
(à atenção dos Pereiras - cliquem aqui para levantarem o presente)
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No passado dia 14, a CMMG apresentou em sessão pública a Agenda 21 Local, um Programa de Gestão do Desenvolvimento Sustentável traduzido num “conjunto de documentos que incluem um plano de acção que tem implicações a todos os níveis da vida comunitária, nas áreas económica, desportiva, cultural, educativa, social, com enfoque muito especial nas questões ambientais”, conforme referiu na altura Alberto Cascalho.
Neste nosso comentário à apresentação da Agenda 21 Local não se pretendem discutir os méritos ou a oportunidade do estudo, o qual compreende um diagnóstico do concelho, relatório de enquadramento, estratégia de informação e comunicação, e “planos de acção nas áreas de gestão ambiental sustentável, apoio à sustentação da inovação empresarial e intervenção na coesão social”. O que se pretende apenas é chamar à atenção para a forma de comunicação utilizada uma vez que na apresentação que é feita deste trabalho, ao qual foi dado eco quer pela comunicação social da região quer pelo próprio site da CMMG, nunca é feita a sua contextualização genérica, ou seja, nunca é dito que esta é a adesão do nosso município a uma iniciativa enquadrada pelas Nações Unidas e já adoptada por mais de dois mil municípios de todo o mundo, entre os quais alguns portugueses. Ao contrário, a forma utilizada mais parece pretender indicar que se trata de uma iniciativa isolada desta autarquia, fruto do seu mérito e da sua clareza de ideias quanto ao nosso futuro.
Embora a nossa convicção seja a de que se tratou apenas de um lapso de comunicação, fica no entanto o reparo, uma vez que o enquadramento genérico deste trabalho e a percepção da sua envolvente até poderiam traduzir-se numa maior adesão por partes de todas as forças vivas do concelho, ao seu desenvolvimento e implementação.
Para os que pretenderem mais informação sobre o tema, fica também o link para o Portal da Agenda 21 Local, concebido e implementado pelo Grupo de Estudos Ambientais da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa.



DECLARAÇÃO DE INTERESSES
. Nós não quisemos ser cúmplices da indiferença universal. E aqui começamos, serenamente, sem injustiças e sem cólera, a apontar dia por dia o que poderíamos chamar – o progresso da decadência. Devíamos fazê-lo com a indignação dramática de panfletários? Com a serenidade experimental de críticos? Com a jovialidade fina de humoristas?
. As Farpas (Maio de 1871)
Localizado no coração da Marinha Grande, o largo que actualmente apresenta o topónimo de Largo Ilídio de Carvalho (antigo Largo do Magalhães ou Largo da Fonte), ficou conhecido pelo Largo das Calhandreiras em virtude de ser local e ponto de encontro para uma das mais apreciadas, saudáveis e seculares tradições do povo desta terra – a calhandrice.
. Durante 5 anos cumpriu-se esta genuína tradição!