos que derrubaram a ditadura, porque como imortalizou o poema de António Gedeão, “A Pedra Filosofal”:
“Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.”
VIVA O 25 DE ABRIL!
VIVA A LIBERDADE!
VIVA O CONCELHO DA MARINHA GRANDE!
VIVA PORTUGAL!
Álvaro Manuel Marques Pereira
Presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande
(surripiado do sítio da CMMG)
Calhandrado por
Comissão de Moradores do Largo das Calhandreiras
às
segunda-feira, abril 26, 2010
4 comentários:
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Damas de Branco impedidas de protestar em Havana
Damas de Branco impedidas de protestar em Havana
Talvez seja importante pensar um pouco e imaginar este País (o nosso) sem o direíto à liberdade de manifestação.
Talvez seja importante pensar um pouco e imaginar este País (o nosso) sem o direíto à liberdade de manifestação.
domingo, 25 de abril de 2010
Alvorada
Esta madrugada, atravessada pela esperança e pela lancinante insónia que me consome parte da existência, vigiei. Dei por mim sentado no cadeirão da sala a ouvir o rádio, o mesmo rádio que escutei horas a fio há 36 anos com o Manel, o Zé e o Chico, eternos companheiro de viagem.
Esta madruga, sozinho nesta incógnita casa do lugar do Casal da Formiga, na era da ciência e da tecnologia, dei por mim a ouvir o velho rádio a válvulas e a pensar alto: supremo bem este que conquistámos – A LIBERDADE!
Mesmo que o conciliábulo nos faça vaguear no torpor dos dias, mesmo que a inquietação nos tolha a abnegação, ignorar esta conquista seria, enfim, desonrar a coragem de tantos e ignorar este bem precioso. É pouco? Às vezes parece… Mas nunca nada está acabado e nunca se morre em vão. Prefiro pensar assim a não respirar. "Deixem-me ser feliz, porra!"
Esta madruga, sozinho nesta incógnita casa do lugar do Casal da Formiga, na era da ciência e da tecnologia, dei por mim a ouvir o velho rádio a válvulas e a pensar alto: supremo bem este que conquistámos – A LIBERDADE!
Mesmo que o conciliábulo nos faça vaguear no torpor dos dias, mesmo que a inquietação nos tolha a abnegação, ignorar esta conquista seria, enfim, desonrar a coragem de tantos e ignorar este bem precioso. É pouco? Às vezes parece… Mas nunca nada está acabado e nunca se morre em vão. Prefiro pensar assim a não respirar. "Deixem-me ser feliz, porra!"
sábado, 24 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Abril outra vez
A propósito de uma observação de um bitateiro anónimo que comentou o meu penúltimo post, onde publiquei um vídeo de um espectáculo realizado em 1977 (há 33 anos) em que vários cantores são vistos e ouvidos a cantar uma das emblemáticas canções de Abril, cujo refrão foi importado do Chile (o povo unido jamais será vencido) que vivia ainda (ou estava a acabar de viver) uma das mais sanguinárias ditaduras existentes nesses tempos e que infelizmente algumas ainda subsistem e outras se instalaram à posterior. Ou seja 36 anos depois de conquistarmos a (nossa) liberdade, “vimos ouvimos e lemos” noticias que nos fazem lembrar, não a todos os leitores do largo, felizmente porque já lá vão 36 anos e muitos provavelmente ainda não tinham nascido, a feroz ditadura que muitos de nós vivemos e sofremos.
É evidente que nem tudo correu bem. Está claro que não vivemos tempos de grandes euforias revolucionárias. Os dias que vivemos trazem-nos grandes angústias e incertezas. Os desempregados, os que viram baixar drasticamente o seu nível de vida, podem eventualmente pensar que isto tem algo a ver com o 25 de Abril e responsabilizar o Movimento dos capitães que souberam interpretar o sentimento do povo Português. Para os mais jovens é facilmente compreensível o seu desalento porque nasceram num período em que as coisas eram muito mais fáceis. Para os mais velhos só por esquecimento se pode dizer que “isto está pior”, naturalmente que ressalvo a existência dos”beneficiados” do regime deposto em 25 de Abril de 1974.
Mas há uma coisa! Podemos dizer o que pensamos sem ter que nos esconder. Podemos escolher os representantes nos órgãos do poder e mais! Até mesmo quando nos enganamos, podemos contribuir para depor até aqueles que ajudamos a eleger.
Como tudo o que temos, a democracia é para usar.
Eu vou dar-lhe uso amanhã à noite, mais uma vez, vou estar na Praça Stephens a gritar bem alto: ABRIL PRESENTE! AGORA E SEMPRE!
É evidente que nem tudo correu bem. Está claro que não vivemos tempos de grandes euforias revolucionárias. Os dias que vivemos trazem-nos grandes angústias e incertezas. Os desempregados, os que viram baixar drasticamente o seu nível de vida, podem eventualmente pensar que isto tem algo a ver com o 25 de Abril e responsabilizar o Movimento dos capitães que souberam interpretar o sentimento do povo Português. Para os mais jovens é facilmente compreensível o seu desalento porque nasceram num período em que as coisas eram muito mais fáceis. Para os mais velhos só por esquecimento se pode dizer que “isto está pior”, naturalmente que ressalvo a existência dos”beneficiados” do regime deposto em 25 de Abril de 1974.
Mas há uma coisa! Podemos dizer o que pensamos sem ter que nos esconder. Podemos escolher os representantes nos órgãos do poder e mais! Até mesmo quando nos enganamos, podemos contribuir para depor até aqueles que ajudamos a eleger.
Como tudo o que temos, a democracia é para usar.
Eu vou dar-lhe uso amanhã à noite, mais uma vez, vou estar na Praça Stephens a gritar bem alto: ABRIL PRESENTE! AGORA E SEMPRE!
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