Apesar de tudo a nossa câmara não dorme! Então não é que em véspera das festividades natalícias brindou o martirizado Beco das Cidades Geminadas com uma placa toponímica? Valeu a pena termos insistidos – pensarão os nossos estimados clientes. Puro engano... Para espanto geral (ou talvez não) a placa agora (re)posta é a já nossa conhecida placa do Beco das Cidades Germinadas.
Assim, uma vez que a nossa novel câmara insiste em fazer germinar as cidades, o Largo das Calhandreiras sugere que a Assembleia Municipal (que reúne esta noite) determine que a partir de 1 de Janeiro de 2009, na Marinha em Grande, as sementes passem a geminar! Isso é que era serviço! Ó Sr. Director Encartado, não diga que não dava uma bela primeira página?!...
"Orçamento de 35 milhões para 2009" O Orçamento e as Grandes Opções do Plano para 2009 da Câmara da Marinha Grande são hoje, sexta-feira, discutidos e votados em reunião de executivo. Em cima da mesa vai estar o destino a dar a cerca de 35 milhões de euros que estão previstos no orçamento. Daquela verba, o REGIÃO DE LEIRIA apurou que perto de sete milhões serão destinados a viadutos, obras em arruamentos e comunicações, com a variante nascente a ter orçamentado 1,250 milhões de euros para 2009 e 1,8 milhões para 2010. A melhoria e alargamento da rede de saneamento estão também incluídos nos documentos previsionais, com uma verba que ronda o milhão de euros. Ainda neste capítulo, a Câmara prevê pagar 1,4 milhões de euros à SIMLIS pelo tratamento dos afluentes. A construção de um novo mercado municipal está também previstas. Porém, não está dotada com qualquer verba. Dos 35 milhões de euros, cerca de 55 por cento são destinados à despesa corrente, enquanto 45 serão para despesas de capital (investimento).
Vereadores do PS sentem-se discriminados. Os representantes do Partido Socialista na Câmara apenas receberam os documentos ontem, quinta-feira, já depois do fecho desta edição. “É escandaloso. Vamos ter de votar os documentos, mas ainda [na quarta-feira] não os temos em nossa posse. Os membros da Assembleia Municipal já têm conhecimento do ‘rascunho’, mas não nos entregaram nada. Além de que não nos perguntaram se tínhamos propostas”, adianta João Paulo Pedrosa, vereador socialista. O presidente da Câmara da Marinha Grande, Alberto Cascalho, reconhece que os representantes têm alguma razão no que se refere ao atraso. De acordo com o autarca, os documentos não foram entregues antes devido “às profundas alterações que existiram na legislação”. “Estamos a trabalhar intensamente no Orçamento e esperamos entregar a versão final amanhã [ontem, quinta-feira].
O presidente da Câmara da Marinha Grande, Alberto Cascalho, acredita que a candidatura da cidade vidreira estará entre as eleitas da segunda fase das Parcerias para a Regeneração Urbana. O autarca, no discurso dos festejos do décimo aniversário do Museu do Vidro, explicou que, apesar de ainda não existir uma resposta definitiva, existem boas perspectivas de a Marinha Grande ser um dos municípios contemplados. A candidatura que prevê a reabilitação de parte do Património Stephens e do centro tradicional tem um orçamento que ronda os nove milhões de euros, dos quais 70 por cento são comparticipados.
Ora agora para o Dr. João Barbas Pedrosa temos, deixa cá ver, deixa cá ver... não, não é um cheque-filho para estimular a procriação e o comércio local, também não é uma Bíblia do Benfica, também não é um lugar de deputado de terça à quinta, ora deixa ver... cá está! Para o Dr. João Barbas Pedrosa, o único político marinhense que frequenta o nosso largo de forma assumida, não vai uma mas sim duas, duas prendas de Natal de qualidade superior: uma magnífica pinça em aço inoxidável sul coreano (o melhor do mundo), para retirar um espinhito encravado que o anda a incomodar há quase quatro anos e um frasco da melhor mostarda - Top Sabor de 200g de prazer (receita original "d' avó"), especial para salsichas alemãs. Boas Festas e escusa de agradecer.
A notícia de que quase 20 Serviços de Atendimento Permanente (SAP) no Norte e Centro do País poderão ser fechados no primeiro semestre de 2009 deixou apreensivos os autarcas das Câmaras da Marinha Grande e Figueiró dos Vinhos. Fonte do Ministério da Saúde disse ao Expresso que nos primeiros seis meses do próximo ano a entrega de três helicópteros do Instituto Nacional de Emergência Médica a Ourique, Macedo de Cavaleiros e Aguiar da Beira vai permitir fechar “quase duas dezenas de SAP que ainda funcionam no horário nocturno e se localizam sobretudo no Norte e no Centro”. A fonte não quis, contudo, adiantar quais os centros de saúde implicados. Luís Guerra Marques, portavoz da Comissão de Utentes pela Defesa do SAP 24 horas da Marinha Grande, foi “surpreendido” pelo que considera serem “más notícias”. Ainda assim, está confiante de que o SAP da Marinha Grande irá manter-se. O portavoz argumenta que, em Abril, o Ministério da Saúde respondeu a uma carta de Bruno Dias (PCP), onde afirmava manter e dotar com mais meios o SAP da Marinha Grande. Luís Guerra Marques garante que a comissão de utentes ficará atenta e vai reunir-se para tomar posição. Alberto Cascalho, presidente da Câmara da Marinha Grande, também está convicto de que o SAP da Marinha Grande “não poderá encerrar”, pelo elevado número de atendimentos que regista e por se tratar de um meio fabril.
As futuras instalações do Mercado Municipal da Marinha Grande vão nascer junto ao local – zona desportiva - onde actualmente estão instaladas as tendas que servem provisoriamente de mercado. De acordo com o vereador responsável pelo pelouro das Obras Públicas, o independente Artur Pereira, a autarquia “já entregou o projecto de arquitectura a um gabinete e já escolheu o local”. “Devido ao sucesso que o mercado está a ter naquele local, decidimos localizá-lo ali. Os acessos são bons e há condições de estacionamento. O projecto está a ser elaborado para aquela área, mas fora da zona desportiva”, esclarece o responsável. O autarca adianta que a estrutura a construir terá semelhanças com o edifício do mercado de Vieira de Leiria em termos funcionais. Afirma ainda que a obra poderá ser realizada por cerca de um milhão de euros. Artur Pereira confirma também a pretensão de vender do edifício construído para mercado junto ao centro comercial Atrium. Segundo o vereador, a hasta pública deverá avançar quando a situação económica melhorar. “Este não é o melhor momento para alienarmos o espaço. A crise não nos permitiria vender pelo valor que consideramos justo, mas tudo está a ser preparado.”, garante.
Novembro de 2008, todas as casas nas traseiras do Estádio Municipal da Marinha Grande, onde estão a ser realizadas as obras da última fase do programa Polis, foram demolidas. Todas! Não! À semelhança da aldeia gaulesa de Asterix, uma ainda resiste aos invasores – neste caso as máquinas da empresa que ganhou o concurso público. A história explica-se rapidamente. A Câmara tinha de avançar com a intervenção na zona para não perder a comparticipação estatal. A família que reside na vivenda sempre se mostrou relutante em sair do local, embora os terrenos sejam propriedade da autarquia. Segundo o REGIÃO DE LEIRIA apurou, foram várias as providências cautelares que deram entrada no Tribunal Administrativo de Leiria para impedir o início da obra. Mas a Câmara acabou por sair vitoriosa do processo e foi determinado que a família teria de abandonar o local até 12 de Janeiro próxima. Uma data pouco adequada à necessidade da autarquia iniciar as obras ainda em 2008. Solução: avançar, vedar o local da empreitada e isolar a casa com uma vedação. “Não tínhamos uma outra hipótese. Tentamos de tudo, mas mostraram-se sempre inflexíveis, apesar de lhes termos entregue uma casa no bairro do Camarnal”, esclarece o vereador das Obras Públicas, Artur Pereira. O REGIÃO DE LEIRIA tentou falar elementos da família em causa, mas tal não foi possível nas duas vezes que nos deslocámos ao local.
A rede de Transportes Urbanos da Marinha Grande (TUMG) vai ser uma realidade dentro de seis meses. O assunto já foi discutido em reunião de Assembleia Municipal e a promessa foi deixada pelo Executivo. Paralelamente, a TUMG vai também assumir a exploração do estacionamento pago no centro tradicional da Marinha Grande. A rede de transportes deve estar a funcionar até Junho, poucos meses antes das eleições. O número de circuitos ainda não está definido. O estudo de mobilidade encomendado pela autarquia indica quatro circuitos, mas numa primeira fase apenas dois percursos devem ser postos em prática. No entanto, a câmara ainda pretende corrigir alguns aspectos com a empresa que elaborou estudo.
Ora deixa cá ver o que é que o Pai Natal deixou para o Sr. Director. Não é esta... esta também não... ora cá está. Como o Sr. Director parece que está com dificuldades em comunicar com alguns clientes, com votos de boas festas (e de boas notas) aqui vai novinho em folha um fraque para ajudar nas cobranças difíceis. Pode ser que a lista diminua e sempre ficava com mais espaço para continuar a lista de potenciais candidatos xuxas às próximas autárquicas. É que se continua a lançar nomes a este ritmo, lá para Fevereiro ou Março do ano que vem a lista já é maior que a dos “clientes difíceis de contactar”. Um Natal muito feliz e escusa de agradecer.
O Largo das Calhandreiras começa hoje a sua distribuição de prendas de Natal e nada melhor do que começar pelos que mais admiramos. Para os independentes Pereira e Pereirita, os mais influentes vereadores deste executivo e garantes da estabilidade do mesmo, aqui vão fresquinhas, as teses do XVIII Congresso para que de uma vez por todas estes dois camaradas entrem no espírito do partido. Boas Festas e escusam de agradecer.
Como é do conhecimento público o BLC atravessa graves dificuldades financeiras resultantes, sobretudo, da crise financeira internacional e de outras aventuras que não são agora para aqui chamadas e sobre as quais nem tão pouco interessa falar. Face às dificuldades sentidas e cujas consequências nos impedem por agora, entre outras, de entrar no Casino da Figueira e de ir jantar com o pessoal do jogo da bolha, solicitámos ao Governo uma garantia bancária de 158.245.326 mil milhões de euritos, para salvar a instituição, bem como duzentas garrafas de Moet & Chandon e dezoito leitões para o revelhõn. (Nota: esta tarde o leitão estava a cotar no mercado de Londres acima dos trinta dólares por cabeça!) Face à recusa do Banco de Portugal em recomendar o nosso pedido e enquanto aguardamos que o governo mude de ideias (o que é o mais natural quando vir a lista de accionista do nosso banco) ou que o sobrinho do Isaltino venha cá passar o Natal e nos traga uma mala de notas que alojámos temporariamente num “hotel” suiço, comunica-se que o BLC poderá ter de encerrar as portas com todas as consequências gravosas daí decorrentes, nomeadamente, as relativas ao financiamento da campanha autárquica do nosso candidato e ao pagamento do salário da senhora da limpeza.
A Câmara Municipal da Marinha Grande atribuiu um subsídio no valor de 45 mil euros, à Associação Comercial e Industrial da Marinha Grande (ACIMG), para comparticipação da iluminação e animação de Natal. A deliberação foi tomada por maioria, na reunião do dia 13 de Novembro. À semelhança do que tem acontecido em anos anteriores, a ACIMG pretende promover a tradicional iluminação de algumas ruas, rotundas e largos das freguesias da Marinha Grande, de Vieira de Leiria e da Moita a partir do presente mês, nomeadamente aquelas onde a predominância do comércio tradicional é mais significativa. Segundo fonte da ACIMG, a iluminação deverá estar totalmente ligada no dia 12 de Dezembro.
O apoio financeiro é de 40 mil euros para comparticipação nas despesas inerentes à realização da Iluminação de Natal 2008 e de cinco mil euros para comparticipação nas despesas inerentes à realização das actividades de animação de Natal.
De acordo com a deliberação camarária, a ACIMG irá ainda promover algumas actividades de animação de Natal, nomeadamente a circulação de uma locomotiva animada pelas ruas da cidade da Marinha Grande, bem como a animação com Pais Natal, distribuição de doces e balões, concurso de montras e realização de sorteios.
O subsídio foi atribuído considerando que as actividades em causa visam dinamizar o comércio tradicional que, há muito, está a viver uma crise económica, procurando motivar a comunidade a fazer as suas compras nos estabelecimentos comerciais do concelho, potenciando o comércio local, cuja actividade é muito importante a nível da economia local, e da qual dependem um elevado número de postos de trabalho.
Por outro lado, a iluminação e a animação de Natal enquadram-se numa estratégia mais alargada com vista à manutenção e desenvolvimento do comércio tradicional e local, indispensável à dinamização económica local.
Reunidos de emergência aos trinta dias do mês de Novembro de 2008, os moradores do Largo das Calhandreiras decidiram (de braço no ar) por unanimidade e aclamação aprovar a seguinte moção:
O Largo das Calhandreiras saúda o XVIII Congresso e de forma particular o camarada Filipe Andrade, um jovem “intelectual” de apenas 27 anos que tem estagiado com grande sucesso no nosso concelho e que vê recompensado o esforço da sua luta e do seu empenho político ao ser eleito para o comité central. Parabéns camarada!
Convidam-se todos os calhandreiros que não estiveram presentes na reunião secreta em que esta moção foi aprovada, o favor de a subscreverem (com ou sem declaração de voto) na caixinha dos bitaites. A LUTA CONTINUA!
Sim senhor, isto há coisas do arco da velha! Pois caros camaradas, aqui à atrasado fiz três perguntitas ao Dr. J. Pedrosa (o dos cheques-filho, não confundir com o Pereirita). A resposta à primeira e à terceira, foi de rajada. Já a segunda precisou dum tempito de reflexão e demorou mais dum ano a responder. E ainda por cima a coisa foi feita como deve ser, ou como diz o povo (e o saudoso Pimenta Machado): “Nunca digas nunca!” que é como quem diz, "O que hoje é verdade amanhã é mentira!". Ele há políticos avisados, sim senhor. Olha, pelo menos não foi como o outro que tinha dito que só se Cristo descesse à terra e vai-se a ver o Cristo já vem no elevador…
sem bem que a malta prefira saber quem vota em quem, é mais democrático e mais... transparente;
"A eleição do Comité Central, por disposição antidemocrática da lei dos partidos, contrária ao direito e à possibilidade que os delegados ao congresso sempre tiveram de decidir democraticamente sobre o método de votação que entendem mais adequado, é feita por voto secreto"
No passado dia 14, a CMMG apresentou em sessão pública a Agenda 21 Local, um Programa de Gestão do Desenvolvimento Sustentável traduzido num “conjunto de documentos que incluem um plano de acção que tem implicações a todos os níveis da vida comunitária, nas áreas económica, desportiva, cultural, educativa, social, com enfoque muito especial nas questões ambientais”, conforme referiu na altura Alberto Cascalho. Neste nosso comentário à apresentação da Agenda 21 Local não se pretendem discutir os méritos ou a oportunidade do estudo, o qual compreende um diagnóstico do concelho, relatório de enquadramento, estratégia de informação e comunicação, e “planos de acção nas áreas de gestão ambiental sustentável, apoio à sustentação da inovação empresarial e intervenção na coesão social”. O que se pretende apenas é chamar à atenção para a forma de comunicação utilizada uma vez que na apresentação que é feita deste trabalho, ao qual foi dado eco quer pela comunicação social da região quer pelo próprio site da CMMG, nunca é feita a sua contextualização genérica, ou seja, nunca é dito que esta é a adesão do nosso município a uma iniciativa enquadrada pelas Nações Unidas e já adoptada por mais de dois mil municípios de todo o mundo, entre os quais alguns portugueses. Ao contrário, a forma utilizada mais parece pretender indicar que se trata de uma iniciativa isolada desta autarquia, fruto do seu mérito e da sua clareza de ideias quanto ao nosso futuro. Embora a nossa convicção seja a de que se tratou apenas de um lapso de comunicação, fica no entanto o reparo, uma vez que o enquadramento genérico deste trabalho e a percepção da sua envolvente até poderiam traduzir-se numa maior adesão por partes de todas as forças vivas do concelho, ao seu desenvolvimento e implementação. Para os que pretenderem mais informação sobre o tema, fica também o link para o Portal da Agenda 21 Local, concebido e implementado pelo Grupo de Estudos Ambientais da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa.
Outro tema quente da última emissão do Forum 94 foi a entrega do cartão de militante de PSD de Artur Pereira de Oliveira, vereador da Câmara da Marinha Grande. Face às acusações por parte da concelhia de que sempre esteve ao lado da CDU, Pereira de Oliveira defendeu-se. “Os eleitos não podem estar no executivo a boicotarem-se uns aos outros. Eu não boicoto ninguém. Sou uma pessoa séria, responsável. Ao boicotar as boas ideias, venham elas de onde vierem, estaria a boicotar os interesses dos munícipes.” Pereira de Oliveira recusou, contudo, o cenário de se vir a candidatar como independente por qualquer partido. “Sou social-democrata e continuarei a sê-lo mesmo sem ser militante. Estarei sempre ao lado do PSD, não estou ao lado de pessoas que, se calhar, estão na política e em comissões políticas ao serviço de outros interesses.”
“Numa coisa todos estamos de acordo, o principal problema dos políticos portugueses não é a sua incapacidade mas apenas um problema de comunicação, nunca conseguem fazer passar a mensagem”.
Esta frase da autoria do inquestionável comentador político J. P. Pinóquio no seu blogue “À Bruto”, foi esta semana desmontada de forma superior pelo “nosso” Presidente Guerrilha, que veio num dos seus escritos no Jornal do Tózé, demonstrar como 1+1=11. Mas para que não restem dúvidas sobre o que se obrou só no último ano (!), aqui fica de forma clara e sem espinhas parte do vasto rol do executivo ora PCP/PSD ora PCP/AA:
“ESCOLA com cantina nas Trutas; Mercado da Vieira de Leiria; Casa-Museu 18 de Janeiro; Galeria Municipal; requalificação de escolas; passadeiras sobrelevadas, requalificação do espaço público (passeios, remoção de barreiras arquitectónicas, sinalética para invisuais); diversos arruamentos de que sobressai a Rua da Fonte dos Ingleses – Várzea, Rua dos Lenhadores – Forno da Telha, Rua Jornal da Marinha Grande – Embra e Rua 4 – Figueiras; Novo depósito de água – Vieira de Leiria; Obras em diversos edifícios de habitação social; Colocação e reforço da iluminação pública em diversos lugares; Iluminação e balneários dos campos de ténis da Marinha Grande; Rede de saneamento básico, especialmente na Moita; Colectores domésticos no Camarnal; Novos sanitários públicos na Praia da Vieira – Norte, etc. RECORDEM-SE também alguns dos eventos socialmente mais importantes, que a autarquia levou a efeito: Comemorações do 18 de Janeiro de 1934; Desfile de Carnaval (17 escolas e cerca de 1.000 crianças); 1º Encontro de Escritores locais; Comemorações do 25 de Abril que envolveram diversas associações e colectividades; Semana do Ambiente com participação de várias entidades locais e regionais e alguns milhares de alunos; Jornadas de Economia da Marinha Grande, com ampla participação; Abertura da época balnear na Praia da Vieira (milhares de visitantes); 1º Overlive que, além de diversas actividades, reuniu 5 bandas locais; Actividades da Galeria Municipal (8 exposições e 4.200 visitantes em 6 meses); Actividades culturais e desportivas incluídas na animação cultural de Verão; 7ª edição da Bienal da Marinha Grande que registou mais de 110.000 visitantes e homenageou o artista e marinhense Guilherme Correia. A Câmara apoiou ainda e/ou participou, na organização de eventos de grande prestígio para o Concelho, de que se destacam: Piquenicão Nacional que trouxe à Marinha Grande mais de 3.000 reformados de todo o país; Campeonato do Mundo de Orientação que reuniu mais de 4.000 atletas e visitantes de todos os continentes, e deu a conhecer ao mundo o nosso concelho, as nossas praias, a nossa mata e as nossas gentes; “Verão Total” da RTP, com emissão em directo de S. Pedro de Moel, que contribuiu para divulgar a imagem da Marinha Grande como concelho dinâmico, atractivo e inovador.” (…) Por isso, a Câmara bem se pode orgulhar do que tem feito, e bem pode responder aos seus detractores, com o slogan «Sim, nós fazemos!».”
E agora que estamos de barriguinha cheia vai tudo para o óó, que só é preciso acordar lá para meados de Outubro do próximo ano, para votar de novo no PCP. E é se queremos mais quatro aninhos de fartura e de muita prosperidade. Se por mero acaso lá pelo meio fizerem alguma porcariazita também não há problema pois a nova ETAR do Norte está a trabalhar muito aquém da sua capacidade. Por isso, os nossos votos para que continuem a obrar muito. Boa continuação!
A Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR Norte) do Coimbrão é hoje inaugurada oficialmente pelo ministro do Ambiente e marca um dos episódios mais importantes do processo de despoluição da região. Cerca de um ano depois da sua entrada em funcionamento, a 'jóia da coroa' da Simlis, empresa responsável pelo Sistema Multimunicipal de Saneamento do Lis, encontra-se a funcionar a metade da sua capacidade, já que o saneamento básico de Leiria, Batalha, Marinha Grande e Porto de Mós - concelhos que a estação vai abranger - ainda tem um longo caminho a percorrer, aguardando ainda os efluentes das suiniculturas, provenientes da futura Estação de Tratamento de Efluentes Suinícolas, que irá nascer em Amor. A maior ETAR da região Centro - que apresentou um investimento de 15,6 milhões de euros, financiados em 80 por cento pelo Fundo de Coesão da União Europeia - foi dimensionada para receber cerca de 250 mil habitantes equivalentes, o que significa que pode tratar diariamente cerca de 38 mil metros cúbicos de águas residuais, dos quais 77 por cento são domésticos e 18 por cento provenientes de indústrias, e o restante de suiniculturas. No entanto, a ETAR só deverá atingir a capacidade para que foi dimensionada dentro de quatro anos, caso o saneamento básico de todos os concelhos esteja totalmente concluído em 2013, data apontada por todas as autarquias, tendo em conta que nesse ano termina o Quadro de Referência Estratégico Nacional. Neste momento, segundo apurou o nosso jornal, a percentagem de cobertura do saneamento básico no concelho de Leiria é de 80 por cento. Segundo a autarquia, os lugares com ausência de saneamento correspondem a zonas com baixa densidade populacional. Por outro lado, faz saber numa nota informativa, a execução dos trabalhos nas freguesias a Norte do concelho "não poderiam avançar antes da entrada em funcionamento da ETAR Norte". "Com esta em funcionamento, avança agora a concretização das referidas redes", sublinha. Com menos de 50 por cento de cobertura de saneamento básico, encontra-se o concelho de Porto de Mós, ao passo que, na freguesia da Marinha Grande, os trabalhos abrangem 95 por cento de cobertura e, nas freguesias de Moita e Vieira de Leiria (Marinha Grande) 85 por cento. O nosso jornal tentou apurar qual a percentagem de cobertura de saneamento da Batalha, mas não foi possível apurar o valor até à hora de fecho desta edição. A infra-estrutura irá igualmente aguardar que a Estação de Tratamento dos Efluentes Suinícolas fique concluída, situação que deverá levar, pelo menos, mais dois anos. A cerimónia de inauguração terá lugar pelas 10h00. Além da presença do ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia, irá ainda contar com a presença do secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa. A inauguração será antecedida pela apresentação do 'Guia para a Avaliação de Impacte Ambiental de Estações de Tratamento de Águas Residuais', elaborado pela Agência Portuguesa do Ambiente.
Rio Lis com "alteração qualitativa"
A ETAR Norte representa para o presidente do Conselho de Administração da Simlis, Sérgio Lopes, a "peça basilar" de todo o sistema de despoluição, alertando, porém, para o trabalho das populações e empresas. "Há que reconhecer que a ETAR não pode ser a única a despoluir os rios. A despoluição passa, também, por outros instrumentos e pelas pessoas e empresas terem consciência que os rios só se despoluem se estiverem ligados ao sistema", disse. É nesta perspectiva que Sérgio Lopes sublinha a "alteração qualitativa" do rio Lis, fruto do sistema multimunicipal de saneamento.
Executivo da Marinha Grande A aprovação da Carta Educativa do concelho da Marinha Grande e a manutenção dos pelouros por parte do vereador Artur Oliveira, que irá agora terminar o mandato como vereador independente, após a entrega do seu cartão de militante do PSD, foram os principais assuntos da reunião de câmara do Município da Marinha Grande, no dia 13 de Novembro.
Estiveram presentes, na reunião que decorreu no Salão Nobre dos Paços do concelho da Marinha Grande, o presidente Alberto Cascalho e os vereadores Sérgio Moiteiro, João Marques Pedrosa, Artur Oliveira, João Paulo Pedrosa, José Grácio e Cidália Ferreira.
O vereador eleito pelo PSD na Câmara Municipal da Marinha Grande, Artur Pereira, entregou o cartão de militante na passada semana, e devolveu ao presidente da autarquia os pelouros que tinha, justificando a decisão com o facto de a Comissão Política Concelhia do PSD lhe ter “retirado a confiança política há alguns meses.” Contudo, Artur Pereira continuará como vereador porque Alberto Cascalho, presidente do município, decidiu não lhe retirar os pelouros por lhe merecer confiança e não existirem “razões para lhe retirar os pelouros.”
Artur Oliveira deixou assim de ser vereador eleito pelo PSD, passando a vereador independente, e continuará com os pelouros das Obras Públicas; Comunicações e Transportes; Abastecimento Público; Ambiente; Saneamento Básico e Abastecimento de Água.
A manutenção de Artur Oliveira como vereador com pelouros foi alvo de algumas críticas dos vereadores socialistas, considerando que esta situação só vem determinar a fragilidade de um Executivo” que “garante a maioria com um vereador que já não representa um partido”. João Paulo Pedrosa referiu inclusive que a decisão de Artur Oliveira manter os pelouros “deveria ser tomada em reunião de Câmara” e “não resolvida entre duas pessoas.”
O vereador do PS considera também que a passagem de Artur Oliveira para vereador em regime de independência tem “consequências do ponto de vista da fragilidade do Executivo”, uma vez que “o presidente eleito não está em funções” e agora “o vereador que sustenta a maioria já não representa um partido”. João Paulo Pedrosa lembrou também que o prazo de suspensão de mandato de João Barros Duarte termina no dia 14 de Novembro e que o Executivo ainda não recebeu nenhum comunicado sobre essa situação.
Alberto Cascalho referiu por sua vez não ser essa a sua leitura dos acontecimentos e que mais uma vez agiu de acordo com a sua consciência. O autarca informou ainda que após consultar os serviços jurídicos do município, estes o informaram que a decisão de manter os pelouros na posse de Artur Oliveira era uma competência exclusiva do presidente da Câmara.
O Executivo camarário aprovou por maioria, com os votos a favor de Alberto Cascalho, Sérgio Moiteiro, João Marques Pedrosa e Artur Oliveira, e as abstenções dos vereadores socialistas João Paulo Pedrosa, Cidália Ferreira e José Grácio a reapreciação da alteração à Carta Educativa do Concelho da Marinha Grande, que já tinha sido aprovada por unanimidade pelo Conselho Municipal de Educação no dia 7 de Novembro. A Carta Educativa irá ser discutida em Assembleia Municipal extraordinária de dia 20 de Novembro.
A Câmara Municipal considerou a Carta Educativa como uma mais valia, enquanto instrumento de planeamento e ordenamento prospectivo de edifícios e equipamentos educativos a localizar no concelho, e de acordo com as ofertas de educação e formação que se impõem satisfazer, tendo em vista a melhor utilização dos recursos educativos e financeiros, no quadro do desenvolvimento demográfico e socio-económico do município.
João Paulo Pedrosa referiu que “esta é uma matéria que devia evitar questões de briga política e aspectos partidários”, lamentando que a maioria camarária “não tenha promovido nenhuma reunião com os vereadores para discussão.” O vereador do PS adiantou que o partido tem “dúvidas que tenha sido procurada a melhor hipótese e que tenham sido esgotadas todas as possibilidades na procura da melhor solução”, concluindo mesmo que “esta é uma má solução.” João Paulo Pedrosa referiu ainda que “a Assembleia Municipal reprovou a carta educativa porque pretendia outra e não a mesma” e alertou que “as nossas crianças ficam sem condições e em desigualdade com as crianças dos concelhos vizinhos.”
Por sua vez, Alberto Cascalho saudou a alteração de voto do PS, que passou de voto contra para abstenção, e interpretou-o como “um sinal positivo no sentido de encontrar o necessário consenso em matéria de tão grande interesse e responsabilidade.” O presidente da Câmara respondeu adiantando que procurou esgotar todas as possibilidades e acolher diversas sugestões para a resolução do problema, considerando também que “foi dado um passo decisivo para, caso a Assembleia Municipal venha a aprovar, o município dispor das condições necessárias no âmbito do QREN encontrarmos financiamentos indispensáveis à execução desta obra e à requalificação de todo o nosso parque escolar até ao 1º ciclo”.
.Nós não quisemos ser cúmplices da indiferença universal. E aqui começamos, serenamente, sem injustiças e sem cólera, a apontar dia por dia o que poderíamos chamar – o progresso da decadência. Devíamos fazê-lo com a indignação dramática de panfletários? Com a serenidade experimental de críticos? Com a jovialidade fina de humoristas?
Localizado no coração da Marinha Grande, o largo que actualmente apresenta o topónimo de Largo Ilídio de Carvalho (antigo Largo do Magalhães ou Largo da Fonte), ficou conhecido pelo Largo das Calhandreiras em virtude de ser local e ponto de encontro para uma das mais apreciadas, saudáveis e seculares tradições do povo desta terra – a calhandrice.
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Durante 5 anos cumpriu-se esta genuína tradição!
A LUTA CONTINUA
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Os Vídeos LC
GALHARDETES
Contra-Indicações e Efeitos Secundários
O Largo das Calhandreiras não deve ser frequentado por pessoas que, sofram dos nervos, tenham desvio de coluna, amuem com facilidade. Pode causar urticária, crises de ansiedade, alergias diversas, hematomas na cabeça e tentativas de suicídio. Se sentir algum destes sintomas, desligue o computador e procure ajuda.